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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 22 de março de 2019

Atualizado às 07h00

online


A notícia mais importante desta atualização

Após reportagem da Folha sobre compra de carnes, Julinho Ramos deixa Secretaria Estadual da Educação

Todos os detalhes, logo abaixo...


CONTAGEM REGRESSIVA

PREFEITURA TEM 26 DIAS PARA APRESENTAR PLANILHAS INDIVIDUALIZADAS DE VALORES A PAGAR PARA OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

E contando....







CANAL ARTE DA GUERRA

Comandante Robinson Farinazzo Casal



Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.


- O ex-vereador Julinho Ramos não atua mais como coordenador da Secretaria Estadual da Educação.

- Sua exoneração foi anunciada ontem, quinta-feira, após o jornal Folha de São Paulo ter publicado reportagem informando que o setor coordenado por Ramos tinha contratado empresas de fornecimento de produtos para a merenda escolar que estavam suspensas pelo Ministério da Saúde.

- Segundo o jornal, entre as irregularidades apontadas pelo Ministério e que causaram a suspensão dessas empresas - frigoríficos - está o fornecimento de carnes em desacordo com o contrato firmado. Seria uma fraude econômica.

- Mais ou menos como se a empresa entregasse alcatra no lugar de picanha, e recebesse pela picanha.

- Para o jornal, a Secretaria de Educação informou que Julinho foi afastado e exonerado. Ele ocupava cargo de confiança desde a gestão Márcio França. O ex-vereador, porém, disse que pediu a exoneração que já se arrastava há meses.

- Julinho negou as irregularidades. Informou ainda que uma das empresas suspensas já foi liberada pelo Ministério da Saúde.

- No início da noite, o ex-vereador soltou uma nota ao site Passando a Limpo, republicada nas redes sociais, onde fala sobre o assunto.

Diferente do publicado, todos os contratos foram assinados antes das notificações do Ministério da Agricultura. Assim que notificada, a secretaria não comprou mais nada, até por que os mesmos haviam sido suspensos. Após a notificação, no dia 19 de fevereiro, assinei portaria que instalou processo de apuração e sanção contra os notificados. Os produtos comprados anteriormente às notificações, estavam laudados e certificados pelo Ministério da Agricultura e por laboratório credenciado pela Anvisa - Ministério da Saúde, como pode ser visto em documento anexo. Inclusive, um deles, já reabriu na data de hoje.

Tudo na vida tem seu ciclo, começo, meio e fim. Chegou a hora de voltar pra casa! Foram dois anos incríveis e de muito aprendizado. Fizemos muito! Desde a renegociação de contratos, melhor aplicação do dinheiro público, a construção do Termo de Referência Unificado de Transporte, a retomada da Agricultura Familiar e a implantação das atas de hortifrúti, triplicando o numero de gêneros servidos. Cortamos com produtos enlatados e os produtos em pouch. Aumentamos em 600% a compra de produtos em natura. Fizemos mais de 3000 intervenções infraestruturais, em todo o estado. Pra Catanduva, não foi diferente. Mais de 7 milhões investidos em obras (Creche do Nova Catanduva), retomada de obras (Creche do Glória e Boa Vista), reformas em escolas estaduais, compra de novos mobiliários e um ônibus. Mas, independente de todas essas conquistas, nada foi melhor que poder conhecer pessoas. Conhecer pessoas que se dedicam e trabalham dia a dia pra melhorar a vida das pessoas. Aprendi também que atrás de planilhas, existem pessoas, pessoas que necessitam e depende do estado. Não adianta termos a infraestrutura necessária, se o aluno termina o ano sem aprender a ler. É preciso mais! Agradeço a todos que me acolheram e que acreditaram e confiaram no projeto. Não poderia deixar de agradecer quem me estendeu a mão e me trouxe para esse mundo apaixonante que é a educação, João Cury Neto. Agora, tiro uns dias para descansar, renovar as energias e voltar com tudo. Logo compartilho com vocês as novidades!

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

Não temos dinheiro...

Arthur Godoy Júnior

Sabe aquele cidadão que lhe deve, diz que não tem dinheiro, chora as pitangas mas volta e meia aparece nas redes sociais em viagens com a família, sorridente, barrigudo, sentado em cadeira de praia, com cerveja na mão e dizendo que isso é que é vida? Sabe aquela senhora, que deve para Deus e todo mundo, foge dos credores, mas adora sair com roupa nova e tira foto ao lado da cama, em frente ao espelho do guarda-roupa, dizendo que "me aguardem"? Então, é mais ou menos neste patamar que vemos a prefeitura de Catanduva tratar a situação dos atrasados de 2015 dos municipiários e as negociações para o dissídio de 2019, da mesma categoria.

Vamos aos fatos. Afonso Macchione foi um dos entusiastas ocultos da greve de 2015. Tinha nas mãos pelo menos três vereadores que dia e noite sabotavam o governo Geraldo Vinholi de todas as maneiras. Até mesmo vir a público dizer que o então prefeito, que construiu a sede da SAEC, iria vender a autarquia. Um vexame, digno de políticos que gostam de fazer politicagem. Enfim, com idas e vindas, o sindicato queria 7% de reajuste (o IPCA), valor justo, mas a prefeitura tentava negociar 5% e aumento no cartão alimentação. Pela diferença destes 2%, a coisa virou uma greve e foi parar na Justiça, onde a prefeitura queria garantir os 5% aos funcionários. Porém, depois, vendo que não tinha caixa, Vinholi tentou tirar o corpo fora, mas já era tarde. Com toda a razão, os funcionários ganharam o direiro de receberem pelo menos o ofertado pela prefeitura.

Na campanha eleitoral, baseado naquela história de melhor prefeito que esta cidade já viu, Macchione prometeu consertar os estragos. E aproveitando-se da necessidade dos trabalhadores, garantiu o pagamento do dissídio e dos atrasados. Tão logo assumiu, disse que a prefeitura estava em calamidade financeira, algo que não se sustentou por seis meses. Na realidade, grande parte do que Vinholi deixou era um passivo já previsto. Verdade seja dita: centenas de fornecedores acabaram o governo Vinholi com notas na mão, sem receber. Macchione aproveitou esta situação para a mesma jogada política que fez com Félix Sahão em 2005. Mas em tempo de redes sociais, o pulo do gato não alcançou o telhado.

Com o passar dos meses, ao invés de priorizar os funcionários, passou a trabalhar politicamente em manobras que tirassem o peso financeiro das costas da administração. Prometendo usar a sobra para pagar os funcionários, Macchione convenceu os vereadores a passarem a administração do lixo para a SAEC. Enquanto isso, ia tentando recurso em cima de recurso anular a decisão judicial que garantiu o direito do dissídio aos trabalhadores. No gargalo, quando foi ameaçado de responder por litigância de má-fé, desistiu de recorrer. Mas os atrasados ficaram de fora. E um novo jogo de empurra.

Agora, no final do ano passado, o prefeito anunciou que não vai dar aumento nenhum aos municipiários. E tenta vincular o pagamento dos atrasados a um fundo perdido, a perder de vista, se a Câmara aprovar a transferência da folha de pagamento do Meio Ambiente para a SAEC, a galinha dos ovos de ouro da administração. Enquanto isso, a autarquia deve jogar R$ 10 milhões dentro do Rio São Domingos. E a cidade esburacada, suja, um total abandono.

Mas como o espetáculo não pode parar, a festa de cargos de confiança continua, as licitações de empresas consultoras voltaram, e tivemos até mesmo um carnavalzinho. No orçamento de 2019, nem um tostão para os funcionários. Ah, e muitos dos credores de 2016 ainda esperam o pagamento de suas notas emitidas. Um deles é este que escreve estas linhas. Como os funcionários municipais, também estou vendo de camarote a administração tocando o barco como se nada estivesse acontecendo. Alguém, em algum lugar, está recebendo o que é de nosso direito.

E dá-lhe foto na praia, barrigão e cerveja na mão...

Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


- Foi uma terça-feira para os aliados do prefeito Afonso Macchione esquecerem e riscarem da agenda.

- Numa sessão do legislativo para lá de ácida, os vereadores da base aliada simplesmente assistiram o prefeito municipal ser muito criticado e quando ergueram a voz, também receberam pauladas. Sem dó ou piedade.

- A sessão começou tranquila, com o vereador Enfermeiro Ari homenageando os portadores de Síndrome de Down. Após isso, tivemos o pinga-fogo, onde a fala mais contundente foi do vereador Amarildo Davoli, que usou todo o seu tempo com ataques pessoais contra o jornalista Arthur Godoy Júnior, do site Passando a Limpo. Misturando alhos com bugalhos, e mentindo descaradamente, Davoli relacionou notas que a prefeitura de Catanduva pagou ao site nos anos do ex-prefeito Geraldo Vinholi. Desinformado, o vereador chegou a dizer que as notas emitidas (com o pagamento de impostos) foram contra a empresa Preview. Na realidade, as notas foram contra a prefeitura mesmo e duas delas estão sendo executadas judicialmente pelo não pagamento. Caso o vereador deseje se informar melhor, para não passar vergonha, estamos à disposição.

- De forma surpreendente, Davoli também criticou outros colegas da imprensa - sem citar nomes - dizendo que eram morcegos, que ficavam rondando a Câmara em busca de "gotinhas de sangue", sugerindo que os profissionais cobriam o legislativo atrás de benefícios financeiros. E disse que alguns desses, também tinham notas emitidas contra a prefeitura de Catanduva. O vereador do PSB criticou vereadores catanduvenses que repassam informações, em off, para o site e demais órgãos de imprensa.

- Por fim, Amarildo Davoli reconheceu que sua irmã é funcionária do prefeito Afonso Macchione. Mas garantiu que apesar disso, é independente.

- Logo em seguida, os vereadores passaram a analisar projeto de Lei do prefeito Afonso Macchione - enviado para a Câmara pela terceira vez - que reajustava valores do IPTU de ex-loteamentos que já se transformaram em áreas residenciais. Os vereadores da oposição desejam que o prefeito envie para a Câmara um projeto reajustando o IPTU destes loteamentos, desde que ao mesmo tempo ocorra um estudo para reduzir valores de IPTU de moradores que estão pagando acima do razoável. A idéia é buscar uma compensação, onde quem paga pouco paga o justo e quem paga muito também seja beneficiado.

- O prefeito não aceita esta proposta e encaminhou o projeto sem alterações. E novamente, pela terceira vez, foi rejeitado.

- Votaram a favor os vereadores Luis Pereira, Nilton Cândido, Cidimar Porto, Amarildo Davoli e Ivan Bernardi. Os demais votaram contra.

- Nos encaminhamentos de votação e debates, pelo menos dois vereadores saíram tostados: Cidimar Porto e Amarildo Davoli.

- O Enfermeiro Ari deu uma "banana" ao prefeito, dizendo que "Aqui em Catanduva, aumento de IPTU, não!". Nilton Cândido ocupou a tribuna para dizer que o projeto não prevê aumento de IPTU e quem disse isso está mentindo. Cândido concordou com Amarildo Davoli, que defendeu a aprovação do projeto. Como percebeu que o projeto iria ser rejeitado, Amarildo pediu vistas, mas o pedido foi derrubado pelo plenário.

- O vereador Cidimar Porto usou a tribuna para dizer que não era aumento de IPTU, mas inclusão. Ele reconheceu que o IPTU de Catanduva é um dos mais altos, bem como a conta de água é elevada. Porém, disse que o grande problema de Catanduva é a corrupção. E remete ao governo do PT, e obviamente, ao governo de Geraldo Vinholi. O vereador chegou a gritar na tribuna que o mal de Catanduva é a "CORRUPÇÃO". E mais uma vez citou Geraldo Vinholi, chamado na Câmara de gafanhoto, e o governo de Félix Sahão, do Partido dos Trabalhadores.

- Em resposta, o Enfermeiro Ari disse que além da corrupção, o problema de Catanduva é a incompetência. E lembrou o parque Mandaçai, que foi contratado um empréstimo em dólar e hoje está um matagal abandonado.

- Maurício Gouvêa bateu forte. Disse que foi enganado pelo prefeito, que já chegou a votar a favor deste projeto, mas que agora não seria mais enganado. E respondeu a Cidimar Porto dizendo que existe realmente corrupção em Catanduva, mas ela está no concreto e na água. Maurício pediu para Cidimar parar de defender o prefeito, no que o vereador respondeu para Maurício cuidar de seu mandato e que ele, Cidimar, cuidaria do dele.

- Foi quando Wilson Paraná, doído pela citação ao PT, lembrou a história de Alexandre Peixe, o cantor carnavalesco contratado a preço de tubarão. Isso quando Cidimar Porto era diretor de compras e fazia parte da comissão organizadora do Carnaval. Porto se descontrolou e deu uns berros, e por pouco não deixou o plenário.

- E a pancadaria continuava, com o Enfermeiro Ari dizendo que atualmente a palavra do prefeito Afonso Macchione não tem a credibilidade de um cachorro sarnento.

- E a coisa ia esquentando e ferveu de vez quando o vereador Gaúcho usou a palavra. Ele disse que Cidimar, na próxima vez que falar do PT, deveria lavar a boca com sabão. E lembrou quando Porto caiu na coligação do PT e conseguiu ser eleito. Cidimar Porto tentou rebater dizendo que levou uma rasteira, e Gaúcho disse que então Cidimar deveria tomar cuidado com quem anda.

- E para azedar ainda mais o caldo, Gaúcho denunciou que Cidimar Porto comanda o governo e nomeia Deus e todo mundo na prefeitura, inclusive foi responsável pela compra da cozinha piloto. Ele completou dizendo que "as cagadas" do governo são de responsabilidade de Cidimar Porto, que indica inclusive secretários.

- E no momento nostalgia, Nilton Cândido responsabilizou Carlos Eduardo pelo alto IPTU de Catanduva. E passou a atacar empresários que tentam ocupar a prefeitura da Câmara Municipal com belas palavras e com o discurso de bons administradores. Seu recado tinha nome e sobrenome: Roberto Cacciari.

- O que surpreendeu já que há a informação nos bastidores políticos que Nilton Cândido estaria tentando se viabilizar como vice do empresário na próxima eleição. Talvez a conversa não tenha evoluído.

- Cândido disse que Vinholi e Félix foram incompetentes e Carlos Eduardo foi maldoso. E lembrou que que Afonso Macchione aumentou a água um absurdo em Catanduva.

- Mais um pouco, sobrava para o Borelli.

- Amarildo Davoli saiu responsabilizando Geraldo Vinholi pelo caos na cidade, falou da herança maldita, dos custos dos parques. E disse que tem vereador atual que ia na Câmara, ainda sem cargo, com o pedido "deixa o homem trabalhar". Foi um ataque a outros vereadores.

- Mas isso não durou um minuto, já que Ditinho Muleta disse que no mandato de Vinholi tinha vereador que reclamava do pãozinho de Marília, mas neste mandato não fala nada. E lembrou que no mandato de Geraldo Vinholi moveu vários processos, mas neste não levanta da cadeira. E completou: "se for jogar merda no ventilador, vamos jogar".

- Ditinho ainda disse que tinha vereador que criticava o ex-prefeito na tribuna, mas se encontrava às escondidas com o staff de Vinholi. E completou: "se for jogar merda no ventilador, vamos jogar", olhando para Amarildo Davoli.

- No final, o profeto foi rejeitado.

- Agentes Comunitários de Saúde terão seus salários reajustados conforme determina Lei Federal. Foi uma reivindicação de Onofre Baraldi, que está comemorando o envio do projeto e aprovação do projeto.

- Na tarde desta terça-feira, 19, o prefeito Afonso Macchione e o presidente do Simcat realizaram reunião no gabinete municipal onde foi discutida a questão do dissídio de 2019.

- Há algumas semanas, os funcionários realizaram assembléia e decidiram exigir o IPCA de março, que neste ano deve ficar em torno de 3,85%.

- Em dezembro, o prefeito anunciou em entrevista que não daria qualquer centavo de aumento. Na tarde desta terça-feira, mudou a decisão. Foi anunciado o reajuste de 3,89%.

- Sobre os atrasados do dissídio de 2015, prefeito e Simcat não anunciaram nada. Macchione ainda torce para que a Câmara passe a folha salarial da Secretaria do Meio Ambiente, e consiga criar um fundo para repassar os atrasados de forma parcelada.

- O Tribunal de Justiça suspendeu as ações individualizadas de funcionários que cobravam os atrasados do dissídio de 2015. A decisão foi assinada na última quarta-feira, 13, pelo desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, presidente do TJ.

- Nos autos, o desembargador atende um parecer da Procuradoria Geral de Justiça que foi contra a existência de centenas de processos. Pela lógica do procurador, isso atrapalharia e atrasaria a própria ação.

- A prefeitura de Catanduva, através do prefeito Afonso Macchione, concordou com o parecer do procurador.

- Na mesma decisão, Macchione terá 30 dias para apresentar uma lista individualizada com o nome de todos os credores e os valores a serem recebidos. Caso os valores apresentados não estejam de acordo, segundo o TJ, o Simcat poderá apresentar o contraditório e requerer novo cálculo ou indicar os valores corretos.

- Segundo o presidente do TJ, a prefeitura já havia se comprometido a apresentar estas planilhas em audiência realizada em dezembro do ano passado. Porém, sem prazo estipulado, não a apresentou.

- Advogados que representam centenas de servidores realizarão reunião nos próximos dias para decidir o que fazer. Segundo um advogado ouvido pelo site Passando a Limpo, o próprio TJ havia autorizado e determinado que os funcionários pudessem entrar com as ações. "Agora, voltar atrás, é prejudicar um direito adquirido".

- A prefeitura de Catanduva não se manifestou sobre o fato.

- A Câmara Municipal aprovou na noite de ontem, terça-feira, a instalação de uma nova comissão processante que vai apurar se Afonso Macchione pode ou não permanecer no cargo. O prefeito é condenado por improbidade administrativa, com decisão reafirmada pelo Tribunal de Justiça.

- No início da década, Macchione realizou compras de Carnaval e não respeitou a Lei de Licitações. Segundo a condenação, ele fraccionou os valores para que não fossem licitados. Os cofres públicos pagaram mais de R$ 80 mil sem licitação.

- Macchione se disse inocente, mas foi condenado em primeira instância e no recurso, perdeu.

- Um professor entrou com o pedido de Comissão Processante, e pelo placar de 11 votos a 2, a proposta foi aprovada. Apenas Cidimar Porto e Luis Pereira votaram a favor do prefeito.

- No sorteio, a comissão foi formada por Nilton Cândido, Cidimar Porto e Onofre Baraldi. Nesta configuração, os aliados de Macchione relaxaram. A comissão deverá indicar que Macchione deve permanecer como prefeito, e sugerir o arquivamento da denúncia.

- Cidimar Porto era diretor de Compras do governo Macchione quando as irregularidades foram realizadas. Ele consta como testemunha do processo, mas como não foi processado, não foi impedido pelo plenário da Câmara de participar de todos os ritos - desde a votação até o sorteio dos integrantes.

- O seu nome foi o segundo a ser sorteado.

- Agora, Afonso Macchione tem contra sua pessoa duas comissões. A primeira deve indicar a sua cassação (pelo uso dos ônibus escolares no transporte de passageiros). Esta segunda, sua permanência.

- O plenário será soberano para decidir se aceita os relatórios das comissões.

- O vereador Amarildo Davoli, que é da base aliada do governo, votou pela abertura da comissão. Nilton Cândido, idem.


Opinião

2012, ano do grande festival de catira no erário municipal

Luiz Roberto Benatti

Quando o leitor deste blogue não encontrar coisa melhor com que se divertir no fim de semana, convido-o a passar os olhos pelo site da câmara municipal e ler um a um os decretos ordinários (expressão jurídica) assinados pelo prefeito que, depois de longos e asfixiantes 8 anos, deixou o cargo. Deixou, tramou e voltou. Os seus adeptos não irão dar-se ao trabalho de fazê-lo,ocupados que estarão com o truco no grupo dos seletos, ou de ler e refletir sobre a aflição dum governo prestes a ser desalojado e o desespero com que precisou desconsertar os dutos do erário público para que ao sucessor não sobrasse nem ao menos o abono dos funcionários, razão por que convido sindicatos, jornalistas, os que malham na prefeitura, a passar os olhos pelas datas e os trocados que o sr. prefeito subvencionou o que, segundo ele, deveria ter sido subvencionado. Lembro aos prezados amigos que, no dia 13 de março, na convenção do PSDB, Affonso perdeu o cinturão de ouro.

Em 10 de fev., pela lei 5279, 1.000.000,00

Em 15 de março, lei 5290, 100.000,oo

Em 3 de abril, lei 5296, 3.ooo.ooo,oo

Em 3 de maio, leis 5309 e 5310, 930.ooo,oo

Em 8 de maio, leis 5313 e 5314, 414.ooo,oo

Em 15 de junho, lei 5322 e 5323, 3.6oo.ooo,oo

Em 6 de julho, lei 5339, 5o.ooo,oo

Em 24 de agosto, lei 5343, 485.ooo,oo

Em 4 de setembro, leis 5349, 5350 e 5351, 4.2oo.ooo,oo

Em 13 de setembro,lei 5354, 1.ooo,ooo,oo

Em 19 de novembro, leis 5363 e 5365, 3.2oo.ooo,oo

Em 22 de novembro, lei 5365, 40o.ooo,oo

Em números redondos, 18 milhões. Um bom dinheirinho, diria dona Raymunda, velha merendeira de escola do Município remunerada com umas merrecas, com cujas sobras ela subvenciona filho, nora e neto. Verbinha de subvenção. Duas palavrinhas para terminar o levantamento do livro caixa de 2012: do jeito que entrou na prefeitura, dela Borelli saiu, enquanto que para enterrar o velho Carlos Machado, como a viúva estava na tanga, meu pai e os amigos cotizaram-se para comprar o caixão. Meu pai era meridional e socialista; o triprefeito é solipsista e Capitalista.


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