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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 19 de outubro de 2017

Atualizado às 09h00

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A notícia mais importante desta atualização

Apesar de "calamidade financeira" e dívidas de 2016, Macchione anuncia "gestor de turismo" e contratação de empresa para avaliação no Nova Catanduva; valor estimado é de R$ 400 mil

Todos os detalhes, logo abaixo...



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- Gestor de turismo?

- Vai apresentar o padre Albino da praça para o pessoal...


- A prefeitura de Catanduva pretende gastar mais de R$ 400 mil na contratação de uma empresa terceirizada que irá realizar um "Plano de Desenvolvimento Socioterritorial" no Nova Catanduva I. Para a contratação desta empresa, foi aberta uma licitação e prevê valores provenientes da Caixa Econômica Federal. No ano passado, na gestão Vinholi, já foi realizado um contrato similar.

- Segundo o governo “A empresa que vencer a licitação vai ter que fazer um diagnóstico do bairro, suas carências, identificar o que os moradores querem, as necessidades do bairro. Depois é feito um plano de trabalho que é apresentado para a Prefeitura e encaminhado para a Caixa. Então, o projeto vai ser executado mediante aprovação do banco”.

- O edital prevê que a empresa terá que possuir no quadro de profissionais os seguintes cargos: coordenador técnico, assistente social, psicólogo, engenheiro ambiental, administrador economista, advogado e pedagogo. Pelo menos duas pessoas precisam ter formação em serviço social ou equivalente.

- As propostas serão recebidas no dia 1º de dezembro.

- Esse tipo de licitação já vem com polêmica pois apesar do dinheiro gasto, a população reclama que não vê a curto ou médio prazos qualquer resultado prático ou que melhore a vida do trabalhador. O Nova Catanduva, por exemplo, tem várias reclamações que não precisam ser avaliados por uma empresa terceirizada: desde a falta de segurança até prédio público que ainda não foi ocupado.

- Enquanto isso, fornecedores da prefeitura do ano de 2016 ainda estão esperando o pagamento de serviços realizados. Vale lembrar que a chamada "Calamidade Financeira" assinada por Macchione que utiliza para empurrar com a barriga estes pagamentos vence no dia 01 de janeiro. Logo depois, terá que saldar todas as dívidas deixadas pelo governo Geraldo Vinholi. E mais: em ordem cronológica - como manda a lei.

- E a festa continua. Macchione anunciou a nomeação de Antonio Fernando Bonvino como gerenciador municipal de turismo. Ele é de Rio Preto e já teve cargo similar em Ibirá. A prefeitura alega que o novo comissionado tem vasta experiência na área e teria a missão de incluir Catanduva no calendário turístico.

- Em nota, o governo alegou que “A Prefeitura está trabalhando para classificar Catanduva como Município de Interesse Turístico (MIT), conforme a lei estadual 1.261/2015 e, assim, pleitear recursos para obras e ações destinadas ao setor. O projeto será liderado por Antonio Fernando Bonvino, que assume como gerenciador municipal de Turismo nesta quarta-feira, 18”.

17/10/2017

- Por mais que o governo municipal tenha realizado manobras para convencer os vereadores a aprovarem o projeto de isenção de impostos para novas empresas que se instalarem nos corredores principais da cidade, a proposta não vingou. No final da tarde de ontem, já era certeza entre os vereadores que a base aliada do prefeito Afonso Macchione não iria aprovar o projeto. Sendo assim, foi pedido vistas por 10 dias, já com a informação que o prefeito irá solicitar a devolução da propostas para "adaptações" no texto. O problema é que o único ponto polêmico é justamente o da isenção, já que os vereadores não se importam em ampliar a participação nos conselhos empresariais. [

- O vereador Cidimar Porto bem que tentou uma última cartada, chamando um empresário favorável à proposta. Mas isso não mudou em nada a opinião dos colegas de plenário.

- Grupo de evangélicos esteve na Câmara Municipal na noite de ontem, terça-feira. Os pastores foram divulgar evento sobre os 300 anos da Reforma Protestante. O que era para ser apenas uma apresentação do evento quase se transformou em culto no plenário. Ao final, os vereadores tiraram uma foto com os pastores.

- Por sorte, a sessão da Câmara Municipal de Catanduva é realizada às terças-feiras. Pois se fosse na sexta, seria uma verdadeira sessão de descarrego...

- Já é história conhecida dentro do meio evangélico. Para alguns, o fato do símbolo da cidade ser uma bruxa e o apelido de Cidade-Feitiço seria indicador de uma "maldição sobre a cidade". Inclusive, de vez em quando alguns evangélicos realizam orações nos quatro cantos de Catanduva para libertar a cidade.

- Tudo isso é uma bobagem. A verdade é que os nossos políticos são ruins mesmo...

- E a sessão da Câmara teve seus grandes momentos. Começando pelo vereador Gaúcho que usou o telão da Câmara para mostrar uma foto do prefeito Afonso Macchione abraçado ao ex-prefeito Geraldo Vinholi. Gaúcho, que é do PT, lembrou que o grande incentivador de Vinholi vir para a cidade foi justamente o atual prefeito. Assim, pela lógica, se a cidade está passando por eventuais dificuldades, o responsável seria Macchione.

- Na sua fala, Cidimar Porto disse que realmente Macchione se aproximou de Vinholi mas a amizade durou até o momento em que o ex-prefeito - que era deputado - se lançou numa candidatura própria à prefeitura de Catanduva.

- Assim, pela lógica, se Vinholi não tivesse buscado a prefeitura, poderia estar - ainda hoje - sendo abraçado por Macchione pelos quatro cantos da cidade.

- Assim, pela lógica, os evangélicos vão ter que orar dobrado. E de joelhos...

- O vereador Amarildo Davoli criticou o presidente do Sincomércio, Ivo Pinfildi. Davoli diz que Ivo não fez qualquer crítica ao governo passado pelo fato da esposa de Pinfildi estar ocupando um cargo na administração Vinholi.

- Momento para se perguntar para Davoli: e você, caro vereador, não critica o governo Macchione por qual motivo? Quem está ocupando cargo na prefeitura que lhe impede de subir na tribuna e criticar o prefeito?

- Mistério.

- O vereador Maurício Gouveia tem percorrido vários pontos da cidade. Ele visitou arenas esportivas e tirou fotos do completo abandono na área. Por conta disso, desceu a lenha sem dó ou piedade no atual secretário de Esportes. Só não chamou de Santo, mas do resto foi tudo e mais um pouco.

- Ao final de sua fala, isentou o prefeito. Disse que Macchione não deve estar sabendo o que estava acontecendo e que o atual prefeito deveria tirar as fraldas e a mamadeira do secretário.

- A apresentação de suas fotos nas arenas esportivas foi acompanhada de um sambinha. Quem entrasse na Câmara Municipal naquele instante iria encontrar um ambiente escuro (por conta do telão) e um sambinha. Vendo o vereador Luis Pereira sentado na presidência da Câmara, poderia acreditar que estaria entrando num baile do Clube da Velha Guarda.

- E a prefeitura está abrindo concorrência para empresa privada realizar o Carnaval 2018. Quem se habilitar poderá cobrar ingressos, mas será responsável pela organização do evento, contratação de artistas, contratação de infra-estrutura, segurança e outros pontos do Carnaval. Também poderá cobrar por camarotes e área vip.

- Geralmente, os custos do Carnaval catanduvense gira em torno de R$ 1 milhão. Com o Alexandre Peixe, fica um pouquinho mais caro...

- E falando em Alexandre Peixe, o momento é falar do vereador Cidimar Porto. Gravou um vídeo nas redes sociais defendendo a intenção de Macchione de transferir a direção do lixo do cidade para a SAEC. Poucos políticos apanharam tanto nas redes sociais em tão pouco tempo. Depois da pauleira, Porto retirou o video. Mas as imagens já estavam sendo compartilhadas e as criticas continuam...

- O vereador Bellê, que de suplente já sabe que ficará em definitivo no legislativo, já está montando seu time de assessores.

- O Ministério Público vai dar uma atenção toda especial ao prefeito Afonso Macchione. Primeiro vai investigar aquela viagem do prefeito ao lado do padre Osvaldo para saber quem pagou as despesas para uma visita à Federação Paulista de Futebol. A prefeitura não poderia pagar esta viagem já que não era um compromisso oficial.

- Depois, a Promotoria Pública vai querer apurar detalhes daquela história da SAEC lavar a frente da casa de Macchione. O prefeito alega que foram realizadas obras no local e com a sujeira foi necessário dar uma lavada nas imediações.

- A população, no geral, reclama que nos bairros a SAEC não realiza este tipo de limpeza após as obras realizadas.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!



Arthur bom dia.

Venho te pedir que por favor se possível de uma atenção na tua página ao que vou lhe escrever. "Sou ACS (Agente comunitário de saúde) a apenas alguns meses e fomos avisadas recentemente de um curso sobre drogas, para sabermos lidarmos com o assunto q é tão presente no nosso dia a dia com a população.

Pois bem... esse curso tem duração de 5 dias (divididos em 5 quarta feiras) o primeiro dia foi quarta passada e é feito no CETEC, e ficamos o DIA TODO no local sem café da manhã, almoço ou café da tarde. Temos que nos deslocar do nosso bairro muitas vezes do outro lado da cidade como é o meu caso, tirar do nosso bolso dinheiro da condução e da marmita, pois não tenho condições nem tempo de ir em nossa casa almoçar e voltar em 1h e meia apenas.

Mesmo que tivesse tempo hábil fazemos as contas: seriam 4 passagens de 3,60 um total de 14,40. Um absurdo pois conhecemos nossos direitos e em casos como esses tem que nos ser disponibilizados condução (levar e trazer) e alimentação, pois já ganhamos uma mixaria (novecentos e pouco líquidos) e ainda temos q tirar do nosso bolso pra tds os cursos e treinamentos que somos obrigados a fazer. Por favor me ajude a divulgar pois é um absurdo td isso e eu e meus companheiros acs's já pensamos em desistir e pedir as contas ou teremos q em breve *PAGAR PARA TRABALHAR!!!!!*

Obrigada.

Leitora

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Opinião

Se não puder ajudar, favor não atrapalhar...

Arthur Godoy Júnior

Meus amigos leitores, minhas queridas leitoras. Há alguns dias, no período noturno, uma pessoa do sexo masculino estava nas dependências da Unidade de Pronto Atendimento. Aparentava estar drogado e agitado. O próximo passo foi começar a fazer baderna no local, desrespeitando os pacientes, mulheres e crianças. Foi necessário chamar a Guarda Municipal, que ali presente imobilizou o rapaz e o retirou da unidade. Possivelmente, foi levado para a delegacia de polícia. Nada de mal, na prática, aconteceu ao jovem. Não foi encontrado morto em terreno baldio, muito menos consta como desaparecido.

Uma jovem que ali estava sacou o seu telefone celular. Possivelmente bem intencionada, mas mal instruída, passou a gravar a situação apontando "agressões" que o rapaz estaria sofrendo. Fez um "ao vivo", jogando nas redes sociais as imagens - juntamente com a sua narrativa. Uma repórter do povo, defendendo os fracos e oprimidos. Não vou entrar aqui no mérito se o rapaz estava ou não drogado, se ele é ou não vítima da sociedade ou que seu lugar era numa vala qualquer longe do convívio social. Deixo esse debate ao público e particulamente, acho uma perda de tempo. Prefiro me ater a dois pontos: a ação da guarda e a da "repórter do povo".

A UPA é um local onde pessoas que esperam já enfrentam uma situação difícil: uma doença - seja ela própria ou de familiares. Esta claro que a unidade não vem comportando o número de pacientes e a espera é demorada. Então, a lista de espera deve ser respeitado (com exceção de casos graves) e a civilidade precisa ser mantida a qualquer preço. Se a guarda foi chamada é óbvio que o rapaz estava sendo inconveniente. E se não era um surto psicológico ou psiquiátrico - que devem ser acompanhados por um profissional devidamente capacitado - a retirada precisa ser feita da melhor maneira possível e caso necessário com o uso moderado da força.

Ocorre que no mundo tecnológico e globalizado, todo mundo virou repórter. Com o celular na mão, as melhores fotos e vídeos são perseguidos a todo momento. E se possível, com polêmica. Enquanto os guardas realizavam o trabalho de contenção do rapaz, a jovem gritava ao lado. Ela simplesmente não conseguiu visualizar o conjunto dos fatos e simplesmente resumiu tudo com a história de "estão agredindo o rapaz". Isso acontece em Catanduva, em São Paulo, no Acre em todos os locais onde a sociedade se coloca - antes de mais nada - contra as Autoridades e seus agentes. Resumindo: contra o Estado. O registro do fato poderia servir como um documento de um acontecimento, mas perdeu-se para a busca pela tentativa de acusar guardas municipais de um abuso de poder. Não foi o caso.

A Polícia Militar está adotando uma estratégia para isso. Cada popular que saca a sua câmera para a gravação de uma abordagem - o que coloca em risco a segurança dos próprios policiais - está sendo levado para a delegacia como testemunha. Não estou defendendo aqui qualquer tipo de abuso, agressão ou violência. Mas as pessoas precisam discernir o que é uma abordagem prática, profissional, de força moderada e uma agressão gratuíta e desnecessária. Se realmente estiver ocorrendo um abuso, registra-se. Caso contrário, favor deixar os agentes da autoridade fazer o seu trabalho. Sem alarde, escândalo ou qualquer tentativa de se criar uma comoção ou tumulto. Tanto é que as pessoas que estavam na UPA assistiram tudo de longe, caladas, sem qualquer interferência.

Dia desses dois policiais foram fazer uma abordagem num traficante de drogas que estava armado. Vocês acham que numa situação dessa dá para ler os direitos universais? O rapaz tentou uma reação, foi imobilizado, algemado, desarmado e no meio da confusão um rapaz de uns 21 anos gritava com o celular na mão que os policiais estavam agredindo "o pobre cidadão". Por sorte, não se criou um tumulto maior e os soldados conseguiram fazer o seu trabalho. Agora, imaginem se algumas pessoas começassem a se revoltar, sem saber o que realmente estava acontecendo, e partissem para cima dos policiais? A irresponsabilidade de um colocaria agentes da Lei, fazendo o seu papel, em real risco de vida.

Repito: em caso de abuso, os apetrechos tecnológicos servem para que a população não apenas registre a ilegalidade como que sirvam de provas para processos e avaliação da sociedade. Mas isso precisa ser feito com responsabilidade e perceber que podem existir desdobramentos indesejáveis. Em todos os casos existem lados e lados. Na dúvida, melhor esperar saber exatamente o que está acontecendo. E em caso de abuso, defenderei o injustiçado e darei parabéns a quem teve a coragem de trazer isso a público. Pois esse também é o papel da imprensa: separar o joio do trigo.

Não sei se o rapaz estava drogado. Sei apenas que os pacientes da UPA e os próprios funcionários da unidade precisam ser respeitados e ter a segurança garantida. E sugiro que da próxima vez ocorra uma avaliação médica, para uma imobilização e quem sabe uma medicação para relaxamento. E se o caboclo der uma de valente, força moderada, algema se necessário e encaminhamento para a autoridade competente.

A lei e a ordem precisam ser mantidas.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

- Oi gente, tudo vey well? Já voltaram da praia? Estão todos prontos para mais uma semana de trabalho? Este colunista mais que social não costuma frequentar balneários em feriado prolongado, pelo simples fato que possivelmente, por azar e maldição, corro o risco de encontrar algum pé rapado que passou cinco anos economizando para conhecer o mar ou tirar foto em piscina para colocar no Facebunda. Pobre adora tirar foto dentro de piscina ou do lado do mar. Se estiver segurando espetinho de camarão ou "bebendo uma gelada" melhor ainda... Gente do céu, vocês já viram membros da nata mais que social enchendo a cara no Facebunda? E a nata quando se embriaga prefere as melhores safras, nas melhores rodas sociais. Foi pra praia? Tirou foto com o pé na areia? Não é da nata mais que social...

- Quem esteve visitando esta nossa comunidade - para azar dos pachalenses - foi o tal Godoy, editor deste Pastando a Limpo. Gente do céu, o homem tá parecendo um leitão. Acho que não comprou camisa do Grêmio Pachalense por não ter o tamanho XXXXGGGGGXXX. É daqueles que quando chega em rodízio o dono do lugar bate a mão no rosto e começa a chorar. Ainda mais em tempo de crise. Podem perceber que gordo não recebe convite para casamento. Come feito um condenado e na hora "da gravata", sai para ir ao banheiro. Este é o caso do Processado Godoy. Coisa feia....

- Well, mas este colunista mais que social aproveitou para um encontro com o dito cujo onde discutimos situações pendentes e de urgente solução. Principalmente o meu salário. Apresentei-lhe uma série de exigências para a renovação de contrato com o Pastando a Limpo. O tal jornalista engasgou com um bolinho de bacalhau ao ver o pequeno valor de pró-labore exigido por este colunista mais que social. Disse que com esse dinheiro dava pra construir cinco pontes da Matilat e ainda sobrava um valor para tomar um sorvete no MacDonalds...

- Como já dizia o capitão de Pedro Álvares Cabral, "se quiser pisar no chão da praia vai ter que dormir no porão", este colunista fez ouvidos moucos à velha choradeira de que "tenho filha pequena para criar"., e manteve cada centavo. Sob o risco de aceitar convite de Rodriguinho Gabas para escrever no jornal O Passional. Vendo que não teria mais chance de negociação, só restou ao jornalista de Pastando a Limpo aceitar as condições. Mas saiu reclamando que a família iria passar fome. Well, well, well, e desde quando a família do Godoy não teve que vender o almoço para comprar a janta?

- Feitos os devidos acertos salários e cachês, o colunismo mais que social deverá continuar por aqui. Para a sorte da nata mais que social da Pachalândia, pessoas de "bens", que mantêm a economia riopretense a todo vapor...

- E falando em vapor, temos que louvar a iniciativa de nosso amado Rei Fonsinho (vocês pensavam que este colunista mais que social iria esquecer de falar de nosso monarca, não?), em transformar a Pachalândia em ponto turístico internacional. Hoje, todo mundo está tirando foto ao lado da ex-ponte da Matilat. Um belo buracão, daqueles grandes, bem localizado. Famílias inteiras param ao lado do buraco, como se fossem as Cataratas do Niágara.... Isso gente, é a visão futurista de nosso amado Rei. Sem a ex-ponte, essa nossa comunidade ficaria sem assunto...

- E falando em turismo, pelo saboroso clima local, a Jundiá-nos, empresa de transporte quase coletivo local, apresentou nesta semana sua nova frota:

- Faz mais de 40 kms com um único litro. E não teremos que aguentar velhinho aposentado mostrando RG. E se mostrar, quero ver conseguir subir. São veículos que se adaptam ao nosso agradável clima, e praticamente consegue passar por toda a nossa Pachalândia. Até mesmo em locais quase instransponíveis, como os buracos que registramos - por culpa do Vignólio - em alguns bairros. E pela velocidade, vão simplesmente diminuir o atual tempo de espera e encurtar o tempo de viagem...

- Pois com as linhas da Jundiái-nos, o pachalense roda tanto, mas tanto, que até se esquece para onde está indo...

- Esta semana este colunista mais que social esteve no gabinete de nosso amado rei. Gente do céu, ele estava preparando "novas armas políticas" para conseguir conversar com serenidade com a Câmara dos Lords:


- Rei Fonsinho reclamou que não estava conseguindo a aprovação de projetos importantes para o Reino. Expliquei-lhe que desde que Guilherme Grandinho estava para virar Papai, este colunista mais que social já sentia que o setor comunicativo de nosso reino estava carente. Após ouvir com a atenção as propostas de nosso Rei para a Pachalândia, consegui colocar de forma clara e cristalina seus desejos:

- Vamos aos projetos e explicações.

- Isenção para novos comerciantes:

- Claro, não? Não vejo por qual motivo nossos Lords insistem em querer atrapalhar o bom andamento dos projetos de nosso amado Rei Fonsinho. Deve ser por simples inveja de sua beleza mais que natural. Pois vamos e convenhamos, todos nós temos que admitir que Rei Fonsinho é sinônimo de simpatia, bom humor e beleza local.

- Mas continuando. Em seguida, temos o projeto de impostos para bairros e loteamentos:

- Gente do céu, vamos colocar mão na consciência. Como podem dizer que não entendem o projeto de nosso querido Rei Fonsinho. Está claro, principalmente nos artigos mais importantes. E como nosso Rei diz com todas as letras: "não vai subir imposto". Será uma simples adequação. Vejam bem. Quem paga hoje R$ 1.200,00 de IPTU em duas vezes. O coitado sofre com esta taxa. Já pensou, gente, parcelas de R$ 600,00? Isso pesa no bolso do pachalense mais pobre. Assim, nosso Rei criou a fórmula "Casas Bahia". Você paga um pouquinho por mês. Ao invés de duas parcelas de R$ 600,00, o que é um absurdo, o pachalense terá que pagar míseros R$ 200,00. Não é bom? Não melhora? Serão apenas 48 parcelinhas que cabem no bolso de qualquer um... Mas a oposição não consegue ver essas coisas. Mas é apenas para fazer com que nosso Rei Fonsinho não consiga governar para os mais necessitados da nossa comunidade: os ricos...

- Pois gente, vocês têm que saber que governar para os ricos é dar chances aos pobres. Afinal, quem vai dar esmola nas esquinas? Já viu pobre dando esmola? Pobre implora esmola. Por isso, como diz o nosso amado, "é dando que se recebe". Por isso, pachalenses, vamos começar a colocar a mão no bolso....

- E temos também o projeto do lixo na SAEC...

- Este projeto é o mais simples. Funciona da seguinte maneira. Os pachalenses da oposição estão dizendo que o governo do Rei Fonsinho está sendo um lixo, o que diga-se de passagem é uma mentira deslavada. O que nosso amado pretende é passar o lixo para a SAEC. Com isso, o pachalense deixa de pagar a taxa no IPTU e fica livre para pagar a mesma taxa dobrada na conta de água. Será que é tão difícil entender isso? Por exemplo, temos o caso da dona Maria (nome de pachalense desprovida de recursos financeiros básicos). Ela paga a taxa de R$ 89,90 no IPTU do Bom Pastor, que custa R$ 8.917,00. Pois com o projeto de nosso amado, esta taxa sai do IPTU de dona Maria, que com grande felicidade começará a pagar na conta de água simbólica de R$ 817,00. Para arredondar, dona Maria pagará uma conta só de R$ 1.000,00.

- E com este dinheiro que o Palácio Municipal deixará de pagar, vai sobrar recursos para nosso amado Rei contratar empresa terceirizada para estudar como aumentar recursos através da cobrança de impostos.

- Snif....snif....snif..., e ainda tem ingrato da oposição dizendo que nosso amado Rei não governa para o povo. O que mais vocês querem? O nosso Rei até "come no quilo", quando viaja. Tudo isso para economizar em prol da pachalândia. Ingratos! Bem disse o nosso Cindomar Ponto: Moisés comeu o pão que o diabo amassou para matar todo mundo no deserto. Rei Fonsinho, este colunista mais que social presta suas homenagens...

- O assunto da semana foi a pequena onda de ar quente que está passando por nossa Pachalândia.

- Gente, é mais uma iniciativa de nosso amado Rei Fonsinho para incrementar o nosso turismo. Muitos pensam em conhecer o deserto, mas não têm dinheiro para ir até a prainha de Sales. Assim, agora poderão curtir o calorzinho do Saara em plena rua Brasil. E ainda proporcionamos um slogan para o comércio: "Na Pachalândia, temos o comércio mais quente da região". Se cuida, Evandrinho da Odynho....

- E do mais a mais, é melhor o pachalense reclamar do calor do que reclamar do Rei Fonsinho, não?

- E você que é pobre, sente numa bacia e brinque de Ofurô. Quem não tem cão, caça com salsicha, ora bolas...

- Well, well, well, e com estas e outras este colunista mais que social se despede dos pachalenses, prometendo voltar na próxima semana. (Isso se o tal Godoy me pagar). Deixo um beijo no coração das amadas pachalenses. E para os pachelenses, vão plantar coquinho. (Arlindo Gutemberg, em sua sauna particular, com 42 odaliscas e algumas damas locais que estão aproveitando que os maridos estão pescando).


Opinião

Prefeitura de Catanduva – Pensando Alto....

Gisele Faganello Lahoz

Ontem quando passei de carro ao lado da prefeitura de Catanduva, subindo a rua maranhão, fiquei me perguntando qual o critério que o departamento que cuida da jardinagem da cidade usa para desempenhar suas atividades. Bem na “fuça do prefeito” o jardim lateral do Paço Municipal está em plena terra. Antes com plantas vistosas, hoje não tem uma mudinha para ser regada.... terra mesmo. Depois que a praça da Matriz ficou pronta certo dia passei na esquina da Brasil com Minas e vi que vários funcionários removiam mudas que lá estavam plantadas (necessárias para aquela área como no projeto do paisagista responsável que custou uma fortuna para os cofres públicos) deixando o canteiro feio e nunca mais teve reposição das mesmas.

Reparem que hoje esses canteiros estão bem feios mesmos (aliás como aquela escuridão ... com todas as luzes dos bancos queimadas). Em gênero, numero e grau em todos os outros canteiros da mesma praça e da 9 de Julho.

Falando na Praça 9 de Julho, a praça onde fica meu apartamento, desde quando aquela arvore foi cortada em frente a fonte d’água nunca mais plantaram nadinha naquele espaço. O que tem hoje (avariado por sinal) foi o que cresceu ali da folhagem que existia antes de uma forma bastante irregular e anti-estética . Na mesma Praça 9 de Julho tem muita depressão no piso (afundou mesmo em vários locais). Acho que estão esperando uma dessas centenas de pessoas idosas que passam por ali, levar um tombo, quebrar um fêmur e acionar a prefeitura pelo descaso em arrumar a pavimentação da segunda praça mais importante de Catanduva. Estamos falando em região central da cidade. Onde muitos passam o tempo todo e “seria o cartão postal da cidade Feitiço”.

Li no site da prefeitura que funcionários do Viveiro de Mudas participam de capacitação e que a equipe do Viveiro de Mudas, que lida direta e indiretamente com arborização urbana, participou de curso de capacitação e treinamento sobre a “escolha e preparo de sementes para germinação, semeadura, repicagem e desbaste, preparo das embalagens e tratos culturais”. Tá... e quando isso vai para os locais certos ? Está faltando o que?

Vez que outra até me aventuro a opinar com pessoas ligadas a administração sobre o que vejo precisando de HELP (mando email e mensagem inbox no Facebook) .... sei que é difícil administrar uma cidade e seria de bom tom ouvir de vez em quando as opiniões que chegam no intuito de ajudar. Mas às vezes nem recebemos resposta das nossas opiniões (não estamos em época de campanha eleitoral mesmo...rsrsrsr) . Mas isso me deixa com a pulga atrás da orelha sobre o sistema de administrar.

Outro fato que me incomoda é passar pela porta da Secretaria de Educação na Rua Amazona e me questionar também porque o setor que cuida da manutenção não repõe o verniz marítimo (necessário para barrar um pouco o efeito do sol) naquela linda porta da entrada que toma sol desde o dia da reforma e até hoje nunca mais viu uma mãozinha de tinta. Notem quando passar por lá, como está esbranquiçada de tanto sol que bate nela. Deixam estragar tudo para depois gastar uma fortuna para reformar ou demolir. Realmente não entendo o critério para administrar e não estamos aqui falando de crise... é como em nossas casas se arrumarmos na hora que estraga, é possível manter sem gastar muito.

Pelo sim.... ou pelo não.... estou pensando alto.

Gisele Faganello Lahoz (Jornalista – MTB 76727 / SP)



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Dia seguinte...

- Então, quer dizer que se não aprovasse o projeto os funcionários não teriam aumento de salário???


Enquanto isso...

- Moisés, onde tu estás?

- Agora, deve estar tirando a ovelha do brejo...




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Aguardando atualização...



Tempo e temperatura


Em algum lugar do passado...

Amigo é coisa para se guardar...

Filiação de Roberto Cacciari no PMDB. Com a presença de Afonso Macchione, Temer e Edinho Araújo...O final da história todo mundo conhece...


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