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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 18 de junho de 2018

Atualizado às 06h00

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GUERRA

Macchione diz que Câmara Municipal faz "politicagem suja", anuncia que vai canalizar rio por decreto e fala que cada sessão do legislativo custa R$ 250 mil aos cofres públicos

O prefeito Afonso Macchione decidiu abrir toda a sua artilharia contra os vereadores da Câmara Municipal. Investigado por duas CEIs, e vendo que seus projetos estão sendo barrados pelos parlamentares, o prefeito anunciou neste domingo que considera as atuais decisões da Câmara como "politicagem suja". Macchione não se conforma com o fato de seu projeto de canalização do rio ser barrado pelos vereadores e o projeto que o autoriza a pagar o atrasado do dissídio dos servidores com o dinheiro da SAEC.

Abrindo a metralhadora giratória, Macchione disse que as decisões são "esdrúxulas" (termo já usado anteriormente para definir uma emenda de Amarildo Davoli), e que a Câmara Municipal deveria parar de ficar pintando prédio todo ano. O prefeito disse ainda que é um absurdo manter uma Câmara com R$ 11 milhões, dizendo que a população precisa saber que cada sessão dos vereadores custa aos cofres públicos a quantia de R$ 250 mil. Para o prefeito, a partir de agora, tentará governar por decreto. Inclusive, o início da canalização do rio São Domingos já começará com um direcionamento de R$ 2 milhões dos cofres públicos.

Sobre o dissídio dos municipiários, Macchione informou que pretende pagar os 5% e os R$ 30,00, mas os atrasados terão que respeitar a disponibilidade de caixa da prefeitura e um programa de pagamento. No início da semana, em reunião com comerciantes da baixada, o prefeito disse que não iria parar seu governo para pagar funcionários e não garantia a quitação dos atrasados dentro de seu mandato.

O secretário Fábio Manzano, numa postagem na rede social, criticou a Câmara Municipal por revogar a autorização da Guarda Municipal em multar. O governo anunciou que apesar da proibição legal, continuará a multar os motoristas através da Guarda Municipal. Manzano declarou que "É inadmissível afastar a guarda municipal de suas atribuições! A Câmara deveria se pautar pela austeridade, pela aplicação da Lei e da Ordem prioritariamente, porém, fazem o contrário. Vergonhoso! E isso não tem nada a ver com aceitar abusos ou arbitrariedades de qualquer autoridade ou agente municipal."

A crise entre Macchione e a Câmara atinge o seu auge justamente no momento em que os 13 vereadores assinam pedido de CEI do vereador Ditinho Muleta para investigar denúncia que o prefeito usou a estrutura da SAEC, paga com o dinheiro público, para obras em um loteamento de sua propriedade. O fato teria ocorrido em 2011 e veio à tona com denúncia de servidores. A promotoria pública de Catanduva já tem um inquérito sobre esta denúncia.


"Eles me obrigam a dizer um termo que eles não gostaram quando foi usado no passado. É uma decisão esdruxula. Uma decisão de brecar a administração pública, brecar benefícios para a cidade, benefícios esses já buscados pela comunidade desde a fundação do nosso município que temos problemas nas margens do rio e queremos resolver. O que a Câmara fez é inadmissível. É uma politicagem suja, baixa, de quem não quer o bem de Catanduva. É exatamente isso que aconteceu"

"Fizeram o adiamento sine die e fizeram uma lei autorizativa para usar os recursos para fazer o pagamento dos funcionários. Como é que vou fazer o pagamento dos funcionários, isso se fosse legal, se não tem a dotação orçamentária que não foi aprovada? Não tem muito sentido. Preciso me acalmar porque não vale a pena tamanhos dissabores"

"Estamos fazendo um cronograma físico financeiro da obra e vamos ver o que é possível usar através de decreto, quanto teríamos de eventual sobra, e vamos abrir o processo licitatório. Talvez para este ano utilizar em torno de uns R$ 2 milhões, se for possível, para que possamos iniciar a obra"

"Com relação aos atrasados, vamos ver quanto monta e fazer uma programação possível, com pé no chão. Temos outros compromissos também. Não adianta ficar fazendo essa balela, essa demagogia. Vamos ser sérios, vamos trabalhar para o município, vamos discutir projetos. A hora de política não é agora, é no último ano de mandato"

"Alguns vereadores da Câmara querem parar a administração. Não vão conseguir. Só vão conseguir se me tirarem daqui. Aí, paciência, o que posso fazer"

"Acho que a Câmara poderia fazer até um pouco de economia, ao invés de pintar o prédio todo ano, e colabore. Faça economia lá e ajude a pagar os funcionários. Tem recurso para isso. Tem sobra. Não se admite pagar R$ 11 mihões com uma Câmara Municipal. Cada sessão da Câmara custa R$ 250 mil. A população não sabe disso. Para fazer o que? Para atrapalhar muitas vezes o Município. Infelizmente é isso".

Prefeito Afonso Macchione, em ataque direto aos vereadores da Câmara Municipal que aprovaram projeto do Enfermeiro Ari o autorizando a usar o dinheiro da SAEC para pagar o atrasado do dissídio dos funcionários


Há um pouco menos de um ano...

O presidente da Câmara, Enfermeiro Ari, encaminhou para a prefeitura um cheque de R$ 600 mil para a construção da nova ponte da Matilat. A obra ainda não terminou.


HUMOR

Dissídio, canalização, Saec, Concrecat, AltaVista...


A notícia mais importante desta atualização

Câmara investigará denúncia de que Macchione e Minervino usaram a SAEC com dinheiro público em empreendimento particular do prefeito; Ministério Público já apura o caso; Macchione diz que precisa ver do que se trata

Na próxima terça-feira, 19, a Câmara Municipal de Catanduva instala uma comissão especial de inquérito (CEI) para apurar denúncia de que o prefeito Afonso Macchione, em sua gestão passada, usou maquinários, homens e materiais da SAEC em seu empreendimento particular. Os fatos já estão sendo apurados pelo Ministério Público que já ouviu testemunhas e trabalhadores da autarquia. Ao receber esta informação, o vereador Ditinho Muleta formulou o requerimento da CEI e passou três dias coletando assinaturas. Todos os vereadores assinaram. Luis Pereira, do PSDB, ainda argumentou que o caso já vinha sendo apurado pela promotoria, mesmo assim - com a insistência de Ditinho Muleta - assinou.

Na época, a SAEC era comandada pelo ex-secretário de Obras, Alfredo Minervino. Ele e Macchione já são investigados em outra CEI, solicitada por Maurício Gouvea. Nela, o vereador do PV apurar se a Concrecat - empresa de Minervino - fez pressão para que vencedores de licitações da prefeitura municipal comprassem seu concreto. E mais: se o ex-secretário seria um sócio laranja de Macchione na empresa. Nesta CEI, os trabalhos estão apenas começando. Apenas uma reunião foi realizada.

Segundo a denúncia desta nova apuração, Macchione e Minervino utilizavam funcionários da SAEC, além de maquinário e materiais, para um loteamento do prefeito. Os trabalhos aconteciam nos finais de semana, quando os funcionários da SAEC recebiam horas extras para trabalharem.

Entre os documentos apurados por Ditinho Muleta estão termo de depoimento de um funcionário da SAEC, Marcos Leandro Cunha, que declarou ter trabalho por mais de dois meses, aos sábados, domingos e feriados, onde toda a rede de esgoto do empreendimento AltaVisto, do prefeito, recebeu toda a rede de esgoto. O próprio funcionário informa que em caso de terrenos particulares a obrigação deste tipo de obra é por conta do proprietário do empreendimento. Cabe à SAEC apenas sua ligação com o sistema público.

A instalação da CEI encerra uma semana terrível para o prefeito municipal. Além de ver barrada a sua intenção de utilizar R$ 15 milhões para a canalização do Rio São Domingos, assistiu a Câmara Municipal aprovar uma lei que o autoriza a usar o dinheiro para pagar o dissídio dos funcionários. Macchione também foi derrotado em todos os seus projetos de criação de cargos.

As denúncias apresentadas pelo funcionário da SAEC e agora transformadas em CEI já são alvo do Ministério Público. O caso tramitava em segredo de Justiça, mas como se transformou em CEI, as investigações da Câmara Municipal são públicas.

Se as denúncias forem comprovadas, Afonso Macchione poderá ser cassado, além de responder nas áreas administrativa e penal.

O prefeito Afonso Macchione declarou que: "Preciso me informar melhor, mas é bom que se faça a CEI. Acho muito salutar porque as dúvidas precisam ser esclarecidas. Se eventualmente alguma irregularidade a gente paga por isso. Não sei do que se trata, preciso me inteirar. Mas não estou vendo nenhuma irregularidade, jamais cometeria uma irregularidade em sã consciência".


Opinião

Cabeça erguida

Arthur Godoy Júnior

Os livros de histórias trazem a informação de que Fernando Collor de Mello, o Caçador de Marajás, ex-governador de Alagoas e hoje senador da República, foi defenestrado da cadeira da Presidência da República por ser ladrão. Entre uma propina aqui, uma propina ali, um jardim suntuoso, um carro Elba, além é claro de alguns supositórios, a imagem do então presidente foi se desintegrando como o Retrato de Dorian Gray, livro de Oscar Wilde. Terminou como terminou, saindo de cabeça erguida, imponente, arrogante, mas expulso da República. Aproveitando-se da realidade nordestina, voltou. Orgulha-se de ter sido inocentado pela Justiça, mas isso até Paulo Maluf se orgulhava há pouco tempo atrás.

Quem acompanha a política sabe muito bem que o maior pecado de Collor de Mello foi tentar governar sozinho, impondo seus absurdos e aberrações por cima do congresso. Nos bastidores quis se afastar das conversas de gabinete. Não que fosse santo, muito pelo contrário. Sua intenção era tomar apenas para si o que muitos dividiram com outros. Ávido pelo poder, tendo PC Faria como seu caixa 2 e tesoureiro particular, acharcando empresas e negócios, Collor foi se isolando. Até que seu irmão, Pedro, abriu a boca. A partir daí o castelo de cartas desmoronou, e na nova democracia, o primeiro presidente eleito e aclamado pela população foi retirado do poder. Sem traumas, choro ou velas.

Depois tivemos Fernando Henrique, Lula e Dilma. Foi aquela história de compra de votos, mensalão, petrolão, etc e tal. Lula passou seis oito anos embaixo de denúncias, que morriam nos jornais. Os laranjas foram presos, Marcos Valério continua atrás das grades, Duda Mendonça abriu o verbo, mas ele, o Capo, Lula, o Santo, terminou seu mandado em glória. Elegeu o poste chamado Dilma, que de tão ruim, tão ruim, e sem saber negociar - ou escolhendo mal quem negociava com o congresso - também teve o tapete puxado. Com Temer ao seu lado, como um vampiro à espera da presa, Dilma caiu relativamente fácil. Ela também não soube conversar politicamente com quem de direito. Caiu mais pelos bastidores do que propriamente pela crise. A crise, como a entrevista de Pedro, ajudou.

Afonso Macchione teve dois mandatos. Dizem que saiu aclamado, e deve ser verdade. Passou os quatro anos de Geraldo Vinholi acompanhando bem de perto a derrocada do então prefeito. Cidimar Porto, Nilton Cândido e Amarildo Davoli, nadaram de costas através de factóides, erros crassos de Vinholi e também pela falta de visão política e local do ex-prefeito. Vinholi subestimou os inimigos e afundou como o Titanic. O que era boato virou fato e o que era fato virou escândalo. E deu no que deu, terceiro lugar na eleição. Macchione voltou como saiu - aclamado.

Mas os tempos são outros. Desde a festa da vitória dava para perceber que os dias seriam diferentes. Em 2004, ao vencer o petismo de Félix Sahão, Macchione lotou a praça da Matriz. Eu estava lá. Parecia final de Copa do Mundo. Carros desciam a rua Brasil em festa. Bandeiras, palanque, discursos. O catanduvense lavava a alma. Em 2016, uma festa discreta no comitê. Nas ruas, um domingo qualquer. A posse, então, um pugilato no Clube de Tênis. E a partir daí, como Dorian Gray, a imagem do prefeito vai se desfigurando publicamente.

Agora, denúncias sérias e gravíssimas. No ano passado, um governo paralisado. O discurso de que pegou a cidade arrebentada não durou 60 dias. A população passou a cobrar um governo que resolvesse seus problemas e não que apresentasse desculpas. No meio do ano, a tentativa de tirar direitos dos funcionários, atraso em material escolar, uniformes de alunos. O ano terminou, começamos 2018 e as coisas pioraram. Surgiu a RUMO, de repente, de surpresa, nas manchetes do site Passando a Limpo. As reuniões que aconteciam nos gabinetes tiveram que ser expostas. Também tivemos os recursos contra o dissídio do funcionalismo, a tentativa de canalizar o rio - enquanto o amianto está em nossos canos - a Concrecat, o secretário que pediu o boné.

Agora, a denúncia que usou a SAEC para fazer as obras de infraestrutura de seu loteamento. Como resposta, diz que precisa ver o teor do que estão dizendo.

Não há a mínima condição de governar. Não há solução a médio prazo. O governo não tem estrutura, metas e objetivos. Macchione vai sendo condenado pela Justiça, e a cada mês, um novo problema. Possivelmente, cairá como Collor e Dilma. Nos bastidores, não dialoga seriamente com o legislativo. Deixa os vereadores falando sozinhos em reuniões, promete e não cumpre e bate de espora em sua própria base aliada - chegando a chamar os atos de seus aliados de esdrúxulos. Na última sessão, foi metralhado politicamente.

Quanto mais berra, mais afunda na areia movediça.

O governo acabou. Não sei se Macchione entregará o cargo, se irá ser afastado ou se irá até o final, como um morto-vivo.

Bem, independente de qualquer coisa, o importante será sair de cabeça erguida. Assim, como Collor de Mello...

Meu nome é Arthur Godoy.

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- O governo municipal anunciou a criação de uma comissão de trabalho formada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (Comdu) para estudar o projeto proposto pela empresa RUMO. As reuniões já estão acontecendo e possui integrantes da prefeitura municipal, Câmara de Catanduva e da ACE. O vereador Luis Pereira está representando a Câmara e o empresário André Nardini está pela ACE.

- Segundo o governo, a intenção do grupo técnico é avaliar possíveis impactos da obra e propor melhorias.

- No primeiro encontro realizado na última segunda-feira ficou definido que a presidência dessa comissão ficara a cargo do arquiteto Carlos Bittencourt Ribeiro. Antônio Augusto Frigério será o relator. O grupo é formado por nove pessoas, sendo que 30% são membros da administração.

- O presidente diz que a comissão focará seus estudos nas áreas de "influência das obras" com a intenção de propor novas soluções que "possam facilitar a vida do cidadão". O grupo também terá a função de mediar "o processo junto à sociedade civil e instituições envolvidas – moradores, comerciantes, empresários, ACE, Sincomercio, OAB e outros.".

- A comissão, no todo, é formada por André Nardini Sader, Antônio Augusto Frigério, Bruno Eduardo Manchini, Carlos Bittencourt Ribeiro, Cristie de Oliveira Rosa, João César Mendes Menegheli, Luís Carlos Pereira da Conceição, Luis Francisco Benjamim e Manuel Richarte Gomez.

- A situação mais indigesta ali ficou com o empresário André Nardini já que ele está no partido NOVO, que também vinha realizando estudos para apresentar ao prefeito Afonso Macchione. Informações apontam que o grupo do NOVO tinha um projeto sugerindo o rebaixamento dos trilhos. Agora, Nardini passa a compor um grupo que segundo o governo irá "mediar o processo junto à sociedade". Resumindo: convencer o catanduvense a engolir algo que ele realmente não deseja.

- Politicamente falando, também é um tiro no pé do empresário. Ele que vinha sendo apontado como um possível nome na sucessão de Macchione, em 2020, já começa com um currículo destes: defender para a população o projeto da RUMO.

- E vamos ser sinceros: a RUMO não gastou um dinheiro com filminho em 4 D para que uma comissão de catanduvenses viesse propor mudanças... E mais: o que a RUMO quer, de verdade, é a derrubada do Viaduto da Sete e aumento na altura da passarela do Higienópolis. O resto, inclusive a tal comissão, é resto.

- No meio político se comenta que depois dessa comissão, Nardini terá problemas até para viabilizar uma candidatura a vereador.

- E falando em sucessão de Macchione dois nomes estão despontando para a disputa de 2010: Beth Sahão e....Roberto Cacciari. Ele mesmo, o empresário. Ele já tem conhecimento que em 2020 estará liberado pela Justiça para participar de eleições. E nos últimos dois meses algumas lideranças políticas já foram procurados por interlocutores do empresário.

- Numa conversa recente, Cacciari avisou Marco Vinholi de sua intenção de disputar a prefeitura.

- Por outro lado, ao sair em defesa aberta ao catanduvense contra o projeto da RUMO, a deputada Beth Sahão vai conseguindo fincar de vez seu nome como alguém ligada ao cotidiano da cidade.


De Catanduva para o Brasil...

CAMPANHA

DUDA E NETO

JÁ ALCANÇAMOS R$ 1.020,00

Olá amigos do Passando a Limpo, tudo bem?

Viemos pedir seu apoio. Nós fomos convidados pela Agência BR People para uma Convenção Nacional de Talentos, no centro de eventos NOVOTEL na Barra da Tijuca- Rio de Janeiro 13 e 14 de julho de 2018. Faremos uma audição com renomados produtores musicais, teremos a oportunidade de mostrar nosso talento e alavancar nossa carreira musical além de contatos que faremos.   

No entanto, não temos caixa e recursos para irmos à convenção. A maior parte de nossos shows são beneficentes e divulgações, apenas alguns com cachê. Fizemos um levantamento. A viagem com hospedagem e alimentação terá um custo médio de R$ 9.800,00.

Até o dia 06 de junho já alcançamos R$ 1.020,00. Sabemos que é o início de uma longa campanha. Agradecemos a todos que estão depositando algum valor.

Assim, pedimos, se possível, sua colaboração com qualquer valor.

O número da conta é:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

AGÊNCIA: 2967

CONTA POUPANÇA: 013 00013718-4

TITULAR DA CONTA:

JOSÉ LANDIM NETO

Agradecemos de coração!

Duda e Neto!


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

PARA ENTRAR NA PÁGINA DE ARLINDO GUTEMBERG - NO FACEBUNDA - CLIQUE AQUI. DEPOIS, CURTA E SIGA. ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS



http://twitter.com/arthurgodoyjr


Divulgação gratuita



Videos cedidos gentilmente pelo grupo de WhatsApp - Integração Catanduva - Marcelo Patané, Fernando Galhardo e Wanderley Carvalho

Então, né?

Você, amigo leitor, pode colaborar enviando imagens para arthur007@uol.com.br ou para o WhatsApp (11) 99118-5007.


Bom dia Arthur,

meu nome é Carlos, sou professor e assim como você um entusiasta de Catanduva. Estou extremamente preocupado com esta história da RUMO e gostaria de lhe pedir um favor: se você tiver a versão completa do projeto da RUMO de nos enviar, digo nos, porque trabalho no IFSP e estamos preparando um documento técnico para contra-argumentar o prefeito e sua péssima equipe técnica e política também. Estão envolvidos nesta empreitada professores da engenharia, alguns servidores e alunos do campus.

Penso que temos de fazer uma campanha pelas redes sociais e também, se for o caso, nos mobilizar e manifestações públicas.

Conte com o nosso apoio

Att

Carlos Junior

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