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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 22 de janeiro de 2020

Atualizado às 10h00

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A notícia mais importante desta atualização

Macchione pede mais dois meses para apresentar ao TJ os cálculos do dissídio do funcionalismo municipal; prazo havia acabado em dezembro do ano passado

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SERVIÇO DE PRIMEIRA...

Tapando os buracos da cidade....Serviço de primeira...





Curso de redação - Luiz Roberto Benatti

Diante da situação dramática de reprovação de 140 mil redações zeradas no ENEM, acabei de desempacotar meu curso de redação e anunciar aos pais aflitos que as inscrições poderão ser feitas pelo tel 997-363660, cujas aulas vão-se iniciar na abertura do mês de março. Meus antigos alunos estão por aí e poderão testemunhar sobre a qualidade do curso: Afonso Macchione, Luciano Pastor, Roberto Cacciari, Sinval Banhos, Rinaldi Manzano, Fernando Macedo e uma centena de outros. O meu curso adestra o aluno para pensar com clareza.


tête-à-tête

SALOMÉ PACHÁ

Ela tem linha direta com o governo e ainda nutre esperanças...

Alô? Alô? Alô? Nossa, mas esta ligação está ruim. Alô, Afonso? É você? Nossa, que ligação ruim. Afonso, é a Salomé. Sim, a Salomé. Mas, Afonso, porque a ligação está baixa? Como é que, é? O que você fez? Uma gambiarra no telefone? Para economizar? Você mandou puxar um gato, Afonso? Lá da Câmara? E o Pereira já sabe disso? Ah, ele também puxou um gato do ponto de táxi? Ah, os taxistas também puxaram um gato lá da Coração de Jesus? Olha, é melhor parar, Afonso. Senão a gente vai chegar lá no Bicão. Mas mexe aí nos fios, Afonso. Vê se melhora a ligação. Ah, acho que melhorou. E como você está, meu querido? Estou preocupada, Afonso. Na semana passada você pediu um REFIs lá para o pessoal do IPMC e os conselheiros negaram. Ingratos, não? Você só não queria pagar aquele tanto de multa. Pelo menos, Afonso, aceitaram parcelar. Menos, mal. Mas toma cuidado, querido. Senão seu nome vai parar lá no SPC do Ivo Pinfildi. Mas, Afonso, mudando de assunto. Já tem gente reclamando do IPTU. Eu sei, querido. Todo anos eles reclamam. Mas parece que dessa vez você salgou demais, Afonso. Uma vizinha minha, a Jussara, é aquela mesma. Aquela que pegou dengue enquanto estava com dengue. A coitada teve que vender a casa para pagar o IPTU. O que você usou? Drone? Mas o que é isso, Afonso? Ah, aquele negócio que fica voando para lá e para cá, para ferrar todo mundo? Ah, Afonso. O nome é Aedes, querido. Não é drone. É o mosquitinho, não é mesmo? Ah, não? É máquina de tirar foto? Ah, agora elas voam? E como vai fazer para tirar 3X4? Só sorrir olhando para o céu? Bem, deixa para lá que essa história de tecnologia eu não gosto. Eu sou do tempo de tirar foto lá no estúdio da rua Maranhão, na frente do Magatti. A gente ia lá, tirava foto, ficava horrível mas nem dava para reclamar. Quem nunca, né Afonso? Mas querido, com este IPTU dá para pagar a dívida? Não? Vixe, Afonso, então a coisa está feia. E a história das placas? Outro dia estavam colocando umas placas num poste aqui perto de casa. Se ficaram boas? Olha, para ser sincera, ainda não deu para ver. O mato encobriu tudo, até o poste. A gente aqui se orienta agora pelas estrelas, pois é a única coisa que dá para enxergar. Ah, você contratou uma empresa de Ariranha para roçar tudo? Mas que beleza, Afonso. Mas quanto tempo demora? Uns três meses? Bem, mas que demorado Afonso. Ah, já sei. Você vai aproveitar os animais soltos pela cidade para ver se o serviço anda mais rápido? Mas eu tô falando que pessoa esperta igual a você, querido, está para nascer. Afonso, mas me diz uma coisa. Falaram para mim que água parada dá mosquito da dengue, não é mesmo? Então, e governo parado? Dá o que? Afonso, para de gritar em italiano, que eu vou aí te puxar as orelhas.... Caiu a linha. Vai ver que o Pereira descobriu o gato. Desaforado este Afonso, não?


Arthur outra coisa que está causando indignação... A pessoa está com diagnóstico de suspeita de dengue, procura atendimento médico na UPA (um exemplo) é medicada , daí o Médico prescreve um soro via oral. A pessoa vai ao Postinho de Saúde mais próximo de sua residência com a receita e simplesmente o que acontece... Ela é informada que não têm o devido soro na rede pública. Alguém pode explicar o que está havendo???

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- O governo Afonso Macchione anunciou no final da tarde de ontem, terça-feira, que a conclusão da canalização do Rio São Domingos deve acontecer no final do mês de fevereiro. A obra custou aos cofres da SAEC algo em torno de R$ 10 milhões.

- A ponte da avenida 24 de Fevereiro - que faz parte do projeto - será entregue em até 15 dias, já podendo aceitar o tráfego de pedestres e veículos. O governo está satisfeito com os prazos das obras.

- Segundo a assessoria de imprensa, a canalização do Rio São Domingos faz parte do projeto Corredor Verde, implantado por Macchione em sua segunda gestão.

- O problema é que neste mesmo projeto de Corredor Verde está o Parque Mandaçai, completamente abandonado e alvo de queixas dos catanduvenses. No parque, foram gastos R$ 5 milhões - provenientes de um empréstimo da prefeitura. O Parque dos Ipês, outro polo do projeto, também encontra problemas em sua infra-estrutura. Antigos frequentadores apontam que o mato tomou conta do local.

- Na conclusão da canalização estão previstos ainda a instalação de uma ciclovia, gradis para proteção, jardinagem e iluminação.

- O ex-prefeito Geraldo Vinholi foi condenado por improbidade administrativa em ação movida pelo Ministério Público. Segundo a promotoria, Vinholi não seguiu as regras da administração ao pintar prédios públicos com cores do partido. Até mesmo o viaduto entre o centro e a Rua Curitiba chegou a ser pinto de azul e laranja.

- A Igreja Imaculada Conceição está de luto. Faleceu Sandra, que era secretária do Padre Osvaldo de Oliveira Rosa. Segundo informações, ela sofreu um aneurisma. Há informações ainda que Sandra recentemente chegou a contrair dengue. O velório está acontecendo na paróquia, com previsão de sepultamento às 16h00. Nossos sentimentos à família.

- E a prefeitura de Catanduva pediu mais 60 dias para que possa apresentar ao Tribunal de Justiça os cálculos de pagamento do dissídio atrasado do funcionalismo público municipal. O prazo havia terminado no dia 19 de dezembro do ano passado, último dia de recesso. Pois a prefeitura esperou passar 30 dias, e apenas ontem, 21, apresentou um novo pedido de mais 60 dias. Nisso, ganhou seis meses.

- O pedido da administração será julgado pelo novo presidente do TJ.

- Para advogados que atuam no caso, este pedido busca apenas conseguir mais tempo e tentar jogar para a próxima administração o pagamento destes valores, que segundo consta estariam na casa dos R$ 30 milhões.

- O prefeito Afonso Macchione já declarou publicamente que esta história de pagamento, em sua gestão, é um assunto morto.

- A diretoria da Fafica garante nos bastidores que a situação da faculdade é de dificuldade, porém reversível. Realmente, existe uma folha de pagamento em aberto e dívidas com o IPMC. Mas com novos vestibulares, busca-se o equilíbrio financeiro.

- Há quem acredite que dentro do governo existam torcedores pela quebra da Fafica para poder vender o IMES.

- É mais ou menos a mesma lógica que se usa na UPA. O caos naquele setor favorece quem torce pela troca de gestora. No momento, que administra o local é o Hospital Mahatma Gandhi.

- Segundo informações, o secretário de Saúde, Ronaldo Gonçalves, só aparece na UPA para dar entrevista. E apenas para a TV TEM.

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AFONSO NA CIDADE DAS MARAVILHAS...

A prefeitura municipal está emplacando toda a cidade. Valor: quase R$ 1 milhão. A mesma prefeitura contratou uma empresa de Ariranha para fazer a roçagem no mato que tomou conta de Catanduva. Valor: R$ 540 mil. Nos últimos 12 meses, assistimos a canalização do Rio São Domingos, uma prioridade máxima para o governo. Valor: R$ 10 milhões. Agora, no final da tarde de terça-feira, o anúncio que no final de fevereiro entregam a obra, e a ponte da avenida 24 de Fevereiro fica pronta em três semanas. Trabalho de pintura de solo funcionam a pleno vapor. Também iluminação de LED no caminho de quem vai para a Fafica, o que deve ser bom. Seria melhor ainda se a faculdade não estivesse para falir.

Enquanto as bandeiras estão agitadas, o mato e os buracos tomaram conta da cidade. Mas de uma maneira absurda, pois mato e buraco jamais foi novidade em Catanduva. Mas desta vez, com todo o respeito, abusaram. Não se limpou absolutamente nada em lugar nenhum. O trabalho da empresa de Ariranha terá que ser incessante, ininterrupto, até mesmo de final de semana, para conseguir minimizar um pouquinho a situação. Mesmo assim, há previsões otimistas de três meses para que possamos respirar em paz. A máquina pública, em suas prioridades, vem parando. Macchione diz que a cidade está sem dinheiro, e faz um contrato de quase R$ 1 milhão para o emplacamento de ruas e avenidas. Não seria ideal um estudo apontando onde as placas realmente são necessárias e contratar apenas o essencial?

Mas o que vem me preocupando é a questão da dengue. Os postos de saúde começaram a lotar, os hospitais estão abarrotados nos pronto-socorros, a UPA tem paciente escapando pelo ladrão, e no meio de toda esta história a clara preocupação do município em trocar a gestora da unidade. Imaginem os senhores se o Hospital Mahatma Gandhi anuncia - de sopetão - que está abandonando o barco, o que será da cidade? E motivos não faltam, desde a glosa em pagamentos até as manobras do secretário de Saúde - aquele mesmo dos dois casos de dengue - que sonha com uma nova gestora. Me parece que os donos do poder em Catanduva acreditam naquilo que estão vendo na TV Tem, que vem a Catanduva fazer matéria sobre campanha de orientação ao motociclista. Enquanto isso, é mato, é buraco, é fonte abandonada, é piscina esverdeada, é lixo, é erosão, enfim, é de tudo um pouco.

Afonso Macchione moveu mundos e fundos para voltar a ser prefeito. Engraçado, estou com a sensação de que ele e o cargo já não se suportam. Macchione não quer ser mais prefeito e a cidade não o quer mais como chefe do Executivo. Sua volta, no conjunto da obra, parece ter sido um erro. Como dizem, você jamais deve voltar ao lugar onde um dia foi feliz.

A cidade, a de verdade, está pagando caro por isso.

- Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

- Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

- E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Opinião

Vai esperar morrer gente para agir?

Independente de quem é a grande responsabilidade, do poder público ou da população, algo não pode ser negado: a dengue está assolando Catanduva, com sério riscos de conseguir superar os números de 2015. Por mais que o governo tente se basear em números oficiais, aguardando resultados de exames e notificações, a realidade das Unidades Básicas de Saúde, da UPA, dos hospitais Padre Albino e São Domingos fala mais alto. As pessoas estão sentindo na pele os sintomas da doença, e muitas já estão no leito, na hidratação. Postos lotados, pessoas agonizando, enquanto o secretário Ronaldo Gonçalves tem ao seu lado a servil TV Tem, que em plena crise de saúde prefere falar sobre risível campanha de trânsito em prol dos motociclistas da cidade.

A crise já era anunciada e previsível. Vejam bem, em 2019 praticamente não tivemos inverno. Tempo quente, o que manteve a reprodução do mosquito Aedes Aegypti em níveis superiores ao normalmente registrados entre maio e agosto. Aliado a isso, o governo não intensificou qualquer campanha para o combate do mosquito. Não apenas nos grupos de visitadores do Emcaa como também em campanhas publicitárias. Além disso, não fez o dever de casa já que o mato alto e os buracos simplesmente tomaram Catanduva. O calor veio, e desta vez acompanhado da chuva. Nos primeiros dias de janeiro, os índices pluviométricos foram elevados. Chuva, calor, mato, buraco, falta de fiscalização, um combate inexistente ao mosquito, a soma destes fatores não dá outro resultado.

Agora, já sabemos que Catanduva está a beira de um caos. O problema começa a aumentar com a inércia do governo em se empenhar para minimizar o problema. Em 2015, numa união entre área de segurança e saúde, além do próprio gabinete, houve uma mobilização na cidade. A guarda municipal foi acionada, e diversas vezes assistimos à quebra de cadeados em residências que estavam vazias, onde os visitadores entravam, encontravam larvas e realizavam o trabalho de higienização. Hoje, não temos sequer veneno. O gabinete, mudo, assistindo de camarote - como se não tivesse nada a ver com isso. Sinceramente, não sabemos o que Afonso Macchione está esperando para convocar todos os seus secretários e tomar medidas enérgicas para não apenas combater o mosquito, mas também atender a todos aqueles que já apresentam sintomas da doença.

O tímido trabalho de roçagem demorará cerca de três meses para alcançar todos os cantos da cidade - isso numa previsão otimista. Os buracos continuam, até mesmo nas portas das escolas. Parece que já não há mais tempo de qualquer prevenção, assim resta apenas o combate firme contra os grandes focos, e eles não estão apenas nos bairros mas também no centro. Parece que alguns ainda tentam responsabilizar a população - que tem sua parcela de culpa - mas este discurso já é ultrapassado. O catanduvense não pode ficar procurando jogar responsabilidade, mas assumir o problema e tentar a solução o mais rápido possível. Depois, em outra circunstância, poderemos apontar o dedo para este ou aquele. Catanduva não precisa do discurso técnico do secretário, mas alguém que coloque a mão na massa e faça valer o poder público na cidade.

No momento, estamos numa guerra. E o comandante, parece estar perdido entre o zum zum de um mosquito.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.



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- Apesar dos casos de dengue registrados em Catanduva, as equipes do Emcaa (órgão que combate o mosquito Aedes Aegypti) continuam com dificuldades para entrar nas casas de catanduvenses.

- Segundo relatos, há casos em que as pessoas se negam a abrir a porta, e em outros chegam a ofender os visitadores. O site Passando a Limpo recebeu o relato de uma visitadora informando que chegou a ser chamada de "vagabunda" por uma moradora.

- A visitadora chegou a acionar a Guarda Municipal, mas ao invés de ir uma viatura no local a funcionária recebeu orientação de uma atendente para ir até o plantão policial fazer um boletim de ocorrência.

- Há situações em que os moradores sequer atendem ao chamado dos funcionários. Mesmo com todas as explicações sobre a doença, os visitadores não conseguem entrar para verificar se dentro do imóvel existem situações em que as larvas da dengue podem se reproduzir.

- Nos últimos dias, a prefeitura de Catanduva vem publicando relação de imóveis notificados por conta da existência de focos de larvas.


- O professor Antônio Flávio De Fázio representou na tarde de ontem, segunda-feira, no Ministério Público para que tenha início uma investigação a respeito dos casos de dengue em Catanduva e se comprovada uma epidemia, apurar as responsabilidades. De Fázio lembrou a epidemia de dengue ocorrida na cidade no ano de 2015 e pediu providências.


- O departamento responsável pelo combate ao Aedes Aegypti em Catanduva, o Emcaa, ligado à Secretaria da Saúde, não possui a principal arma contra a proliferação do mosquito: o veneno. Segundo informações obtidas pelo site Passando a Limpo, os visitadores estão trabalhando com material alternativo, entre eles sal e sabão e pó. O chamado "fumacê" também não passa pelos bairros há vários meses. Há quem diga, que o Emcca está sem veneno há mais de um ano.

- Apesar do governo não admitir publicamente, nas redes sociais as reclamações apontam que os moradores da cidade já começam a sentir que a dengue está voltando ao município em larga escala. O termo "epidemia" ainda é rejeitado, mas para os catanduvenses que estão se dirigindo à UPA e aos hospitais, os prontos socorros apresentam uma realidade preocupante.

- A prefeitura mantêm um "boletim da dengue", mas os números não são atualizados desde o final do ano. Os indicativos dos primeiros 11 dias de janeiro não estão disponibilizados no site oficial.

- Como a cidade não está recebendo qualquer tipo de limpeza em terrenos e locais públicos, a possibilidade de Catanduva ter uma nova epidemia não é algo descartável. Muito pelo contrário.

- As fontes municipais instaladas em pontos da cidade estão desligadas. A água parada se torna um atrativo para o mosquito pois é neste ambiente que ele se reproduz. São três fontes: uma ao lado da UPA, outra ao lado do Posto Bicão e a terceira no final da rua Sete de Setembro.

- A falta de veneno é mais um capítulo da situação da saúde na cidade. Um funcionário do Emcaa informou ao site Passando a Limpo que já procurou saber o motivo de não existir veneno e a única resposta que teve é "que nenhuma cidade da região tem esse veneno".

- Tramita na Câmara Municipal uma CEI da Dengue, que é presidida pelo vereador Amarildo Davoli. Apesar de várias sessões e coleta de material, o relatório final - apontando responsabilidades - ainda não foi concluído e apresentado em plenário. Davoli já chegou a dizer publicamente que responsabiliza o atual secretário, Ronaldo Gonçalves, por eventual epidemia de dengue que a cidade chegar a sofrer.

- A informação de que o Emcaa não tem veneno de combate ao mosquito da dengue pegou muitos catanduvenses de surpresa.

FONTE DESLIGADA - CRIADORO DE MOSQUITO


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