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Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

Telefone e WhatsApp (11) 99118-5007


São Paulo, 19 de março de 2020

Atualizado às 09H10

online



ESPECIAL

CORONAVÍRUS

CATANDUVENSES NA GUERRA CONTRA A TRANSMISSÃO E AS FAKES NEWS

POR UMA SEMANA, ESTAREMOS DANDO UMA PAUSA NO SITE PASSANDO A LIMPO.

MAS COMO A NOTÍCIA NÃO TEM HORA PARA ACONTECER, AINDA MAIS NUM TEMPO TÃO DIFÍCIL COMO O NOSSO, TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE O COTIDIANO, A POLÍTICA DE CATANDUVA, NÚMEROS E INFORMAÇÕES SOBRE O COVID -19 PODERÃO SER OBTIDAS ATRAVÉS DE NOSSOS CINCO GRUPOS DE WHATSAPP E TAMBÉM DA PÁGINA NO FACEBOOK.

NA VOLTA, ESTAREMOS REALIZANDO MUDANÇAS EDITORIAIS NO SITE, PARA QUE ELE FIQUE MAIS ÁGIL E CONSIGA SE ADAPTAR AOS NOVOS TEMPOS DE REDES SOCIAIS.

MUITO OBRIGADO PELA COMPREENSÃO.

E PELO AMOR DE DEUS, SE CUIDEM!

(ARTHUR GODOY JÚNIOR)



tête-à-tête

SALOMÉ PACHÁ

Ela tem linha direta com o governo e ainda nutre esperanças...

Alô, alô. Afonso? É o Afonso? Sua voz está diferente.... tem certeza que é o Afonso? Aqui é a Salomé....isso, a Salomé. Mas o que houve com a sua voz, querido? Ah, está rouco? Também fica gritando por aí para as pessoas chuparem... Eu ouvi sua entrevista na rádio. Você terminou gritando "chupem", eu até assustei. Parecia o Zagallo gritando que a gente vai ter que engolir.... Ah, você estava comemorando a retirada dos trilhos de trem. Ah, então era isso. Engraçado, hoje eu passei na rua São Paulo e eles ainda estavam lá... Bem, talvez eu tenha me enganado, né Afonso? Como é? Não é para agora? Ainda vão fazer o estudo, rever o projeto, esperar verba, desapropriar terras? E a gente vai estar vivo para ver isso, Afonso? Sei não. A gente já estava sofrendo com a dengue, agora a chinesada deu de comer morcego e ferrou todo mundo. Se a gente conseguir escapar da dengue e do tal Coronavírus, temos é mais que comemorar. Mas Afonso, você está muito rouco. Para de gritar, agora não adianta mais. Faz o seguinte, faz um chá de limão, ou gargarejo com casca de romã. Você vai melhorar. E deixa dessa coisa de ficar gritando em rádio. Se gritar resolvesse alguma coisa, o Maurício Gouvêa era presidente da República. Tem que avisar aquele moço que tem microfone na Câmara, não é mesmo? Mas me diz uma coisa, Afonso, o que aconteceu? Cassaram a liminar? Assim, do nada? Mas você explicou Afonso que não comprou os botões na 25 de março para fugir de licitação? Nossa, aqueles Carnavais foram bons mesmo, hein? Até hoje você está sambando... Catanduva, o melhor e mais comprido Carnaval do Brasil. Como é que é? Vai recorrer? De novo? Melhor, não Afonso. Já te cassaram duas vezes, já puxaram seu tapete outras duas... Ta parecendo aquele filme, De Volta para o Futuro. O sujeito vai para o passado, apanha e volta. Aí vai para o passado, apanha mais um pouco e volta. Melhor ficar em casa que é melhor.... Vai viajar, querido. Visitar a Itália... E me diz uma coisa, a Marta assume, não é mesmo? Ah, claro que assume. O Luis Pereira ta do lado, jogando umas cascas de banana, mas a Marta assume. Agora, Afonso, dá para deixar a coitada governar um pouco? Você fica parecendo aquelas almas penadas, que não quer sair da casa. Ah, vai deixar? Mas vai deixar mesmo? Então, tá bom. Começa tirando a segunda cadeira do gabinete... O que está feito está feito, não dá para voltar atrás. Calma, Afonso. Não adianta xingar o Enfermeiro Ari. Eu vi, eu vi que a Altair ficou bonita, acabou. Isso, ele não vai poder ir mais lá gravar para jogar na internet. Afonso, para de gritar em italiano e chorar ao mesmo tempo que eu não entendo, querido. E para de falar palavrão, coisa feia. Engole o choro, engole o choro. Isso, se acalma. Volta a vestir o pijama, vai assistir Netflix. Isso, está passando umas sérias boas. Tem um filme antigo muito bom, indicação da minha amiga Jussara. É, busca lá. O nome? Ah, O Condenado.... Alô, alô?, Vixe a linha caiu.... Já deve estar berrando para o pessoal chupar de novo...


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Caro amigo leitor, minha querida leitora. Cada ser humano possui um sensorial diferente, que é baseado em suas experiências pessoais e na sensibilidade que nos distingue. Não posso dizer por cada um de vocês, mas sinto que estamos em "tempos difíceis, tempos estranhos". Talvez, os catanduvenses ainda não tenham sentido a força que a pandemia relacionada ao Covid-19 está causando no planeta, e agora no Brasil. Protegidos pela falsa impressão que uma cidade do interior está imune à doença ou que não tenhamos casos confirmados, muitos insistem em querer manter a mesma rotina. Talvez, se sustentam pela máxima "o que eu não vejo, não existe", e assim mascaram o pânico e o terror que já estão presentes nas grandes Capitais.

O Brasil adotou uma espécie surreal de contagem de casos positivos ou suspeitos. Se você tiver todos os sintomas do Coronavírus, e for a um posto de saúde, não será contabilizado nas estatísticas. Mas se sua situação piorar a ponto de ter que ser socorrido a um hospital, e ocorrer a realização de um exame através de um kit, você passa a ser suspeito. No resultado do exame, descartado ou positivado. Especialistas dizem que os sintomas do vírus surgem aproximadamente nove dias após a infecção. Então, temos milhares de pessoas já infectadas caminhando pelas ruas sem apresentarem qualquer tipo de sintomas, mas contaminando seus amigos, parentes, conhecidos, desconhecidos, enfim, propagando o máximo possível do vírus.

Vamos supor algo muito óbvio, simples. Uma pessoa infectada apanha um ônibus em São Paulo com destino a Catanduva. Nos contatos que tem dentro do coletivo, e nem precisa ser apertando as mãos mas simplesmente se apoiano nos corrimões superiores do veículo, esta pessoa pode infectar até -m quem sabe - outros 10 passageiros. Estes, por sua vez, descem em Catanduva e começam a participar da vida social como se nada estivesse acontecendo - aliás, para ele, nada está. Após nove dias de grande distribuição de carga viral, ele tem os primeiros sintomas e aí passa a procurar os centros médicos. Nisso, existem cenários prováveis. A pessoa fica doente mas o próprio metabolismo consegue enfrentar o coronavírus e a doença se transforma numa gripe daquelas, com todos os grandes sintomas. Ou há uma piora no quadro e a necessidade de ser internada e passar pela respiração mecânica. Para se entender mais fácil: é entubada. E entra para as estatísticas.

Assim, em tese, temos uma multidão de pessoas com o vírus que acabará desembocando no serviço público sem que este tenha condições de absorver estes pacientes. Além do coronavírus, nossos hospitais enfrentam outra série de doenças, até mesmo a dengue, que praticamente já foi esquecida pela população mas continua atacando sem dó ou piedade os catanduvenses.

Vejo com preocupação algumas autoridades locais não tomando as medidas urgentes que deveriam ser implantadas para ontem. Não se trata de terrorismo, apesar que estas palavras realmente aterrorizam a todos, mas de debater seriamente um problema. O único meio de tentar conter a infecção generalizada é o isolamento social. Mesmo que as pessoas fiquem doentes, esta taxa ocorre de maneira mais lenta, dando fôlego para o sistema de saúde consiga atender as pessoas com um mínimo de qualidade. Entendam que o inimigo já chegou no Brasil, e está aí do seu lado. Exija das autoridades responsabilidade. Parem as aulas, reduzam ou cortem os horários de alguns serviços, saia de casa apenas o necessário. Hoje em dia, ser educado é não apertar as mãos das pessoas.

Infelizmente, é assim.

Como diriam os antigos, "não durmam com os olhos dos outros".

- Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

- Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

- E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Opinião

E então, Marta...vai governar ou esperar o tempo passar?

Se fôssemos dar uma nota para a administração Marta no ano de 2019 - numa escala de 1 a 10 - o número seria 4. Isso pela simpatia e boa vontade em conversar. Administrativamente, uma lástima. Usou as mesmas táticas de seu antecessor para conseguir a aprovação de projetos pela Câmara Municipal e como Macchione, falhou. No final, pediu a aprovação de pacotes de medidas que foram todos sepultados. E quanto pensou que poderia administrar visando uma possível candidatura, acordou com um punhal cravado nas costas. Numa linda manhã de dezembro, foi comunicada que seu governo chegara ao fim. Muito ética, comandou uma salva de palmas para a volta de Macchione ao gabinete. Depois, se retirou da vida pública.

Agora, tem uma nova chance. Num quadro bem diferente, pois se Macchione deixou o governo por ordem da Câmara Municipal - legislativo - agora foi o Tribunal de Justiça que o retirou do gabinete. Terá que aguardar o transcorrer do processo que tramita na 1º Instância em Catanduva fora do cargo. Bem, todo mundo sabe que estando longe do poder, o então prefeito se tornará pessoa mais fragilizada e não será de se espantar se a decisão judicial manter o decidido pela Câmara de vereadores. Macchione não ocupará outro cargo público, e passa a ser lembrado como um prefeito cassado. Nada mais do que isso.

Então, a única pergunta que temos fazer para a prefeita Marta é aquela que estampa o título deste artigo. Ela irá governar de tomar para si as rédeas da cidade ou continuará aceitando a suspeita de que por trás de sua caneta estão as ordens de Afonso Macchione? Para muitos, Marta sempre teve medo da volta do então prefeito, ou pelo menos realizar mudanças substanciais que pudessem desfigurar um governo que auxiliava. Agora, que já foi afastada por uma ação judicial movida pelo seu prefeito, e o governo afundava de forma vertiginosa, terá que escolher um caminho. Governar e tomar suas próprias decisões ou afundar junto com Macchione.

Para o bem de Marta e da cidade, esperamos e torcemos para que a prefeita decida sentar na cadeira do gabinete de uma vez por todas. A prefeita pode errar, mas preferimos que erre por sua iniciativa do que seguindo as ordens de alguém.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.



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