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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 24 de maio de 2018

Atualizado às 10h00

online


Trabalho....

Responsabilizando Vinholi, Governo Macchione não compra uniformes de inverno para as crianças

Vereador Ditinho Muleta esteve em escolas e encontrou crianças indo para às aulas vestindo cobertores. Cidimar Porto - representante do prefeito na Câmara - alegou que gastos do governo Vinholi impediram que o dinheiro fosse direcionado para a compra de uniformes de inverno.

Nilton Cândido, também governista, reconheceu que o governo deveria ter comprado os uniformes para as crianças catanduvenses. Disse que o prefeito deveria ter feito das "tripas coração" para comprar os uniformes. "Existem coisas que são indefensáveis".

Fontes da secretaria da Educação informam que várias professores reclamam de falta de material, panelas, merendas, material alimentício de péssima qualidade. Inclusive, máquinas biométricas instaladas não estão funcionando dentro da própria secretaria.

As fotos tiradas por Ditinho Muleta com as crianças chegando de chupeta e cobertos são vergonhosas.


Humor

Gustavo Lima indo para a escola, em Catanduva...


Maioria prefere troca de amianto a canalização do Rio São Domingos

MACCHIONE TEM R$ 15 MILHÕES PARA INVESTIR EM OBRAS NA CIDADE. ENTRE CANALIZAÇÃO DO RIO OU RETIRADA DO SISTEMA DE AMIANTO NA ÁGUA, QUAL A SUA PREFERÊNCIA?

Canalização do Rio São Domingos. 29.87% (46 votos)

Retirada do amianto no sistema de água da cidade. 67.53% (104 votos)

Não tenho opinião sobre o assunto. 2.60% (4 votos)

Total: 154 votos




A notícia mais importante desta atualização

Macchione revoga portaria de aposentadoria de Ditinho Muleta; vereador volta ao trabalho, mas promete ação judicial

Todos os detalhes, logo abaixo...


24/05/2018 - O vereador Ditinho Muleta foi surpreendido com a revogação de sua aposentadoria. A portaria revogando o benefício foi assinada pelo prefeito Afonso Macchione. Após um ano e dois mesesm aposentado, o vereador tomou conhecimento que Macchione entrou com um pedido de inconstitucionalidade contra uma lei que beneficiava o servidor deficiente. Conseguindo uma resposta positiva do Tribunal de Justiça, Macchione revogou a lei e Ditinho foi obrigado a voltar a trabalhar.

- Nesta quarta-feira, 23, o vereador se apresentou em seu posto na Secretaria da Saúde. Segundo informou, já possui tempo para se aposentar e deve entrar com mandado de segurança contra a medida do prefeito.

- Na sessão da última terça-feira, na Câmara Municipal, um episódio daqueles. Daniel Palmeira de Lima procurou vereadores oposicionistas solicitando que fosse aprovado pedido de vistas para o projeto que criava concurso para cargos da secretaria da Educação. Em contrapartida, Daniel Palmeira votaria pelo pedido de vistas ao projeto do prefeito Afonso Macchione que desejava autorização para contrair empréstimo de R$ 6 milhões para serem pagos pelas administrações futuras.

- Os vereadores fecharam o acordo. Na hora de votar pelo pedido de vistas no projeto solicitado por Daniel Palmeira, os oposicionistas acompanharam o pedido. Na hora em que foi votar o projeto sobre o empréstimo, Daniel Palmeira deixou todo mundo falando sozinho e votou favorável ao que o prefeito desejava.

- Teve vereador que saiu do plenário soltando fogo pelas ventas. E com razão.

- E não está descartada a possibilidade de Daniel Palmeira de Lima ser candidato a presidente da Câmara nos próximos dois anos.

- Circula nos bastidores da prefeitura que o prefeito Afonso Macchione pensa em desativar a Inclusão Social. Quem falou, meio que altinha, é pessoa ligada ao gabinete.

- A iniciativa da Câmara Municipal em acompanhar as negociações da RUMO a respeito das mudanças que deseja para a região central desagradou, e muito, o governo.

23/05/2018 - O secretário de Obras de Catanduva Alfredo Minervino Neto esteve na Câmara Municipal. Foi sabatinado pelos vereadores a respeito do projeto da empresa RUMO que pretende derrubar o Viaduto da Rua Sete de Setembro e fechar as ruas XV de Novembro e Florianópolis. Nestas ruas, além da Sete, seriam colocados muros. Em contrapartida a empresa sugere a construção de um viaduto ou até mesmo anel viário. Estas negociações estavam sendo mantidas em sigilo e foram divulgadas em primeira mão pelo site Passando a Limpo.

- Sob pressão, até pelo fato de estar sendo investigado pela própria Câmara a respeito de sua empresa Concrecat e os contratos de concreto com fornecedores da prefeitura, o secretário estava desconfortável. A princípio disse que não tinha detalhes sobre o projeto e não poderia apresentar qualquer informação para os parlamentares. Com o passar das perguntas, Minervino chegou a tentar responsabilizar a cidade caso algum acidente ocorresse dentro do perímetro urbano. Foi questionado pelo vereador André Beck, que disse que se ocorrer algum acidente em Catanduva a responsabilidade é da RUMO e não da cidade. Em determinado ponto, Minervino disse que os trens estão batendo no viaduto da Sete e apontou não achar viável um rebaixamento da linha.

- Num dos momentos mais emblemáticos, Minervino disse que não tinha condições de responder aos questionamentos de André Beck. O vereador então o lembrou que era secretário de Obras e que - salvo engano - era o mais próximo do prefeito Afonso Macchione. O secretário disse que em caso da obra ser realizado vai apenas fiscalizar a execução.

- Em sua fala, o secretário demonstrou pressa e urgência na aplicação do projeto da RUMO. Assim, enquanto diz não ter detalhes do projeto, o defende.

- O vereador Luis Pereira narrou um episódio curioso. Ele estava em uma missa e após o fim do culto, o padre proclamou: "Vão em paz", quando uma senhora, que estava atrás de Pereira, emendou: "O Luis Pereira, você não vai derrubar o viaduto da sete, não?". Pereira perguntou à mulher se ela era engenheira, quando a senhora respondeu: "Não, mas estou acompanhando tudo pela internet e a cidade inteira está contra isso".

- Se a dona Vera estiver lendo o Passando a Limpo, agradecemos o acesso.

- Luis Pereira demonstrou ser contrário à intervenção da RUMO nos destinos da cidade.

- Maurício Gouvêa não perdeu a oportunidade e perguntou ao secretário sobre sua relação com a Concrecat e se ele vendeu materiais para fornecedores da prefeitura. Alfredo Minervino Neto confirmou ser proprietário da empresa, mas pelo fato de estar trabalhando 12 horas para a prefeitura não acompanhava o cotidiano da Concrecat. Caso os vereadores tiverem alguma dúvida devem procurar a direção da empresa.

- Enquanto os governistas dizem que não tem nada definido, eles defendem o projeto da RUMO. O vereador Cidimar Porto disse que ao ver o mapa da cidade, acredita que irá beneficiar grande parte da cidade.

- A Câmara Municipal criou uma comissão de cinco vereadores - Luis Pereira, Wilson Paraná, Amarildo Davoli, Cidimar Porto e Maurício Gouvêa - que irá acompanhar todas as negociações entre a prefeitura e o governo.

- A criação da comissão desagradou o secretário.

- Amarildo Davoli diz que a história de tirar os trilhos do centro da cidade é balela.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Nada de novo no front...

Macchione vai a Brasília para defender retirada dos trilhos do centro de Catanduva e volta convencido a "preparar a cidade para aumento do fluxo de trens no país"

O prefeito Afonso Macchione esteve em Brasília na semana passada. Inicialmente, informou que iria defender o projeto que retira os trilhos de trens do centro de Catanduva. Ao voltar, disse que a reunião havia sido produtiva e bastante técnica.

Porém, na manhã de ontem, segunda-feira, através das redes sociais, o prefeito foi praticamente um porta-voz da RUMO Logística, que deseja derrubar o Viaduto da Rua Sete de Setembro e fechar as ruas Sete, XV de Novembro e Florianópolis. Macchione postou que "ficando clara a necessidade de preparar a nossa cidade para um inevitável aumento do fluxo de trens no país".

Macchione foi duramente criticado nas redes sociais. A sociedade catanduvense já apontou que não quer as mudanças propostas pela RUMO. O governo diz que as obras irão melhorar a mobilidade urbana.


WhatsApp - (11) 9 9118-5007


Opinião

A mão do gato

Arthur Godoy Júnior

Querido amigo leitor, amada amiga leitora. Vocês já perceberam que todas as decisões impopulares tomadas por este governo são motivadas por "terceiros"? Quando o prefeito corta cartões alimentação de aposentados, ele foi "obrigado" por uma determinação do Supremo Tribunal Federal. Quando anuncia uma readequação em alguma lei - que na prática vai contra os anseios populares - foi "obrigado" ´pelo Ministério Público. E assim por diante. É um jogo rápido e claro. Na televisão, ou teatro, chama-se "escada". Usa um auxiliar para dar a paulada. Na televisão, uma piada. Na vida pública, uma tragédia.

Desde fevereiro o prefeito recebe em seu gabinete membros da RUMO Logística, que desejam nada mais nada menos fechar as ruas Sete de Setembro, XV de Novembro e Florianópolis. Bobagem. Vão elevar a passarela do Higienópolis nas alturas, derrubar o Viaduto da Sete e murar o que for possível. Prometem um viaduto, uma rotatória e um belo nome de "anel viário". Todas essas reuniões foram às portas fechadas, sem o debate popular. No plano de governo do prefeito está escrito que a intenção é chamar a sociedade para discutir a cidade. Bem, plano de governo de político jamais funcionou e sinceramente é um livro de anedotas.

Acontece que repentinamente o projeto da RUMO aparece na imprensa. Inclusive com fotos e as propostas. Pego de calças curtas, o governo sai dizendo que trata-se de um projeto embrionário e que muitas mudanças já aconteceram no desenho original. Balela. O que se fez foi pura e simplesmente dourar a pílula, colocando todo o absurdo num belo desenho de AutoCad, onde linhas maravilhosas foram traçadas e veremos crianças sorrindo, pessoas felizes, poucos carros, tudo isso numa harmonia imaginária que faria Lewis Carroll corar de vergonha. Gostaria de ver o projeto do Parque Mandaçaí e poder compará-lo com a realidade. Aliás, gostaria que os culpados pela idéia daquilo, pelo dinheiro gasto e seu abandono fossem parar na cadeia.

Enfim, repentinamente voltaram as reuniões no DNIT. Primeiro mandaram uma representante do governo que - segundo o ex-prefeito José Alfredo - não sabia absolutamente nada sobre o que estava sendo tratado. Depois, o próprio Macchione esteve na Capital Federal. Voltou dizendo que a reunião havia sido proveitosa e técnica. E fim de papo, sem maiores detalhes. Enquanto o povo espera a retirada dos trilhos de Catanduva, suspense. Bem, aprendi que quando você quer enrolar alguma coisa deve dizer que "foi proveitosa e técnica". Ou seja, bulhufas.

Eis que no Instagram, o prefeito retoma a velha fórmula de jogar no colo dos outros a responsabilidade de uma decisão impopular. Agora, não é mais a RUMO que exige arrebentar Catanduva. Agora, é o governo federal que anuncia que a cidade precisa se adequar ao aumento de fluxo de trens no "país". Agora, é uma necessidade, quase uma imposição. Agora o DNIT, que pelo visto é mais um cabidão de empregos federal, é que manda na cidade. Agora, teremos que obedecer, como cordeiros, o que decidem em Brasília, em detrimento aos anseios de toda uma comunidade.

Quando se espera um murro na mesa e um "não", encontramos um balançar afirmativo de cabeça. Quando esperamos um representante da cidade, não encontramos nada.

Parece que o prefeito está buscando brechas para isentar-se de responsabilidade, ganhar sem perder. Quer usar a mão do gato para tirar o peixe da brasa.

Pois pelo que se ouve pelas esquinas, além de não conseguir tirar o peixe, vai torrar até o último fio de cabelo.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Opinião

R.I.P., Railroad & co.

Luiz Roberto Benatti

Com DNIT ou sem DNIT, o desvio se demite, por justa causa e desobrigado de levar a cabo o irrealizável. Penso que os pró-homens da cidade, coadjuvados pelos componentes da Câmara mais mal acabada da história politicoadministrativa da Vila dos Tomates Podres, deve- riam parar de enrolar as pessoas de bem e dizer-lhes: Olhem, não é nada do que dizíamos ser e o que poderia-mos afirmar é que, de agora em diante, permaneceremos calados para sempre. Ora pro nobis, estamos no velório da Railroad & co., lágrimas nos olhos, corações oprimidos, porque, a partir de outubro, as novas composições – 80 vagões, duas máquinas, cargas duplas, trafegarão pela grandiosa cidade, eterna namorada do Zé Alfredo, a caminho de outro destino que não merecemos. Sempre aos pares, enquanto um dos trens estiver parado, o outro seguirá viagem, com a demora de 20 minutos para cada dupla num tempo neurotizante porque 20 ou 30 duplas irão encantar nossos ouvidos. O pior, escreveu Millôr Fernandes, não é morrer. É não poder espantar as moscas.


Investigação

CEI do Concreto se reúne e André Beck será o relator; contratos da SAEC entram na mira das investigações

Aconteceu na tarde desta sexta-feira, 18, a primeira reunião da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que irá apurar denúncia de corrupção envolvendo o prefeito Afonso Macchione e o secretário de Obras, Alfredo Minervino Neto. Eles foram apontados através de denúncias, por enquanto anônimas, de manterem uma empresa de concreto - Concrecat - com a finalidade de se beneficiarem na realização de obras nas duas gestões anteriores de Macchione e também na atual. Alfredo Minervino é um dos proprietários da Concrecat, porém o prefeito não aparece na razão social da empresa.

Na reunião, presidida pelo vereador que apresentou o pedido, Maurício Gouvêa, ficou estipulado que o relator será o vereador André Beck. Apesar da CEI ter membros aliados do prefeito Afonso Macchione não houve qualquer debate ou polêmica. Porém, a indicação de Beck como relator tira a possibilidade dos integrantes da comissão em amenizar qualquer situação desagradável ao governo que possa surgir durante as investigações.

A Concrecat, Macchione e Minervino serão investigados desde o primeiro mandato do atual prefeito. As denúncias informam que as empresas que ganharam licitações da prefeitura para a realização de obras pesadas na cidade seriam obrigadas a comprar o concreto de Minervino. Por outro lado, o secretário seria "laranja" do prefeito.

Serão avaliados ainda contratos da SAEC. Caso a Concrecat tenha vendido concreto para empresas que ganharam qualquer licitação da Superintendência as investigações poderão ser ampliadas. Alfredo Minervino Neto foi superintendente da autarquia no segundo governo Macchione.

Segundo informações de bastidores, empresários serão ouvidos.

A denúncia chega no momento em que o prefeito tenta a aprovação de uma transferência de recursos para a canalização do Rio São Domingos, numa obra que pode consumir R$ 15 milhões. Além disso, om prefeito enfrenta a rejeição popular com a proposta de derrubar o viaduto da Rua 7 de Setembro e fechar as ruas XV de Novembro e Florianópolis.


Enquanto isso, no Tarraf...

Você, amigo leitor, pode colaborar enviando imagens para arthur007@uol.com.br ou para o WhatsApp (11) 99118-5007.



Divulgação gratuita


- A Promotoria Pública do Meio Ambiente de Catanduva está encaminhando ofício à prefeitura municipal para que apresente, o mais rápido possível, todos os detalhes do projeto preparado pela empresa Rumo e que pretende fechar as ruas Sete de Setembro, XV de Novembro e Florianópolis.

- O Ministério Público recebeu manifestação de um cidadão a respeito dessas modificações propostas e o impacto ambiental que as mudanças possam provocar. Após receber a resposta da prefeitura, não está descartada a instauração de um inquérito civil. Caso se comprove prejuízo da população, outras ações judiciais poderão ser impetradas.

- A empresa RUMO quer o aumento do chamado "gabarito ferroviário" em Catanduva. Para isso, propõe a elevação da passarela do Higienópolis, a derrubada do Viaduto da Sete de Setembro, fechamento das ruas XV de Novembro e Florianópolis. Em contrapartida está propondo obras de prolongamento da rua São Paulo e a construção de um viaduto. A prefeitura fala em "complexo viário".

- Nas ruas Sete de Setembro e XV de Novembro - pela idéia da empresa, já encampada pela prefeitura - querem construir passarelas de pedestres. A altura de cada passarela seria algo em torno de 3 metros. Na parte inferior, o acesso seria completamente proibido.

- Na noite desta terça-feira, 08, o assunto foi tema de debates entre vereadores. O vereador André Beck - em seu discurso - disse que era o momento do município conseguir o máximo possível de benefícios para a população. Informou ainda que dentro do próprio site da RUMO está a informação que a empresa destinou R$ 5 bilhões para investimentos em sua malha ferroviária - que é uma concessão. Assim, os R$ 20 milhões que pretende investir em Catanduva seriam irrisórios.

- André Beck informou ainda que recebeu da prefeitura, após pedir em requerimento, um CD com o projeto da RUMO. Nesta hora, ele pegou alguns vereadores de surpresa. Amarildo Davoli chegou a perguntar onde estava o tal projeto pois até agora só estava acompanhando a história através das "mídias sociais". Mais uma vez, Beck informou que recebeu o CD da prefeitura e queria distribuir uma cópia para cada vereador.

- Bem, para os vereadores que estão ansiosos, é só ver o material do CD no site Passando a Limpo que há um mês já publica com exclusividade o projeto proposto pela RUMO.

- O vereador Cidimar Porto ocupou a tribuna da Câmara mostrando indignação. Ele se diz indignado com o fato das informações estarem sendo veiculadas sem a chancela oficial da prefeitura. Chegou a ler um discurso do início do século passado onde o orador, o primeiro presidente da Câmara Municipal da cidade, criticava os críticos.

- Cidimar Porto disse que o projeto era diferente daquele que estava sendo veiculado, mas não entrou em detalhes. Voltou a falar em construção de viaduto, passarelas, e até mesmo "complexo viário". E contou a história de um cidadão que desejando chegar perto de um acidente disse que era parente da vítima. E a vítima era um jegue. Assim, ele exemplificou o fato da notícia estar sendo debatida "de forma precipitada e sem conhecimento de causa". Cidimar Porto diz que este tipo de debate e divulgação é premeditada, com a finalidade de levar a população a criticar o governo.

- Porém, ele reconheceu que tinha conhecimento do projeto antes mesmo de sua divulgação.

- Segundo a prefeitura, a primeira negociação com a RUMO aconteceu em fevereiro deste ano.

- O site Passando a Limpo divulgou em primeira mão e com exclusividade detalhes e fotos do projeto apresentado pela rumo. As fotos continuam nesta página.



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Bom dia Arthur,

meu nome é Carlos, sou professor e assim como você um entusiasta de Catanduva. Estou extremamente preocupado com esta história da RUMO e gostaria de lhe pedir um favor: se você tiver a versão completa do projeto da RUMO de nos enviar, digo nos, porque trabalho no IFSP e estamos preparando um documento técnico para contra-argumentar o prefeito e sua péssima equipe técnica e política também. Estão envolvidos nesta empreitada professores da engenharia, alguns servidores e alunos do campus.

Penso que temos de fazer uma campanha pelas redes sociais e também, se for o caso, nos mobilizar e manifestações públicas.

Conte com o nosso apoio

Att

Carlos Junior

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Macchione diz que empresa RUMO está com pressa e que viaduto da Rua Sete já cumpriu seu papel; prefeito confirma fechamento da rua XV de Novembro

Arthur Godoy Júnior

O prefeito Afonso Macchione anunciou na tarde de ontem, terça-feira, que a empresa RUMO está com pressa e urgência na intenção de retirar o viaduto da Rua Sete de Setembro e fechar as ruas XV de Novembro e Florianópolis. Segundo o prefeito, foi procurado pelos diretores da empresa para apresentar a proposta de prolongamento da rua São Paulo com a criação de um viaduto que desembocaria na avenida Daniel Soubhia. Macchione disse que a princípio foi contrário à idéia mas à medida em que os argumentos foram apresentados viu que poderia ser viável.

Macchione reconhece que o problema da empresa envolve a altura dos trens, que já estariam encostando no viaduto da rua Sete de Setembro. Para o prefeito, o investimento realizado pela RUMO poderia resolver a questão da mobilidade urbana. Para ele, o viaduto da Rua Sete de Setembro já cumpriu seu papel na história catanduvense. A Rua Sete seria fechada para tráfego de carros, com a criação de uma mureta e uma passarela para pedestres, o mesmo acontecendo na rua XV de Novembro e Florianópolis.

Apesar de não reconhecer publicamente, o prefeito já defende nos bastidores todo o projeto da RUMO. Os vereadores da base aliada, Cidimar Porto e Nilton Cândido já dão mostras de serem favoráveis à idéia. Por outro lado, o "complexo", como os vereadores já começam a definir a iniciativa, iria praticamente afunilar o trânsito na rua Goiás, dividir a cidade em dois polos e prejudicar moradores e comerciantes do Higienópolis, São Francisco e todos os bairros daquela região.

O prefeito disse ainda que a retirada dos trilhos de trem do centro da cidade pode demorar até seis anos, e ressaltou mais uma vez que a empresa está com pressa para resolver o problema da passagem das maiores composições. A respeito da rua XV, Macchione disse que dentro da cidade existem curvas acentuadas.

Na tarde de ontem, a deputada Beth Sahão divulgou um vídeo onde se coloca contra a iniciativa.

Veja abaixo o projeto defendido pela RUMO e pelo prefeito:


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

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