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Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

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São Paulo, 16 de abril de 2019

Atualizado às 10h30

online


Abandono

LARVÁRIOS SOBRE RODAS!

Número de veículos abandonados na cidade é ignorado pela Secretaria Municipal de Trânsito e Guarda Municipal (que também tem o poder de multar). Resultado: a cidade tem vários focos de criadouros do mosquito da dengue espalhados pelos quatro cantos de Catanduva.

Na foto acima, um Gurgel que esteve abandonado há anos no Jardim Salles, na frente do Posto de Saúde. Imagens que circularam pelas redes sociais mostraram claramente milhares de larvas do mosquito Aedes Aegypti se reproduzindo na água parada dentro do carro.

São dezenas de carros deixados nas ruas da cidade, sem uma providência do poder público. Segundo uma fonte da Vigilância Sanitária, o órgão não tem poder de guinchar os carros, mas comunica o problema à Secretaria de Trânsito. É emitida uma notificação para que o proprietário tome providências em 30 dias. Geralmente, isso é ignorado, e os responsáveis pelo trânsito nada fazem, deixando o carro no local.

No caso do Gurgel, após a denúncia de seu abandono e o larvário, o responsável providenciou sua remoção.


Quer um gole?

AGORA COM AGROTÓXICOS!


Comissão Processante

SUBSTITUIÇÃO!

SAI...

ENTRA...

A Câmara Municipal de Catanduva, através da maioria de seus vereadores, decidiu na noite de ontem, quarta-feira, que o vereador Cidimar Porto está fora da Comissão Processante que investiga os atos do prefeito Afonso Macchione nos carnavais de 2010/2012. Macchione foi condenado em duas instâncias por improbidade administrativa, acusado de fraccionar as compras daquelas festas e assim burlar a Lei de Licitações. Cidimar Porto não só era comissionado pelo prefeito como diretor do departamento de compras como também esteve na Capital, com dinheiro empenhado, comprando parte dos produtos. Apesar de não ser réu na ação movida contra o prefeito, Porto foi considerado pelos vereadores como suspeito não apenas na condução dos trabalhados da Comissão Processante como também na votação final.

Votaram pela sua permanência os vereadores: Amarildo Davoli, Nilton Cândido, Ivan Bernardi, Onofre Baraldi e o próprio Cidimar. Aliás, a participação de Cidimar na votação de um assunto que lhe diz respeito, desta natureza, pode ser alvo de questionamento jurídico por alguém que se sentir interessado. Pela saída do vereador votaram os vereadores Daniel Palmeira, André Beck, Gaúcho Lula, Wilson Paraná, Ditinho Muleta, Maurício Gouvêa e Enfermeiro Ari.

O lugar de Cidimar Porto será ocupado, inclusive a presidência, por Amarildo Davoli que foi escolhido através de sorteio.

Logo após a decisão do plenário, Cidimar Porto disse que irá recorrer ao Judiciário para voltar a ocupar a Comissão Processante. Porto diz que está sendo injustiçado e que a permanência na Comissão e o voto são um direito seu.

Na votação final, seu lugar será ocupado pelo suplente, José Alfredo.




Minuto de silêncio

Aqui jazem os 5% do nível universitário. Enquanto esteve entre nós foi fiel, supriu nossas dificuldades. Praticamente, foi um membro da família. Já estava incorporado ao nosso cotidiano. Morto na flor da idade, por uma denúncia anônima.

Descanse em paz



Saúde?

UPA DE CATANDUVA, SEGUNDA-FEIRA, 19H30

Situação que flagela pessoas doentes e funcionários, Sistema de Saúde catanduvense demonstra claramente que está mal administrado, mal organizado, insuficiente e sem investimentos. O resultado: pessoas passam horas para conseguirem atendimento, seus problemas diagnosticados e receberem medicamentos

Uma única Unidade de Pronto Atendimento para uma cidade de 120 mil habitantes. Postos de saúde com falta de médicos, centro de especialidades com carga horária de profissionais reduzida, e muitos de licença ou férias. Após dois anos de governo Afonso Macchione, não houve uma única iniciativa para que o catanduvense pudesse ter uma saúde de qualidade. Muito pelo contrário. Baseado apenas em único e estatísticas, e muita conversa, o secretário de Saúde Ronaldo Gonçalves usou espaço concedido na Câmara Municipal para dizer que já foi premiado. O problema é que entre o discurso articulado e a realidade do cidadão, existe uma diferença gigantesca.

Em plena época em que a dengue vai derrubando um por um dos catanduvenses, e a administração se mostra incapaz de combater o problema, a Unidade de Pronto Atendimento da cidade - que tem como gestora o Mahatma Gandhi - vem recebendo um número de pacientes muito superior ao que pode suportar. Pacientes em longa espera, de horas, e funcionários sobrecarregados são uma constante. A possibilidade da construção de uma nova UPA na região do Parque Flamingo ou Jardim Imperial não saiu das boas intenções. O governo federal e o estadual não enviaram qualquer verba, e os recursos próprios da prefeitura - que vai gastando R$ 10 milhões na canalização do Rio São Domingos - se perdem pela terceirização do serviço.

Na noite desta segunda-feira, dezenas de pessoas esperavam na UPA. Uns, com dores pelo corpo, outros, com febre. Os funcionários, tentando resolver o mais rápido possível uma situação caótica. Nem mesmo os equipamentos destinados para o atendimento são suficientes. Está nas redes sociais, a foto de uma senhora que está tomando soro e o frasco pendurado em uma planta.

Oficialmente, em abril, já foram notificados 204 casos de dengue, sendo 194 em investigação.


CONTAGEM REGRESSIVA

PREFEITURA TEM 03 DIAS PARA APRESENTAR PLANILHAS INDIVIDUALIZADAS DE VALORES A PAGAR PARA OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

E contando....





CANAL ARTE DA GUERRA

Comandante Robinson Farinazzo Casal


Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.


- Os debates que culminaram no afastamento de Cidimar Porto da Comissão Processante começaram logo após a leitura dos primeiros documentos recebidos pela Câmara e duraram mais de uma hora.

- Cidimar se defendeu e disse que se for afastado será uma injustiça, pois estão cerceando o seu direito de votar - que lhe foi dado pelo povo.

- Pedido de afastamento de Cidimar foi apresentado pelo radialista Fernando Galhardo, que estava presente na sessão e acompanhou a fala de todos os vereadores.

- O vereador Wilson Paraná ocupou a tribuna e já deu a entender, logo de início, que iria votar pelo afastamento.

- Nilton Cândido defendeu Porto, alegando que o colega vereador não foi processado pelo Judiciário, e disse que se fosse constatada alguma irregularidade, ele e Onofre Baraldi - o outro membro da Comissão - seriam os primeiros a pedirem o afastamento de Cidimar.

- Tem horas que Nilton Cândido fala algumas coisas que a gente fica em dúvida se ele realmente acredita no que está falando.

- Mesmo os vereadores da situação, em seu discurso, deixaram claro que é ponto pacífico que o prefeito Afonso Macchione cometeu improbidade administrativa no fraccionamento de compras dos carnavais de 2010/2012.

- A defesa feita pelos aliados de Cidimar foi mais ou menos na base de "o prefeito errou, tudo bem. Mas o Cidimar não estava nessa....ou estava cumprindo ordens".

- O vereador André Beck ocupou a tribuna onde defendeu tecnicamente o afastamento de Cidimar Porto e informa que independente do resultado, quem perdesse a causa - afastamento ou não - iria procurar o Judiciário para reverter a decisão.

- Foi uma premonição já que dentro da própria sessão, numa entrevista, Cidimar Porto anunciou que nesta quarta-feira já estará procurando o judiciário.

- Em sua fala Amarildo Davoli declarou que tem vergonha de ser vereador da Câmara Municipal de Catanduva. Para ele, todo mundo, na Câmara, tem lado e acusou a Comissão de Ética de ter algo pessoal contra o vereador Cidimar Porto. Disse que está sendo feita uma "palhaçada".

- Davoli foi além. Para ele, muita gente - vereador - tem telhado de vidro, e avisou que "lá na frente, podem dar com o burro na água". "Se fosse em outros tempos, esse parecer estaria na lata de lixo" e desceu a lenha nas redes sociais. Completou afirmando que existem vereador legislando em causa própria. E avisou: "vamos devagar que o andar é de barro, ele pode cair e quebrar o pescoço".

- A fala de Amarildo Davoli teve contornos de ameaça.

- O vereador Maurício Gouvêa quis exemplificar o caso e usou como exemplo, hipotético, um assalto. O cidadão assalta um banco, enquanto outro espera com o carro lá fora. Ambos fogem, mas apenas quem estava dentro do banco é preso. O motorista do carro faz um curso, se forma em direito, vira juiz....

- "É a mesma. Esse juiz pode julgar o colega que assaltou banco com ele"?

- Cidimar Porto reagiu lembrando que não assaltou nada.

- Para variar, Maurício Gouvêa aproveitou a oportunidade e cutucou o pré-candidato a prefeito, Roberto Cacciari. Disse que o empresário tem vários amigos e familiares na prefeitura e faz reunião escondida com o prefeito municipal Afonso Macchione. "Eterno vice do Afonso", declarou.

- Cidimar Porto voltou a ocupar a tribuna dizendo que sua participação seria imparcial, e defende a operação apontada como ilegal pela Justiça. O vereador declarou que Afonso Macchione tem sido tratado como bandido e os secretários como vagabundos.

- Amarildo Davoli voltou a falar e pediu desculpas dizendo que não poderia ter falado que o parecer em outros tempos estaria na lata do lixo, mas alertou que a partir de agora as coisas vão esquentar na Câmara, e aponta que tem vereador apenas fazendo politica na Câmara. Diz que pretendem sangrar e não cassar. Para ele, tem munícipe que não tem nada para fazer e quer impor sua vontade na Câmara. E avisa: "quero ver quem será macho a partir de agora".

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Para não ficar boiando". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Ditinho Muleta propõe “Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais”

O objetivo do programa é promover, salvaguardar e estimular a alimentação adequada e saudável aos alunos da rede municipal de ensino

Na segunda-feira, 15 de abril, o vereador Benedito Alexandre Pereira, o Ditinho Muleta (DEM), protocolou na secretaria da Casa de Leis, o Projeto de Lei que dispõe sobre a instituição do Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais.

Segundo o parlamentar, o objetivo do programa é promover, salvaguardar e estimular a alimentação adequada e saudável aos alunos matriculados em todos os níveis do ensino oficial do Município de Catanduva.

“A formalização do projeto se justifica não só pela incumbência legal, mas porque, na nossa prática diária, durante os momentos das refeições, as crianças já são orientadas a ter uma alimentação adequada e a oportunidade de socializar com outras e com profissionais que lhe servem e dão atenção a sua alimentação, ora elogiando-as e encorajando-as a comer, ou até mesmo chamando a atenção do seu comportamento à mesa, já que maus hábitos alimentares estão associados a diversos prejuízos à saúde, como por exemplo a obesidade”.


Opinião

Não é 6 por 6!

Arthur Godoy Júnior

Minutos após a Câmara Municipal decidir que Cidimar Porto deveria deixar o campo da Comissão Processante e através de sorteio ser substituído por Amarildo Davoli, os grupos de WhatsApp do site Passando a Limpo e outras redes sociais receberam manifestações de leitores catanduvenses apontando que estava se trocando "seis por meia dúzia", já que Davoli iria ocupar com maestria - pró-prefeito - a posição de Porto. Esta pode ser a primeira reação das pessoas ao ouvirem o nome de Davoli: achar que um aliado do prefeito, que a tudo obedece, está ocupando o cargo de presidente da Comissão e irá mexer seus pauzinhos para tudo isso virar uma grande pizza.

Porém, para quem conhece um pouco a política e acompanha os bastidores, a coisa não é bem assim. Com a escolha de Amarildo Davoli como presidente da Comissão, uma espada afiada paira sobre as cabeças tanto de Macchione quanto do próprio vereador. O resultado disso tudo vai depender dos caminhos que tanto o prefeito quanto Amarildo vão decidir trilhar. Não há dúvida alguma que Amarildo faz parte da base de apoio de Macchione, como também é claro que ele está insatisfeito com alguns rumos do governo, não perde oportunidade na tribuna para fazer críticas em relação a algun setores e ocupantes de cargo de confiança - principalmente na saúde - e não vem sendo contemplado pelo governo com aquilo que acredita ser de direito: espaço político dentro da prefeitura.

Ao contrário de Cidimar Porto, que manda e desmanda nos cargos e indicações - inclusive de secretários - Davoli não consegue fazer com que equipes da prefeitura construam uma lombada. Porto, na comissão, seria um artífice completo das vontades do prefeito e não tenho dúvida que iria defender com unhas e dentes a legalidade das compras julgadas ilegais pela Justiça. Amarildo Davoli pode até se prestar a este tipo de papel, desde que tenha, em contrapartida, uma atenção do governo e posso reverter isso em força política dentro da administração. O que Macchione teria facilmente - a obediência cega de Cidimar Porto - vai precisar agora recompor seu relacionamento com Amarildo Davoli. Com um detalhe: a cada dia que passa o governo vai definhando e sumindo, o que prejudica ainda mais a posição do prefeito. Afinal, será que Amarildo vai querer entrar numa administração capenga, com claras dificuldades e com a popularidade no fundo do poço?

Vale lembrar que o prefeito já não está no PSB, então nem colegas de partido são mais. Pelas dificuldades administrativas, os papagaios jurídicos e a impopularidade que vem enfrentando, a possibilidade de Macchione tentar uma reeleição são remotas. Amarildo Davoli está disposto a pagar esse preço para defender um zumbi político? E Macchione, está interessado em se curvar às vontades de um vereador que sabe exatamente o que deseja dentro do governo e pretende colocar tudo isso na mesa? Se Amarildo sair trabalhando publicamente pró-Macchione, vai sepultar de vez sua imagem. Se Macchione se curvar ao vereador, terá que cumprir extensa e infinita agenda de pedidos. Agenda esta que já deve estar lotada já que o prefeito tem ao seu lado o presidente Luis Pereira. E na altura do campeonato, o prefeito está disposto a vender a alma para ficar na cadeira?

O caminho para o Paraíso é estreito. Nessa história, um só vai conseguir entrar. Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

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Opinião

A arte de esgaravatar com palavras nomes antigos de CTV ou Canto fúnebre para o Rio São Domingos

Luiz Roberto Benatti

Minguta

. mingo, mínimo, filho mirrado do Rio São Do[mingo(s)], Minguta descalço e de calça arregaçada para vadear o córrego dos Coqueiros, indumentária trazida de Lambari,SP

Índio/Índico/indu/Índia

. o Rio Ganges: a Índia, a água, o fogo, a cura dos males, o rio, o índio, o curso do rio, o sonho maníaco de Marco Pólo, papel e pólvora, o delí[rio] de Cristóvão Colombo, o dis/curso, rápido ou vagaroso, do rio, a miscigenação ítalo/hispânico/germânico/luso/árabe/asiática das águas fluviais, a voz pedregosa do rio, águas preguiçosas do rio, águas sujas do rio, velhas rusgas do rio, águas podres do rio

Caiouá

. o índio à procura do rio refina o ouvido e mete o rio na concha auditiva, Turatto terena procura o índio, peito nu, bigode desalinhado, óculos remendados com esparadrado, camarão sete-barbas e cachaça, mas o índio não estava ali, além, alhures, nenhures, o índio era sombra de sombra de sombra dum mongol gêngis khan que passou/pousou na clareira, Turatto esgaravatou, recolheu fragmentos de cerâmica e parecendo doido gritou:"Caiouá!"

Turatto

. turrão, liga motocicleta na mesadasaladazonadomeretrício às 3 da matina para desespero do Expedito, paschoal turão, a Gália, o Rubicão, alea jacta est, CTV, sem amparo, para o que der na veneta e vier, agora ou nunca, Turatto vai fisgar o País da Neblina

Soto:Jardim Soto

. sota: movimento das águas propício ao desembarque, sotoposto, sobreposto, cachorro sentado onde e quando?, Minguta viu pegadas de índio no saibro, o caiouá rompeu neblina com facão e avistou a sotaina vulturina do Pe. Albino, Turatto terena acompanhou com olhos míopes o sobrevôo dum falcão na Rua Altair

Albino

. minhoto, milhafre, distante das águas do Minho, para lá da ilha, do ex/ílio africano rumo às margens do Japurá/S. Domingos, onde tudotudotudo recomeça com

Você eu seu pai meu filho seu

. o que você veio fazer aqui? Quem é você? Procurar o pai, como o estranho barqueiro de João Guimarães Rosa nA terceira margem do rio?, você veio porque tinha de vir, você veio para olhar para o espelho do Japurá e se ver e dizer-lhe estou aqui, meu mingo Japurá, mas tudo ficou borrado, Turatto e o índio mortos, Pe. Albino e o falcão mortos, Minguta e a calça arregaçada mortos, tudo ficou opaco, escuro, encapsulado, breu com breu, fade out.


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