www.passandoalimpo.com

Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

(17) 99119-2715


São Paulo, 19 de janeiro de 2018

Atualizado às 21H45

online


O que escrever sobre um site de notícias que completa 15 anos? Não sei, nem imagino. Talvez seja por isso que demorei tanto a começar a escrever sobre os 15 anos do Passando a Limpo - um prosseguimento de um outro trabalho de nome "Último Momento". Eu me sinto como aqueles fiéis que se ajoelham para orar - ou rezar - sem saber se vai agradecer ou pedir. Geralmente, a gente pede mas não esquece de agradecer. Hoje, não tenho muita coisa a pedir. Apenas a agradecer. E são tantos os amigos, tantos os momentos, que não dá para numerar ou nomear. Alguns que já partiram, outros que colaboraram e seguiram o próprio caminho. Leitores que acompanham desde as primeiras atualizações, outros que estão chegando agora. Passando a Limpo começou em outra era, longe da digital. Telefonemas caríssimos, e não passava pela cabeça de ninguém que um dia teríamos WhatsApp, Facebook e outros mecanismos que simplesmente eliminaram as distâncias.

Após estar afastado de Catanduva por alguns anos, longe da imprensa e dos jornais, encontrei um amigo que me conduziu para a campanha eleitoral de 2000. Trabalhei para Afonso Macchione como editor de um jornal e depois na área de comunicação. Semanalmente, enfrentava os 385 kms que separam São Paulo e Catanduva. Dormi muito nos bancos do bom e velho - que já não existe mais - Cometa. E naquela época constatei que os colegas da imprensa estavam com as mãos amarradas e a informação era muito seletiva (nos jornais, apenas o que interessava aos donos do poder). Hoje, com as redes sociais, isso não acontece mais. E numa manhã, folheando uma revista de programas de computador, encontrei um desses gratuitos para montagem de site. Nascia o Último Momento, que chegou a ter o endereço www.ultimomomento.hpg.com.br. O HPG era um local na internet em que você poderia hospedar sites gratuitamente. Como o Último Momento era oposição (novidade, não?), conseguiram tirá-lo do ar. Fizeram uma reclamação no HPG que suspendeu a conta. Em uma madrugada, consegui encontrar outro endereço - www.ultimomomento.cjb.net, hospedado no exterior.

Em seguida, em 2003, consegui outro endereço no exterior. Mais seguro (pois o CJB de vez em quando jogava como pop-ups imagens impróprias). E assim, nascia o Passando a Limpo. Um site de variedades, política, e etc e tal, feito para não ter um formato definitivo. Feito para se publicar o que desse na telha, sempre defendendo os interesses da população. Obviamente, também desagrada gregos e troianos. Muitos acreditam piamente que este espaço é mantido por um grupo político, o que sinceramente, não é verdade. Meus custos para manter o site caíram barbaridade, pois a internet evoluiu muito. Agora, temos smartphones, temos mensagens instantâneas, o Facebook. Recebo fotos na mesma hora em que os fatos acontecem.

Foram vários momentos de muito orgulho. Sou de uma escola de jornalistas que busca a notícia em primeira mão. Quando lancei o site buscava alcançar ser um espaço de referência para o meio político e as pessoas que se interessam por informação. Tipo "vou ver o que saiu lá". O Passando a Limpo tem seus altos e baixos. Eles coincidem com a minha vida pessoal. Por diversas vezes pensei em desistir, mas a força dos leitores e a importância que muitos dão a este espaço não devem e nem podem ser desprezadas. Sempre digo aos amigos que não tenho noção da real repercussão do site. Sei que me tornou conhecido em Catanduva. Também me abriu muitas portas, como também me rendeu processos. Acertei muito, errei bastante. Hoje, antes de qualquer informação, penso na repercussão até mesmo pessoal dos citados. Mas isso não quer dizer que passo a mão na cabeça de ninguém, já que se a pessoa entrou para a vida pública e o mundo político tem que estar preparado para tudo.

O Passando a Limpo é mais velho que minha filha, ela tem 12 anos. Já foi atualizado embaixo de chuva, em Carnaval, em cima de capô do carro, no meio da estrada (com o carro parado no acostamento). Já foi atualizado até dentro de banheiro de rodoviária, em cima da pia. Com as redes sociais, se atualiza a informação pelo celular. Mas o site precisa realmente de um computador. Muitos gostariam de um formato diferente, mais dinâmico, mas - acreditem - boa parte dos leitores preferem as letras garrafais, as manchetes, as fotos enormes e o efeito "tripa", como se fosse um grande mural. Uns chamam de "blog", outros de página. Tenho como anunciante há anos o Sincomércio, e de vez em quando algumas empresas acreditam na visibilidade do site. Agradeço a todos. Houve um dia que anunciar no Passando a Limpo era pecado capital.

Por um período, a prefeitura de Catanduva e a SAEC também anunciaram por aqui. Abri uma empresa, prestei serviços. Jamais recebi qualquer ordem para publicar isso ou aqui. Aliás, como diz um amigo, é só sugerir o que eu devo publicar para que eu publique - exatamente o contrário. Também jamais escrevi um editorial de algo que eu não acreditasse. Isso não quer dizer que eu estava certo, muito pelo contrário. Mas prefiro erra tendo minhas própriasm opiniões do que fazer bonito apenas para agradar. Tenho pessoas que gostam do meu trabalho, muitas delas que não conheço. Pessoas que me cumprimentam na rua como um velho amigo. Isso sim, vale a pena. Pois demonstra não apenas que confiam no Passando a Limpo, mas eu já sou de casa. Outras, que não me suportam. Não levo nada para o lado pessoal. Pessoas que me processaram continuam com o espaço aberto. Jamais processei alguém, e quando ouço inverdades a meu respeito, apenas lamento.

Alguns pensam que sou rico. Na realidade, sou um funcionário público - concursado - e jornalista devidamente formado: MTB 26.822. Se alguém pesquisar sobre meu nome no SERASA encontrará quatro empresas - Itaú, Amex, Cetelem e Cartão Carrefour. Não tenho cheques especiais, e um único cartão de crédito que a operadora não cortou sabe-se lá o motivo. Meu carro é ano 2002 - um Astra, que geralmente faz Catanduva - São Paulo em três horas. Tenho amigos em Catanduva, minha adolescência foi nesta cidade. Não sou ladrão, e conheço a cidade bem mais que muita gente. Pois não preciso conhecer determinada rua, mas sim o seu povo. Dentro em breve, muito breve, me aposento. Já tenho tempo, pois são quase 29 anos de serviço público, além de emissoras de rádio e Fundação Padre Albino.

Tomo ansiolíticos para controlar a ansiedade. Não resolve muito pois tenho várias atividades ao mesmo tempo. Tenho insônia grave, e o excesso de peso também é ansiedade. Não consigo dizer não, e vou acumulando funções. Hoje, são umas 8. Entre elas, ser o editor do Passando a Limpo.

O Passando a Limpo faz parte de minha vida. Ele se entrelaça com minha história. E através dele, conheci todos vocês. Como disse, se hoje fosse me ajoelhas para fazer uma oração, ela seria de agradecimento.

Muito obrigado a todos.

Arthur Godoy Júnior


A notícia mais importante desta atualização

Claro anuncia tecnologia 4,5 G para Catanduva

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"Alô?"


Já que a prefeitura não resolve, a população vai dando um jeito com as próprias mãos. Rua XV de Novembro.


Opinião

Não podemos dimensionar a dor

Arthur Godoy Júnior

No início de 1996, um amigo morreu. Foi baleado na noite de um sábado, quando desconhecidos tentaram lhe roubar o carro. Segundo testemunhas, não houve reação. A morte apareceu assim, repentinamente, cortando a trajetória de vida de uma excelente pessoa. Tínhamos a mesma idade, éramos colegas de trabalho e amigos. Fiquei sabendo na manhã de domingo, tão logo cheguei para trabalhar. Em estado de choque estive no velório do Araçá para um último adeus. Seu corpo foi encaminhado para o interior onde sua família morava. Sua mãe - que entregou para o mundo um rapaz, recebeu de volta um corpo.

Me lembro que enquanto digeria o que havia acontecido, um imbecil - que por acaso era meu superior - disse de forma desinteressada que "a vida continua, essas coisas acontecem, vamos trabalhar". O destino teve um capricho cruel e 10 dias após esta frase, ele mesmo estava chorando a morte de um amigo. Parei ao seu lado e disse com a inflexão de voz de quem pede pão na padaria: "a vida continua, essas coisas acontecem, vamos trabalhar".

Mas, na realidade, a vida não continua. Pelo menos para aquelas pessoas que têm sentimentos, laços afetivos e principalmente familiares. Nós continuamos a respirar, andar, caminhar, fazer nossas tarefas, mas sempre seremos marcados pela tragédia, pela lembrança. O sorriso vai morrendo, aos poucos. E de morte em morte, nós também morremos. No último final de semana tivemos um acidente na rodovia. Uma jovem linda, cheia de vida, querida pelos amigos, partiu. Teve sua história interrompida e ficará na lembrança de todos que a conheceram. Num minuto, estava viva e feliz. Em outro, se transformava em uma estrela no céu.

Pois não basta a dor da perda. Familiares, amigos, colegas de serviço, tiveram que enfrentar a canalhice daqueles que não têm história, sentimentos. Pessoas desprezíveis que como abutres, estão a postos para raspar o fundo da alma humana. Algumas fotos do acidente passearam pela internet, pelas redes sociais, pelos whatsapp da vida, transformando vidas em números e até mesmo tentando responsabilizar as jovens que foram a um passeio pela tragédia. Hipócritas.

Confesso a vocês, que mantenho o facebook apenas por considerações aos verdadeiros amigos (inclusive aqueles que eu não conheço), como também por questões profissionais (site Passando a Limpo). Muitas vezes já pensei em sair, mas acredito que ainda podemos plantar algo de bom neste jardim tomado pelas tiriricas. Mas não é fácil. Ontem, li que o padre Fábio de Mello deixou o Facebook com as seguintes palavras: "quando eu morei lá, me transformei numa pessoa vil e intolerante. Fiz um tratamento e me curei".

Onde estão os sentimentos humanos, o respeito? Onde perdermos nossa humanidade? Quem somos para julgar a morte de alguém ou até mesmo procurar responsáveis - como acusadores - em uma tragédia?

Não conheço a jovem que partiu para o plano espiritual. Mas conheço um pouco das pessoas e da vida. Tenho que lamentar a sua morte e torcer para que a família seja consolada por Deus. Não há palavras para expressar a dor. A verdadeira dor não aceita expressões verbais, apenas físicas.

Numa manhã de domingo, uma pessoa muito querida morreu em meus braços. Dá pra dimensionar esta dor? Dá para explicar? Dá para dizer que a vida continua?

Não, amigos. A vida não continua. Nós é que continuamos a viver, biologicamente. Esperando - até de forma paciente - que a nossa hora chegue. E torcendo para que do outro lado possamos entender o motivo de tanto sofrimento, tantas privações, tantas lutas.

Não sei o que temos do outro lado. Mas gostaria apenas de poder encontrar todos aqueles que partiram e poder terminar conversas inacabadas, piadas não contadas, e continuar a trajetória espiritual em paz.

Estas coisas podem acontecer. Mas não deveriam.

Fiquem com Deus. E aos pais e amigos da jovem que se transformou em estrela, sintam-se abraçados por mim.

Bom dia.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


- O catanduvense que tiver um celular de última geração e for cliente da Claro poderá usufruir a nova tecnologia da operadora. A Claro anunciou a relação de cidades em que o 4,5G começará a funcionar. Aliás, segundo a operadora, a tecnologia que aumenta a velocidade de internet de seu aparelho em até 10 vezes já estaria funcionando. A liberação completa aconteceu nesta quinta.

- Catanduva aparece na relação de cidades contempladas. Segundo a área técnica da Claro, os aparelhos novos da Samsung e Apple (linha 8 e X) comportam a tecnologia. Numa medição, a velocidade de internet chegou a 300 Mbps.

- Mas aqueles que não tem estes aparelhos top de linha também serão beneficiados. Há uma melhoria na recepção de internet rápida para os aparelhos 4G.

- A operadora informou que os valores continuarão os mesmos.


- O prefeito Afonso Macchione decidiu que a prefeitura de Catanduva já está apta financeiramente para contratar agências de publicidade. Após autorizar a SAEC a gastar R$ 500 mil neste setor, o prefeito dá os primeiros passos para que a prefeitura também tenha seu contrato. Uma subcomissão técnica foi anunciada para analisar as propostas das empresas interessadas em participar de uma tomada de preço para a contratação de uma agência.

- Há alguns meses, a prefeitura realizou um convite para que órgãos de imprensa se cadastrassem para a divulgação gratuita do material de cunho social e de utilidade pública do governo. A proposta não foi bem aceita pelo setor.

- A empresa que foi contratada pelo governo Geraldo Vinholi, Preview, ainda tem valores a receber da prefeitura de Catanduva. Notas e empenhos realizados no ano de 2016 ainda não foram pagos. No início de 2017, no decreto de calamidade financeira, a prefeitura listou a Preview como uma das empresas que t}têm a receber do governo.

- No governo Vinholi, os vereadores Nilton Cândido, Cidimar Porto e Amarildo Davoli criticaram o então prefeito pelos gastos realizados com publicidade.


- Reunião da Mesa Diretora do Conselho Municipal de Saúde decidiu, após duas horas de debates, manter o presidente Orivaldo Benedito de Lima, popularmente conhecido como "Bicudo" no cargo. Sua saída havia sido solicitada pelo conselheiro Fernando Veteri, que apontou ilegalidade na permanência do conselho. Além de ser funcionário municipal ligado à Saúde, Orivaldo assinaria notas de compras do setor. Assim, compras assinadas pelo atual presidente seria analisadas pelo conselho presidido pelo próprio.

- Bicudo se defendeu informando que ocupa uma carga de funcionário dos municipiários e que suas assinaturas eram apenas vistos e que as deliberações do Conselho Municipal de Saúde eram decididas em conjunto e muitas vezes não passavam por sua pessoa. Ele se fundamentou ainda em uma lei municipal, que seria superior às resoluções do Ministério da Saúde. Pelas resoluções, ele estaria no cargo de forma ilegal, mas pela lei ele pode ocupar o conselho e eventualmente a presidência.

- Após a reunião ficou decidido que que Orivaldo Benedito de Lima permanece na presidência, por outro lado o Conselho irá trabalhar para modificar a lei que permite esta situação.

- Ainda na área da Saúde, Evandro Aparício, ex-diretor do departamento de compras, é o novo contratado do Hospital Mahatma Gandhi.

- A Secretaria Municipal de Saúde confirmou o terceiro caso de febre chikungunya em Catanduva, registrado em 2017. A secretaria recebeu nesta tewrça-feira resultados de exames que deram positivo para a doença. As três notificações são autóctones, já que a doença foi contraída dentro do município. O paciente deste terceiro caso teve sintomas no final do ano passado.


- As contas da área da Saúde apreciadas no período em que Orivaldo Benedito de Lima foi presidente do Conselho Municipal de Saúde atingem a casa dos R$ 70 milhões. No próximo dia 31 o Conselho deverá se reunir e decidir qual vai ser o futuro de Orivaldo, popularmente conhecido como "Bicudo" dentro do grupo. Ele é acusado de estar ilegalmente no cargo de presidente pois entrou na categoria "usuário" e na realidade é funcionário público municipal, na área da saúde. E mais: como presidente supervisionou as próprias contas.

- A denúncia foi encaminhada há alguns dias com uma representação do conselheiro Fernando Veteri. O site Passando a Limpo teve acesso a notas assinadas por Bicudo.

- Neste final de semana, alguns conselheiros já acreditavam que a permanência de Bicudo no conselho é insustentável. Por outro lado, acreditam ser um exagero cancelar todas as deliberações realizadas de janeiro de 2016 até os dias atuais.

- Um conselheiro ouvido pelo site Passando a Limpo, que pediu para não ser identificado, argumenta que as decisões foram em conjunto. "O presidente apenas comandou os trabalhos, de forma administrativa", concluiu.

- Orivaldo Benedito de Lima, apesar de estar no meio da polêmica, não se manifestou.


- A próxima reunião do Conselho Municipal de Saúde deve decidir sobre o afastamento do atual presidente Orivaldo Benedito de Lima, popularmente conhecido pelo apelido de "Bicudo". Denúncia apresentada ao Conselho apontou que Orivaldo está irregular no cargo desde que assumiu, no ano passado. Ele entrou no conselho na condição de "usuário", mas na realidade é funcionário público municipal. Além disso, ao assumir como presidente, Orivaldo passou a fiscalizar as próprias contas já que assina como responsável pelo setor de manutenção de ambulâncias.

- O pedido de afastamento foi encaminhado pelo conselheiro Fernando Veteri, que em carta explicou os motivos. Foram encaminhadas ainda notas onde estão as assinaturas do presidente nos empenhos. O anúncio desta situação pegou alguns conselheiros de surpresa e deve ter reações imediatas. Há quem acredite que possa ser realizada uma reunião extraordinária ou substituição antes mesmo da próxima reunião do conselho.

- O Conselho Municipal de Saúde é responsável por fiscalizar as contas da Secretaria Municipal de Saúde. Como Orivaldo Benedito de Lima estava na presidência de forma irregular, e ainda aprovando suas próprias contas, o caso poderá ser encaminhado ao Ministério Público. E ainda: as deliberações de todas as reuniões que foram comandadas pelo atual presidente poderão ser anuladas.

- O Conselho Federal de Saúde proíbe que funcionários públicos - ainda mais os ligados à área de saúde - atuam como conselheiros na forma de usuário. A situação se complica ao se constatar que o presidente fiscalizava e aprovava as próprias contas. Ao utilizar uma vaga de usuário, o atual presidente acabou - de forma direta - fechando as portas para outro municípe, esse sim - usuário.

- Além de perder sua presidência, Orivaldo poderá ser afastado definitivamente do grupo.

- O médico Richard Martins Andrade também deve sair do conselho. Apesar de ser profissional na saúde, também ocupa a vaga de usuário.

Veja abaixo os documentos obtidos pelo site Passando a Limpo:

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Entrevista de domingo - Prof. De Fázio

"Afonso Macchione não tem projetos para a educação de Catanduva"

Passando a Limpo - Professor, em primeiro lugar vamos colocar uma questão relevante. O senhor esteve ao lado de Macchione na campanha eleitoral. O que aconteceu?

Professor De Fázio - Realmente estivemos ao lado do prefeito eleito por acreditarmos que ele, num terceiro mandato, voltaria mais maduro e sabendo exatamento o que pretendia para Catanduva. Durante toda a campanha tivemos algumas conversas envolvendo a educação, idéias que acreditamos que poderiam melhorar o ensino na cidade, a qualidade na educação. Mas após a eleição, houve um afastamento do prefeito e notamos que já não havia interesse em discutir mais nada. O amadurecimento esperado não aconteceu, muito pelo contrário.

Sabe-se lá o motivo, quis voltar a ser prefeito mas sem saber o que fazer. Quando nomeou Edmilson para a secretaria da Educação foi uma grande surpresa. Muitos elogiaram, mas deu no que deu. Após 30 dias, o então, secretário pediu demissão. Nestas condições decidimos sair do PSB e posicionarmos como sempre.

Passando a Limpo - O que o senhor achou da nomeação de Edmilson?

Professor De Fázio - Inadequada, inapropriada. Existe um mantra em Catanduva que "fulano é bonzinho", "sicrano é bonzinho", mas o cargo de secretário não foi feito para obras de caridade. Precisa ter um projeto, um gerenciamento. Nos 30 dias em que Edmilson esteve na secretaria notamos pelas informações que não houve uma ação efetiva em torno da apresentação de um programa efetivo para a educação. E sua saída, então, foi lamentável.

Será que ao receber um convite desta envergadura, o convidado e o prefeito não conversaram sobre salários, previdências, ônus e bônus? Só depois de assumir o cargo se falou sobre isso? A administração que já começou com dificuldades em seus quadros de profissionais, perdeu uma perna. Depois tentou consertar com a nomeação da Sandra.

Passando a Limpo - E falando em Sandra...

Professor De Fázio - Tão logo assumiu, nos colocamos à disposição para ajudar no que fosse necessário. Mas sem projeto, assim como o seu antecessor, a atual secretária jamais precisou de qualquer ajuda ou opinião. Quando surgiu o escândalo de seu emprego na escola particular, em horário de expediente, e a inércia do prefeito em torno disso, vimos que a pasta da Educação no atual governo não é relevante. Existe uma ação no Ministério Público sobre isso.

Nas explicações da prefeitura chegaram a encaminhar folha de frequência de fevereiro com 30 dias, atestados do governo dizendo que ela trabalha período integral, a administração dizendo que desconhecia esse segundo trabalho. A própria secretária informou no plenário da Câmara que não vai deixar a escola. O vereador Gaúcho está cobrando posicionamentos. Vamos ver no que vai dar. Mas você acha que nesta salada existe condições de se ter um projeto de educação?

E agora também sabemos que neste governo pau que bate em Chico não acerta Francisco.

Passando a Limpo - O prefeito Afonso Macchione trocou o sistema de ensino....

Professor De Fázio - Sem consultar os profissionais da área e até mesmo pedir autorização legislativa para este tipo de contrato. Não houve um estudo prévio sobre o material, uma análise dos professores, um debate sobre seu conteúdo. O prefeito Afonso Macchione diz que trata-se de um material consagrado, e estamos conversados. Parece que o único projeto para a educação em 2017 foi a troca do material.

Infelizmente, não tiveram a mesma pressa com os contratos de uniformes e materiais escolares. As crianças começaram a receber roupas de verão no inverno. As do inverno, segundo informações, não chegaram.

E por aí vai...

Passando a Limpo - E sobre a Fafica?

Professor De Fázio - Ainda em campanha alertamos ao prefeito sobre a necessidade de se privatizar a instituição. Ela já perdeu seu caráter social e se encontra em dificuldades financeiras. Me formei na Fafica e fico triste em saber as condições em que a faculdade se encontra. Mas temos dois caminhos: ou privatizar ou deixar morrer.

Pelo bem da educação catanduvense, a privatização seria um caminho. Mas o tempo útil para esta idéia já acabou. Hoje, na Câmara, o prefeito não consegue nada neste sentido. E pelo visto, em sentido algum.

Passando a Limpo - Agora sobre as vice-diretoras e coordenadoras...

Professor De Fázio - Em primeiro lugar quero dizer que o prefeito Afonso Macchione se afasta da verdade ao dizer que está sendo pressionado para justificar a demissão das vice-diretoras e coordenadoras. Esse é um assunto antigo, já decidido judicialmente, e que na época de campanha já foi alvo de conversas que tivemos. Então, não pode alegar surpresa ou pressão. Teve um ano inteiro para resolver, com concurso público, e não o fez. E não quer fazer, esse é que é o detalhe.

Vamos tentar ser didáticos. Para cada vice-diretora ou coordenadora nomeada são necessárias as contratações de substitutas em sala de aula. Essas nomeadas por indicação deixam as salas de aula para assumir um cargo que deveria ser concursado. Como as salas precisam de professores, a prefeitura realiza a contratação. Enquanto estão no cargo quase vitalício, estas vice-diretoras e coordenadoras passam a concorrer ao artigo 108, incorporando porcentagem do salário. Quando voltam para a sala de aula estão ganhando bem acima da média dos professores. Perdem os cofres públicos e um programa de educação.

E quero ampliar o assunto. Defendemos concurso público para diretoras, vice-diretoras e coordenadoras. Pois com as diretoras acontece a mesma coisa em relação ao afastamento. Um concurso público daria autonomia para as profissionais da educação, e as professoras voltariam para a sala de aula.

Passando a Limpo - Neste caso, o Fundeb acaba pagando isso?

Professor De Fázio - Sim, isso mesmo. O dinheiro do Fundeb vai 100% para pagamento de profissionais da educação. E temos vários cargos ocupados por indicação, que deveriam ser concursados, e nas salas de aulas professoras com o contrato temporário. E o artigo 108 comendo solto. A solução seria a realização de um concurso, devolver essas professoras para a sala de aula, abolir o 108, e cada um exercendo sua função. Mas no momento o prefeito não quer resolver isso. Prefere dizer que está pressionado, realizar o corte - que deveria ter sido feito há muito tempo - e deixar que a educação se vire.

Passando a Limpo - O senhor acredita que o atual quadro político possa ser revertido e a atual administração consiga ter um bom desempenho?

Professor De Fázio - Dizem que o brasileiro é otimista. Dentro deste otimismo só tenho que torcer para que estes últimos três anos passem rápido.


Bom dia Arthur,

olha o descanso com o povo do jardim Sales faz vários anos que a pracinha do jardim Sales está na escuridão caíram quase todos os postinho da pracinha os brinquedos estão todos quebrado tudo isso porque é praça do idoso as rampas pras pessoas caminharem está toda quebrada e essa administração não toma providência já mandei para os vereadores e nada somente os poste da rua clareia a praça de um lado é posto de saúde e do outro é a escola Lázara me desculpa mandar pra você e desculpa os erros muito obrigado.

Leitora

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Opinião

O estado dos playgrounds e o insulto à criança

Luiz Roberto Benatti

Em férias, os três mosqueteiros do rei Luís XIII, depois de tomar cafezinho na Santa Gula, poderiam traçar no papel a geografia das pracinhas da cidade, dividindo-as em 3 grupos, cada um deles para um dos distintos vereadores, sempre operosos a ponto de suar a camisa até no frio da Sibéria. Eles deveriam contar o número de praças, inclusive as minúsculas de 3x3x3, e anunciar à comunidade o número exato - 200 ou 250. Dias depois, poderiam visitar playgrounds e áreas destinadas à criança e ao idoso, cujo objetivo seria levantar o estado de miséria e desfaçatez, cujo abandono beira o pleno sadismo. Antes do século XX, não havia playgrounds ou parques infantis como foram denominados depois de 1880, por jornalista de Boston que os inventou: as crianças brincavam no quintal ou na rua. Quer isso dizer que os parquinhos já completaram 130 anos, enquanto que em CTV o bolo de aniversário deteriorou-se. Quem tem fama deita-se na grama, ainda que possa zoar das crianças no Mandaçaí feito de lama.



Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

- Então foi o Natal....e o Ano Novo já vem.... Well, como passaram a semana? Olhando a balança e prometendo que nunca mais irá comer tanto? Abraçado ao vaso sanitário prometendo que nunca mais irá beber tanto? E sabendo que tudo isso que está falando é mentira? Pois amigos pachalenses, não adianta brigar com a natureza humana. Desde que Adão mordeu a maçã, a história é sempre a mesma: promessas e nada mais. Na segunda-feira vamos ver vários barrigudos caminhando no aeroporto, no conjunto esportivo, tentando cumprir a promessa de emagrecer. No final do ano, estão ainda mais redondinhos aparecendo sorridentes ao lado de pernis, leitoas e aquela ceia. E ainda postam no Facebunda, com a legenda: "família é tudo".

- Outros garantem que vão parar de comprar bugigangas. Prometem de pé junto que a partir de agora, o dinheiro será apenas para as prioridades e contado. O negócio é poupar, garantir o futuro. Aí, entra na internet, vê a promoção da rolha de vinho chileno, pela bagatela de R$ 298,00, em apenas 12 vezes, e com o cartão de crédito na mão pensa: "eu não tenho uma rolha de vinho chileno". E já está feito o estrago. E aí, começa a comprar o vinho chileno para poder usar com a rolha. E o pior: o sacripanta nem gosta de vinho chileno....

- Mas não pensem os pachalenses que este tipo de pecado acomete apenas os representantes do sexo masculino. Não, senhores! As pachalenses também tem seus cacoetes de Ano Novo. Começam com o regime da Lua, depois passam para o regime do padre, não esquecendo o regime da Mãe Joana, até que terminam o ano com o regime da ceia de Natal. E regime com as pachalenses é levado a sério. Até o dia 2. Depois, volta tudo ao normal. Um docinho ali, um sorvetinho aqui, um churrasquinho acolá, e quem pode evitar um bolinho? Chega no Carnaval, a coisa desandou de vez....

- E sobre as promessas contra as compras de supérfluos? Essas, então, são batata. Promete ao marido que jamais irá gastar dinheiro do cartão em algo que não precise. Mas não diz ao coitado que fazer o cabelo e a unha, toda a semana, é essencial para o bem estar e auto-estima. As pachalenses precisam fazer o cabela e a unha toda a semana, para a alegria dos salões. Onde está fulana? No cabelereiro. De novo? E de cabelo em cabelo, a gente só ouve a maquininha emitindo papelzinho.

- Mas como diria Rei Fonsinho, o importante é prometer. Cumprir, são outros quinhentos. E todos nós sabemos que o pachalense gosta de promessas não cumpridas. Se não existissem, como iriam reclamar no Facebunda? Recentes estudos realizados pelo reino mostraram que o pachalense já nasce reclamando. Quando o resto do mundo nasce chorando, o pachalense sai do ventre materno reclamando. E vai para o quarto reclamando, e vai para a casa reclamando. Criança nascida nestas terras não chora, reclama. Reclama e aponta a culpa no outro. E quando cresce, reclama. Se não tem luz na rua, reclama. Se falta água, reclama. Não tem luz dentro de casa? Reclama. Apareceu buraco na porta de casa? Aí reclama mesmo...

- Pois Rei Fonsinho prometeu sangue, suor e lágrimas. Well, no momento só estamos nas lágrimas. Mas já é um começo. E de começo em começo, a gente chega lá.

- Foi com extrema dor no coração que este colunista mais que social acompanhou os fatos políticos locais desta semana. Gente do céu, o que foi aquilo? A ingratidão em forma de voto. Rei Fonsinho, que sempre tratou os nobres edis aos pontapés, apunhalado pelas costas desta maneira? Aprovaram o projeto, depois desaprovaram? Nem mesmo em histórias de Edgar Allan Poe vi tanto terror. Não sabe quem foi Edgar Allan Poe? Well, vamos dizer assim caro pachalense que não é da gema, que jamais saberá. E como jamais saberá, não vou perder meu tempo explicando...

- Mas voltando à ingratidão humana. Eis que Rei Fonsinho chamou os nobres Lords para uma reunião onde explicou claramente o que desejava. O roteiro era simples: pegar a SAECO para pagar o lixo que deveria ser pago pelo Palácio, que por sua vez teria dinheiro sobrando para fazer o que bem entendesse. A partir daí, que pagaria o lixo seria a SAECO, que por sua vez iria esfolar o pachalense já que a cobrança seria feita por testada. Como o pachalense já está acostumado a ser esfolado nem iria perceber muito e se percebesse iria apenas reclamar, mas pagar. Como estamos acostumados às reclamações, com pagamentos, iria ficar bem pra todo mundo. Pachalense reclamando, SAECO feliz e Palácio feliz.

- Foi quando surgiram os ingratos. Queriam que o pachalense fosse esfolado pelo carnê do IPTU e não pela conta da SAECO. Gente do céu, que diferença isso faz? O importante é esfolar. Pois foram estes detalhes que fizeram nove ingratos convocarem uma sessão e esfaquear o nosso rei pelas costas.

- E qual o motivo alegado? Disseram que Rei Fonsinho, justo ele, mentiu. Onde já se viu tamanha desfaçatez? Onde já se viu tamanha difamação e injúria, sem contas as calúnias? Rei Fonsinho quis apenas deixar todo mundo feliz e quando lhe perguntaram se iria vetar a emenda, disse "claro que não". Na reunião todo mundo ficou feliz, sairam sorridentes da reunião e puderam passar um Natal em paz com a família. Tudo bem que Rei Fonsinho vetou a emenda e ainda chamou o Davóglio de "esdrúxulo", mas foi uma forma carinhosa de tratamento. Todo mundo sabe que Rei Fonsinho é a candura em pessoa...

- Davoglio foi no dicionário para saber o que significa tão bela palavra de nosso vocabulário, pediu a ajuda do professor Belíssimo, e quando descobriu, ficou fulo da vida. Chamou até o Ivan do Vinagre para assinar o papel. E Ivan, o Ingrato, assinou. Pois saibam os senhores que Rei Fonsinho não vai mais comprar vinagre do Ivan. Nada mais do que justo!

- Claro que temos pessoas de bens que defenderam o reino com unhas e dentes. Cindimar Ponto, Luiz El Bigodon, Nirtão Berro de Touro e Ari Seringueiro. Estes demonstraram toda a sua fidelidade com nosso rei. Enquanto os outros, ingratos, melhor nem comentar....

- Pois agora a SAECO não poderá mais contar com o dinheiro do pachalense. E Rei Fonsinho não vai mais poder contar com o dinheiro do pachalense. Resultado: teremos que esfolar ainda mais o pachalense. Pois na marra é mais gostoso. Concordam? O importante é reclamar....

- Outro assunto que esteve nas rodas locais foi a falta de energia elétrica que pegou a Pachalândia de surpresa. Dizem que foi uma pombinha que passou pela rede elétrica e deu no que deu. Será que foi a pomba da paz tentando suicídio?

- Devo confessar que este colunista não teve este tipo de problema pois Rei Fonsinho colocou um gerador aqui em minha chácara. Pois no momento em que o gerador ligou, este colunista estava num leve bacanal, comemorando a entrada de Ano, com algumas odaliscas. Discutíamos o clip da Anitta, enquanto debatíamos com unhas e dentes se era um porno soft ou um soft porno. Chegamos à conclusão que a música pode ser ruinzinha, mas a Anitta dá pro gasto. E de Anitta em Anitta, foi uma manha movimentada lá em casa...

- Muitos pachalenses me perguntam onde irei passar as festas. Well, confesso que é uma dúvida que ainda me corróio. Paris? Londres? Berlim? Hong Kong? Tóquio? Enquanto não decido, vou ficando pela Pachalândia mesmo, lembrando os bons tempos que não voltam mais....

- O ano era 1971, a família toda estava reunida. Mamãe Gutemberg tinha a tradição de fazer oração cinco minutos antes das 12 badaladas. Estávamos em volta da mesa, todos de branco, compenetrados nas doces palavras de nossa genitora e praticamente gestora familiar. Falava sobre esperança, saúde, paz, amor, harmonia, solidariedade e por aí vai.... Foi quando repentinamente entra o tio Armindo Gutemberg, completamente pelado, apenas com uma faixa com a inscrição "1972" gritando "cheguei". E ainda tinha pendurada no pescoço uma enorme chupeta, daquelas de Carnaval!. Mamãe Gutemberg pegou a garrafa de Sidra para acertar a cabeça de tio Armindo, a rolha estourou, foi bebida pra todo lado. A criançada começou a correr atrás do tio Armindo gritando, e o cachorro subiu em cima da mesa e apanhou a carne que estava preparada e logo em seguida fugiu para o quintal.

- Ah, tio Armindo, tio Armindo.....

- Well e com este clima de paz e harmonia, este colunista mais que social lhe deseja:

- Pois 2018 vai ser daqueles.....

- Beijos no coração de todos. (Arlindo Gutemberg, com 18 odaliscas, começando a debater se Pablo Vittar é tão ruim quanto parece)

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