www.passandoalimpo.com

Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

Telefone e WhatsApp (11) 99118-5007


São Paulo, 21 de agosto de 2018

Atualizado às 00h01

online


Você é a favor ou contra a intenção da Câmara Municipal em tombar o viaduto da Rua Sete de Setembro?
A favor.
Contra.
Não tenho opinião sobre o assunto.


A notícia mais importante desta atualização

Segundo empresários, após denúncias e criação da CEI a Concrecat se negou a vender concreto para obras da prefeitura

Todos os detalhes, logo abaixo...


21/08/2018




WhatsApp - (11) 9 9118-5007



PASSANDO A LIMPO NO FACEBOOK - CLIQUE AQUI E CURTA



- Nos depoimentos colhidos pelos vereadores que integram a CEI da Gang do Concreto, empresários ouvidos informaram uma situação curiosa. Segundo eles, depois que vieram à tona as denúncias envolvendo a Concrecat e a venda de concreto para empresas que ganharam licitações da prefeito, o ex-secretário Alfredo Minervino Neto se negou a vender material para obras. Os empresários informaram que logo após as denúncias, o fornecimento de concreto da Concrecat - para empresas que trabalhavam em obras contratadas através de licitações - foi interrompido. Um dos empresários chamou o ex-secretário de "Neto", demonstrando ter grande familiaridade com Alfredo Minervino.

- Acontece a partir das 17h30 desta quarta-feira, 21, a sessão do legislativo que deve aprovar o tombamento do Viaduto da Rua Sete de Setembro. O projeto do vereador Wilson Paraná foi aprovado em primeira discussão. Nesta terça-feira, o tema volta a ser debatido. Integrantes do Movimento Reação, que são contra a derrubada do viaduto, prometem lotar as galerias da Câmara Municipal.

- Nesta segunda-feira, nos bastidores, ainda tinha vereador governista tentando convencer vereadores a mudarem o voto e ser contra o tombamento do viaduto. Segundo informações, os aliados do prefeito podem tentar um pedido de vistas alegando que precisam consultar o Conselho Municipal de Patrimônio. Na realidade, a intenção é ganhar tempo. Vale o registro que a presidente do Conselho é a atual secretária da Cultura.

- Tucanos comemoraram. João Dória aparece em primeiro lugar em pesquisa Ibope, com 20% das intenções de voto. Mas em seu cangote está Paulo Skaf, com 18%. Quem não decolou até o momento foi o atual governador, Márcio França, que aparece na pesquisa com 5%. França teria que ultrapassar Dória ou Skaf para conseguir ir para o segundo turno.

- A campanha na televisão começa dia 31.

- Nesta segunda-feira, o deputado Marco Vinholi (PSDB) esteve em Catanduva visitando empresas. O candidato busca sua reeleição. Pela manhã o encontro aconteceu na sede da Associação dos Fornecedores de Cana de Açúcar.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

Com a provável eleição de Bolsonaro, Peter Kropotkin, escovado e de barba aparada, ficará de novo update

Luiz Roberto Benatti

Enquanto muitos de nós refletem sobre os lugares do mundo e os tempos históricos mais propícios ao prazer da viagem e ao conhecimento, foi o século XIX que nos deu quase tudo o que de execrável fosse: fantasmas capazes de arrastar correntes em quartos e bibliotecas de castelos autênticos, a escravidão negra levada ao mais alto grau de crueldade, o gosto pelo espelho da burguesia, a grande seca, a migração em escala mundial, o preparo para a mais terrível das guerras também chamada de Primeira, a gripe espanhola, a dinamite, o canhão, a ruminação dos socialistas, o anarquismo, a expansão do capitalismo, a idéia de prisão como reeducadora do infrator, a ferrovia, Dostoiévski, Machado de Assis.

O mundo doutorou-se em século XIX.O Brasil continua lá, todavia tonto como cego em meio ao tiroteio. Afogados nas caspas de Jânio Quadros em manhãs de pós-bebedeira, encantados com as camisas de grife do Collor, agora iremos talvez de Bolsonaro que leva às costas a caserna como o melhor lugar do mundo para você aprender a disciplina dos incautos. No mais das vezes, o eleitor não tem a menor noção do significado do voto e pensa que no interior da urna eletrônica mora um homenzinho que transfere a Fulano o que era de Beltrano, do mesmo modo que ele, ágrafo em História, não quer se dar conta de que, nos l29 anos de República, a caserna trocou por quase 40 anos a estada intramuros pelo Palácio do Catete ou Brasília e que, feitas as contas, a ordem unida não foi muito além da lama e o berreiro do sargento.

Nossa roda-gigante está quebrada e as pás do moinho arrebentaram a piúca de sonhos de Dom Quixote. O mais sábio dos eleitores do Bolsonaro é o dr. Crédulo, criatura de idéias congeniais.A imagem acima mostra a prisão de Clairvaux, na France, ilha de felicidade, onde Kropotkin esteve preso. Se ele não soubesse nada sobre atos e práticas criminosas quando ali foi trancafiado, dali saiu escolado. A cadeia é a escola do crime. Por que gostamos de botar ali o infrator não sabemos dizer se não as abobrinhas de sempre. Você mata pai e mãe e vai presa como Suzane Von Richthofen. Se você arrumar namorada lá dentro não haverá nenhum problemão que leva a turma do apito a soprar desafinado, no entanto você não poderá por bom comportamento dar uma voltinha na praça no dia dos pais.

Quanto mais a cela parecer-se com uma pocilga tanto mais estaremos vingados pelo assassínio cometido por outro que não nós. Em nossa mente, sempre terceirizamos o cometimento do crime. Hoffen wer das beste, Suzane, ou seja, Aguardo sempre pelo melhor, mas não conte ao vizinho eleitor do Bolsonaro. Kropotkin? Ele escreveu: Onde houver autoridade, não haverá liberdade. Meu Deus, meu Deus, mas que bandeira é esta? Kropotkin era anarquista, quer dizer, queria pôr abaixo o Estado. Bolsonaro não será jamais um estadista, todavia vai-se afirmar sempre estatista. Façam-se prisões, licitações abertas!E, assim, nesse embrulho de tijolo esfarelado, levamos um extemporâneo incapaz de pensar com clareza as proposições mais elementares de Filosofia política e um doido deslumbrado com a idéia de se vingar do mundo por ter comido calango na mais remota infância.

O ex-pobre e o atual rico num País que, diante da Modernidade, abriu o bico.


Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e também do dinheiro ganho com a cartolagem e corretagem de atletas.

Você, amigo leitor, pode colaborar enviando imagens para arthur007@uol.com.br ou para o WhatsApp (11) 99118-5007.


http://twitter.com/arthurgodoyjr


- Empresários ouvidos na CEI da Gang do Concreto confirmaram que participaram de licitações da prefeitura municipal, ganharam as obras, compraram concreto da Concrecat e tinham conhecimento que Alfredo Minervino Neto era secretário e superintendente da SAEC no governo Macchione. Eles confirmaram ainda que realizaram obras para a SAEC.

- Os depoimentos aconteceram na tarde de sexta-feira, 17, e tiveram momentos de tensão. Principalmente no começo, quando o presidente da CEI, Maurício Gouvea quis ampliar os pedidos realizados para a Concrecat. Os vereadores da base aliada, Nilton Cândido, Luis Pereira, Ivan Bernardi e Cidimar Porto tentaram intervir, alegando que a matéria já havia sido deliberada.

- Os vereadores macchionistas não gostaram da vinculação entre as investigações da CEI e do inquérito aberto pelo Ministério Público que apura as mesmas denúncias e a possibilidade de outras empresas fazerem parte de um esquema que estaria atuando em diversas regiões do Estado. Luis Pereira argumentou que posteriormente, se fosse o caso, a CEI poderá pedir provas emprestadas ao Ministério Público. Nilton Cândido, sem ter certeza, disse que a investigação do Ministério Pùblico corre sob segredo de Justiça.

- Apesar de Pereira, Porto, Ivan Bernardi e Nilton Cândido tentarem impedir que a CEI solicitasse todas as cópias de contrato e notas fiscais da Concrecat, foram votos vencidos. Os demais vereadores da comissão, inclusive Onofre Baraldi, votaram a favor do envio de ofício exigindo o encaminhamento de todos os documento.

- Nos depoimentos, propriamente ditos, todos os empresários ouvidos confirmaram que realmente ganharam licitações, prestaram serviços, compraram concreto da Concrecat e que tinham conhecimento que Minervino era dono da empresa e atuava no primeiro escalão do governo Macchione.

- Por outro lado, todos negaram ter sofrido influência direta, ou indireta, para a compra do concreto da empresa do secretário.

- “Os depoimentos foram de extrema importância para a sequência das investigações. Eles confirmaram que todas as empresas compraram concreto da empresa de Neto Minervino e utilizaram nas obras públicas municipais. Segundo o parecer da empresa Governet, que presta consultoria à Câmara, a prática seria considerada ilegal, pois vai contra o que determina a Lei de Licitações, além de não observar os princípios da moralidade e impessoalidade”, disse Gouvea.

- Dos cinco empresários convidados, dois faltaram.

- A próxima sessão de depoimentos acontece no dia 31, também uma sexta-feira.

- Para resumir o caso. Alfredo Minervino foi Superintendente da SAEC e secretário de Obras do governo Macchione. No período em que esteve comandando estas pastas, a prefeitura realizou licitações. As empresas que ganharam acabaram comprando concreto da empresa do secretário, que estava no cargo. A Câmara recebeu denúncia que os empresários estariam sendo forçados a comprar o concreto da Concrecat, sob pena de não ganharem as licitações. Com a denúncia, foi instaurada a CEI.


Opinião

Entre o público e o sagrado...

Arthur Godoy Júnior

Padre Osvaldo de Oliveira é um homem público. Não apenas por seu lado sacerdotal, mas por suas posturas políticas nos últimos 20 anos. Em 2004, após uma longa reunião com Afonso Macchione e Roberto Cacciari, subiu em um palanque no Solo Sagrado e anunciou que "aqui é o povo, esta é a minha cidade e este é o meu candidato a prefeito". Um direito completamente seu, de externar seu apoio público a quem quer que seja. Mas a partir do momento em que atravessou a linha do púlpito para o palanque, se transformou em uma pessoa pública e política.

Em 2012, surgiu nos programas políticos para anunciar que a deputada Beth Sahão, candidata a prefeita, era uma pessoa do bem. Usou sua imagem pública para defender uma candidatura política. Em anos anteriores, seus fiéis receberam cartinhas onde defendeu a candidatura deste ou daquele, alguns completamente estranhos ao cotidiano catanduvense. Assim, nós temos um político que é padre ou um padre que é político. Quase a mesma coisa. Um padre e político.

Há dois anos, o bispo decidiu que as contas das obras assistenciais precisavam passar pelo crivo da Diocese. O padre não aceitou, o pau torou e baseado em sua autoridade eclesiástica, o bispo anunciou a transferência do padre. É óbvio e incontestável a importância do padre Osvaldo para a região que atua. Tanto socialmente quanto espiritualmente. Num mundo sem heróis, as pessoas buscam lideranças. Alguns até esquecem que o verdadeiro Pai e Líder é Jesus Cristo, e que os pastores, padres, apóstolos, etc e tal, são apenas transmissores da Palavra. Cegamente, seguem essa liderança. Há casos de fiéis, evangélicos e católicos, que mudaram de igreja e denominação por conta de uma transferência de pastor ou padre.

Ao tomar conhecimento da iniciativa do bispo, mesmo sem ter nenhum vínculo com a Igreja Católica, a qual respeito, decidi mover uma campanha pesada para manter o padre. Junto com centenas de fiéis, abri os espaços na mídia, divulguei mensagens do padre, de sua diretoria, compartilhei vídeos, enfim, dei tudo o suporte para a permanência do padre. Não por idolatrar o padre Osvaldo, pois isso é ridículo, mas por saber que ele sustenta um conjunto de obras importantes para os que mais necessitam. Num final feliz, o padre ficou. A mente seletiva dos leitores da internet esqueceu deste episódio num clicar de mouse.

Mas a vida segue.

Depois, o padre se uniu com o prefeito Afonso Macchione para fundar um time de futebol e de uma forma indireta, arrebentar com o Grêmio Catanduvense. Eu sou Grêmio desde que pulava os muros do antigo Silvio Salles ou entrava pela complacência do porteiro. Mas levando o nome de Catanduva, também torço pelo sucesso da meninada. Parece que o vereador Maurício Gouvea teve um desentendimento com a estrutura que o time adversário estava recebendo, ajudado pela administração, mas esse tipo de assunto não me interessa.

Mas na quinta-feira eu recebi pelo whatsapp uma carta, panfleto ou algo parecido, onde é anunciada a criação de uma empresa de marketing esportivo. Legal. Nela, a imagem do padre Osvaldo, como pároco (ou aquela faixa branca no pescoço é contra friagem?), chamando investidores para um novo empreendimento. Entre eles, de ganho certo e absoluto, a participação na venda de jogadores de futebol. Resumindo: olha, vamos montar um negócio aqui e ganhar dinheiro vendendo jogador. E no meio desta história, estão as obras sociais, a postura sacerdotal, a benção, como que uma unção divina para algo que sinceramente não figura como as mais lícitas do mercado financeiro, quiçá de qualquer mercado.

Se vocês conseguirem enxergar o padre Sinval, Silvio ou qualquer outra liderança espiritual, até mesmo evangélica, no tal panfleto, fico quieto. Ainda mais, numa postura de benção (que pra mim, é sagrada). Sou a favor das obras assistenciais, mas usar uma aura santificada para lançar time de corretagem de jogador, foi um erro grotesco e desnecessário. Quem o orientou a isso, errou e feio. E como figura pública que é, além de político, o padre Osvaldo não pode ser isento de críticas e avaliações. E tem que ser assim em todas as áreas, até mesmo o jornalismo. Caso contrário, vamos começar a defender que os fins justificam os meios.

Infelizmente, centenas não leram o panfleto ou não utilizaram a regra básica da vida que é a interpretação clara de texto. Obviamente, decidiram me criticar - alguns até de forma ofensiva. Para estes, uma péssima notícia. Jamais acreditei em santificação e exaltação pessoal. Hoje, aqueles que me acham "o cara" amanhã serão os primeiros a me jogar pedras. Se eu fosse me moldar pelo que esperam de mim, não seria quem sou. Teria que ficar como um camaleão, a cada ambiente um discurso. Aproveitei para fazer uma limpeza no rol de "amigos", o que diga-se de passagem era um meta que havia planejado.

Mas não posso ficar calado ao ver um homem público e político, político e público, usar a fé popular, sua imagem e denominação, a nomenclatura que já foi de homens bons e santos, para o anúncio de corretagem de jogador, jogatina, negócios, bolsa de valores, investimento e ganho. Mesmo que isso venha a beneficiar as obras sociais. Posso colaborar nas quermesses, no carnê (e quando ajudo, ninguém precisa ficar sabendo), mas imaginar que numa mesa de negociação vai estar o Pedrão Ranca Toco sendo vendido para este ou aquele ganhar dinheiro, não dá para ficar quieto.

Jesus disse: "A César o que é de César". Ao Mundo o que é do Mundo.

Os fins, nas coisas de Deus, não justificam os meios.

Amém, irmãos?

E vamos passar a sacolinha... Ou o cartão de crédito.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Caro amigo Arthur Godoy.

Hoje, estive lendo atentamente suas publicações e o passando a limpo.

Entre tudo o que li, percebi que algumas pessoas (Coroinhas) ficaram incomodadas com um posicionamento de sua parte. E assim, como catanduvense, Católico. Gostaria de externar minha opinião.

Eu sempre fui católico, e conheço o Pe. Osvaldo desde que a imaculada Conceição era “quase” paróquia, mas infelizmente entre 2014 e 2015, por não concordar com algumas coisa resolvi me afastar, mesmo porque sempre ajudei de forma gratuita, nunca recebi um centavo pelo que fazia, digo isso pois em seus comentários muitos ali, são sustentados pelo alto salário que recebe na paróquia.

Mas, feita essa introdução, vamos aos fatos.

No fato em tela, sou obrigado a concordar com você Arthur, e olha que isso não é comum (kkk), mas temos que olhar os fatos de forma inteligente e imparcial.

Tenho que concordar que, o que o Pe. Osvaldo, faz por parte de Catanduva, é muito bom, e como é público e notório suas obras sociais, não podemos deixar de reconhecer isso. Afinal, manter uma casa de recuperação, uma escolinha de futebol, marmitas para pessoas carentes, entre outras, não é fácil.

Entretanto, tenho que levar em consideração que “ele” recebe muitos incentivos, doações, dízimo, repasses da Prefeitura, incentivos fiscais e ainda tem a receita que vem do repasse de empresa que debitam no IP (imposto de renda), e mais algumas coisas que me esqueci.

E quando o pároco resolveu fundar um “time” de futebol começou a entrar na área errada. E não me venham falar que era para dar vazão os atletas da escolinha que isso é balela, afinal, no Paulista da série B de 2018, 95% dos atletas eram do grande ABC e de outros estados.

Depois, resolveu entrar na área imobiliária e fazer um loteamento, que diga-se de passagem seria muito bom, se fosse apenas fazer uma loteamento popular, entretanto as reuniões sempre tiveram cunho político, e na última reunião ficou evidente, pois foi campanha política pura, para o deputado Marcos Zerbini e o candidato João Dória.

Agora resolveu abrir o capital social do Catanduva F.C. ( time do padre Osvaldo), e transformar a sede da Paróquia Imaculada, uma bolsa de valores, e ainda pior vendendo sonhos de jovens, que confiaram nas suas boas intenções. Mas claro que os “fiéis” vão sempre apoiar e até comprar ações.

E para terminar, fico imaginando o que vem por aí, uma candidatura a prefeito quem sabe, ou a tentativa de “golpe” para se tornar Bispo, ou então vão começar a vender lenço santo, etc…

Assim, termino com medo do que vem pela frente, mas acreditando que um dia o Padre Osvaldo, vai entender que, ele foi ordenado padre, para arrebanhar ovelhas para a igreja católica, e passar a mensagem de Deus aos seus Fiéis.

Espero do fundo do coração, que o padre leia este pequeno texto, e reflita se realmente está fazendo o bem sem olhar a quem, se tudo isso é a vontade de Deus, e se tudo isso é a sua verdadeira função. E por fim espero que ele defina se ele é, Padre, ou dirigente de futebol, ou político, ou agenciador, ou corretor de imóveis, ou dono de bolsa de valores, ou showmam.

Isso é o que eu penso,.

Leitor

Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.



Divulgação gratuita



Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

PARA ENTRAR NA PÁGINA DE ARLINDO GUTEMBERG - NO FACEBUNDA - CLIQUE AQUI. DEPOIS, CURTA E SIGA. ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS




PARA SABER MAIS INFORMAÇÕES DE CATANDUVA E REGIÃO:



Tempo e temperatura


Google


Atenção!

Para ter Passando a Limpo em seu órgão de informação, ou receber material editorial de Arthur Godoy Junior, entrar em contato com a direção do site pelos telefones, e-mail ou endereços citados nesta página. Consultorias em jornalismo e estratégias de informação também podem ser adquiridas pelo mesmo método.


ENTRE EM CONTATO

(017)

99119-2715

- Não precisa discar código de operadora. É direto!

ou...

(011) - 99118-5007

(011) - 2725-1346

E-mail: arthur007@uol.com.br


PODERES


Se você gostou deste site, acha que falta alguma coisa, colabore com a gente. Envie e-mail para arthur007@uol.com.br, ou telefone para (17) 99119-2715. Precisamos do seu apoio e incentivo, já que esta página é editada em São Paulo - S.P., a 385 km de Catanduva e região. Nossa intenção é informar, debater e ajudar. Mande suas informações, fotos, comentários. Ajude a manter este espaço. Agradecemos desde já. (Passando a Limpo)



Passando a Limpo é uma publicação on-line do jornalista Arthur Godoy Júnior (MTB 26.822) Endereço para contato: Rua Domingos Teotônio Jorge nr. 61 - Aricanduva - São Paulo - S.P, CEP 03904-040. Telefones: (17) 99119-2715, (0xx11) 2725-1346 e (0xx11) 99118-5007. E-mail: arthur007@uol.com.br - Hospedado na Locaweb - São Paulo. On-line desde 19/01/2003.