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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 21 de setembro de 2018

Atualizado às 20h30

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A notícia mais importante desta atualização

Marcos Jardim deixa a SAEC; governo ainda não escolheu substituto

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19/09/2018





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General Mourão, vice de Bolsonaro realizando na manhã de ontem, quinta-feira, evento em Catanduva.

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"Eu não sou fan page para ser seguido"

Vereador Cidimar Porto (MDB), na última sessão da Câmara Municipal reclamando do excesso de citações que sofreu por outros vereadores na tribuna. É a primeira vez que um candidatom a deputado federal pede para voltar ao anonimato.


- O engenheiro Marcos Augusto Jardim não é mais superintendente da SAEC. O anúncio de seu desligamento foi confirmado na tarde de hoje, sexta-feira, e o engenheiro deve permanecer até a próxima sexta-feira onde ocorrerá a transição da chefia.

- As informações que Jardim estaria deixando o governo Macchione começou a circular na quinta-feira. Após consultar alguns funcionários do setor, houve a confimação. O próprio governo também reconheceu a saída do ex-colaborador por "motivos pessoais".

- Há alguns dias, numa reunião, Jardim chegou a afastar qualquer possibilidade de deixar o cargo. Tão logo foi confirmada a saída do engenheiro, funcionários passaram a debater sobre os motivos que levaram Macchione a exonerar o auxiliar. Para alguns, frequentes denúncias que estariam chegando na promotoria pública estariam desgastando o engenheiro, que por sua vez não teria mais interesse em comandar um setor tido como "nevrálgico".

- Alguns funcionários chegaram a acreditar que Minervino Neto poderia ocupar o cargo. Porém, Minervino está com seu nome envolvido em uma CEI na Câmara Municipal e também em apurações no Ministério Público.


- Professores da rede municipal de ensino foram surpreendidos nesta quinta-feira com uma ata de reunião onde teria sido debatido o projeto de Lei 58/2018, que autoriza os profissionais a servirem a Secretaria da Educação mesmo em período de recesso. Segundo o documento, professores teriam participado do encontro e apresentado sugestões para a melhoria do projeto. O problema é que segundo alguns professores, além de não participarem desta reunião tinham como obrigação assinar o documento.

- Com isso, a intenção - pelas informações coletadas - era convencer vereadores a aprovarem o projeto preparado pela atual secretária de Educação, Tânia Botós, que deseja ter à sua disposição os professores no período de recesso. No texto que foi rejeitado pela Câmara Municipal de Catanduva, na última terça-feira, o prefeito teria autorização para a convocação dos professores num período de afastamento. O pior: lei anterior estipulava que em período de recesso os professores só poderiam realizar trabalhos voltados ao aprimoramento escolar. Pela intenção da atual secretária, e do prefeito, os professores poderiam ser remanejados para qualquer trabalho, sem distinção.

- Alguns professores dizem que este texto poderia fazer com que houvesse o chamado "desvio de função".

- Tão logo a ata foi divulgada, as manifestações circularam pelas redes sociais. Vários professores informaram que não tinham conhecimento desta reunião, e outros indicaram que o teor da ata não era condizente com o que a classe estava pensando.

- Até o início da noite desta quinta-feira, a Secretaria de Educação não se manifestou.

- Pelo documento acima, a iniciativa seria dos professores para discutir o projeto e ainda encontrar argumentos favoráveis à idéia da secretária.

- Na realidade, o documento não foi preparado pelos professores, que o receberam apenas com a ordem para assinar.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Depois dessa, temos que acreditar...


Opinião

Jung, até agora, não foi procurado por Jair Bolsonaro ou qualquer entusiasta de seu agrupamento de crédulos

Luiz Roberto Benatti

O fratricídio de Caim contra Abel, seu irmão, foi motivado pelo ciúme, a que se seguiram raiva e ódio. A generalizada matança da mais cruel das guerras - chamada de Primeira - foi motivada pelo desejo de potência, pois que os que seguiram para o fronte estavam certos de que de lá sairiam vivos e com o peito coberto de medalhas. O quase- homicídio cometido pelo esfaqueador foi motivado pela ira contra o candidato à presidência que, por tempo largo, fez do revólver seu símbolo de campanha. O atributo de potência não infla apenas o peito do varão, porque inúmeras são as mulheres que, no momento, gritam o nome do salvador e crêem, como os machos, que o melhor governo é o governo dum homem só. No que diz respeito à cachola das criaturas humanas, o bolsonarista, dentre os que conheço, não irá procurar Jung, o amigo de Freud, para curar-se da vontade de potência. É pena porque o suíço desenvolveu o conceito de individuação, em cujos andaimes assentam-se as noções de animus e anima que, conhecidos pelos catanduvenses, provocará escárnio ou arrepio na espinha. Em resumo, anima é a porção psicanalítica que, no homem, revela sua componente feminina que o Bolsonarista cuspirá para longe porque isso vai lembrá-lo de que seria melhor morrer do que parecer-se com Pabblo Vittar. O macho dentre nós não será jamais figura crepuscular. Na mulher, o animus faz as vezes de figuração do homem. Jung não era estúpido, e o que ele quis afirmar foi que a estrutura da psique, para ser íntegra, terá de conviver, não com o exibicionismo do bíceps, mas com a linguagem polida e o gosto por evitar ações histéricas na casa, na rua ou no bar. O que Jair Bolsonaro faz é trazer à tona o predador que já fomos, segundo o testemunho de Charles Darwin. Que os entusiastas do revólver não se esqueçam de que, se o candidato desequilibrado vencer, haverá tumulto cuja fumaça chegará à escola onde estuda seu filho.


Opinião

Coisa feia, fêssora!

Arthur Godoy Júnior

Professores da rede municipal de ensino receberam nesta quinta-feira, 20, em suas unidades escolares uma ata de reunião onde eles, profissionais do ensino, teriam se reunido em um encontro para discutir e aprimorar o projeto de Lei preparado pela secretária da Educação, Tânia Botós, e aprovado a idéia. O projeto quer mudar lei anterior que reserva para os professores o mês de julho como recesso escolar, e janeiro como férias, e neste período - no meio do ano - ficariam à disposição apenas para aprimoramento escolar. Pelo projeto da atual secretária, os professores poderiam ser convocados a qualquer momento do calendário escolar - mesmo em janeiro - para serviços diversos, não definidos, apenas com a justificativa que "seria de interesse da Secretaria da Educação".

A grosso modo se for do interesse que os profissionais dêem uma limpada na escola, os professores, em período destinado às férias, receberiam o escovão. Sem parâmetros, qualquer atividade extra curricular poderia ser indicada como de interesse da administração e onde passa um boi...passa uma boiada.

Atualmente, o recesso escolar é em julho. Na antiga lei, ainda em vigor, os professores podem ser convocados para cursos de aprimoramento. Na intenção de Tânia, perde-se esta exclusividade de mês e atividade. Ela diz que assim, os professores poderiam aproveitar o início do ano para a preparação do ano letivo. Na última sessão da Câmara Municipal, o vereador Cidimar Porto alegou ter recebido vários telefonemas e mensagens de professores favoráveis ao projeto de Botós. Pois só ele recebeu, pois do resto todo mundo é contra. A ponto de professoras estarem na sessão do legislativo e participarem ativamente para a derrubada do projeto. Sem diálogo, e tentando empurrar o projeto na goelada, o governo viu sua idéia ir para o ralo dos rejeitados. Nem mesmo vereadores da base aliada tiveram como votar favorável.

O presidente da Câmara, Enfermeiro Ari, disse com todas as letras que a intenção do governo era apresentar o projeto para uma aprovação vapt-vupt, sem discussão, sem alarde, na calada da noite. Porém, os professores perceberam a manobra, se manifestaram e o governo acabou sendo novamente derrotado após uma jogada para lá de desnecessária.

Mas como desgraça pouca é bobagem, prepararam uma ata de reunião que teria sido realizada pelos professores. No documento, eles não apenas aprovavam a idéia da secretária como ainda justificavam o documento. A ordem era simples e pelo visto veio de cima "assinar". Mas como assinar se os professores não participaram de reunião nenhuma, são contra o projeto e tudo o que está escrito ali não passa de um grande conto da carochinha? Ou seja: bolaram um jeito de colocar todos os professores num balaio de gato, como gado, e acreditaram que com esse documento o projeto da secretária estaria alicerçado.

Deu no que deu. Hoje, todo mundo está sabendo que entre uma determinação ou outra, alguém, em algum lugar, forjou um vergonhoso documento e tentou fazer com que os professores o assinassem. Talvez, alguns, por medo de represálias, tenham até assinado. Mas depois desse escândalo moral, fica difícil acreditar em qualquer ato que venha do Palácio da Educação.

A secretária, ou alguém, agiu exatamente como aquele aluno que é reprovado em sala de aula e precisa apresentar o boletim para os pais. Para não ser pego de calças curtas e levar um puxão de orelhas, rabisca qualquer coisa como se fosse a assinatura dos responsáveis e devolve o boletim para a secretaria da escola.

Uma molecagem.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


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Arthur, boa tarde

Sou catanduvense morando em Aracaju-SE e lendo sua página hoje, vi na coluna na Ponta da Pauta que alguns funcionários receberam o salário ontem, dia 10/09 e acompanhado da justificativa que estava dentro do prazo legal de 5 dias úteis. Lamento informá-lo, mas não está correta essa informação, pois para o caso de pagamento de salários, o sábado é contado como dia útil.

Veja o que diz a Instrução Normativa nº 1/1989 do MTE sobre prazo para pagamento do salário:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1/1989

Para efeito de orientação quanto ao prazo para o pagamento dos salários as Delegacias Regionais do Trabalho deverão observar o seguinte:

I – na contagem dos dias será incluído o sábado, excluindo-se o domingo e o feriado, inclusive o municipal;

II – quando o empregador utilizar o sistema bancário para o pagamento dos salários, os valores deverão estar à disposição do empregado, o mais tardar, até o quinto dia útil;

III – quando o pagamento for efetuado através de cheque,deve ser assegurado ao empregado:

a) horário que permita o desconto imediato do cheque;

b) transporte, caso o acesso ao estabelecimento de crédito exija a utilização do mesmo.

IV – o pagamento estipulado por quinzena ou semana, deve ser efetuado, até o quinto dia após o vencimento;

V – constatada a inobservância das disposições contidas nesta instrução caberá ao Fiscal do Trabalho a lavratura de auto de infração. Silvio Tomaz

Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.


- A Câmara Municipal de Catanduva nem tomou conhecimento do projeto de Lei do prefeito Afonso Macchione que dava amplos poderes para a Secretaria da Educação convocar professores a trabalharem em recesso escolar. E mais: longe das salas de aula.

- O projeto foi apreciado pelos vereadores. Eles seguiram o solicitado pelos professores e rejeitaram o projeto já na primeira discussão. O projeto modificava lei anterior no seguinte trecho: "para o qual poderão ser convocados para atualização e aperfeiçoamento profissional bem como para qualquer outra finalidade de interesse da Secretaria da Educação".

- Assim, os professores - no recesso - poderiam ser "convocados", e para "qualquer outra finalidade de interesse da Secretaria da Educação".

- O prefeito e a secretária da Educação alegavam que isso possibilitaria realizar trabalhos no setor para que no primeiro dia de aula os professores pudessem começar o ano plenamente.

- Para alguns professores que leram o projeto isso daria poderes para a Secretária convocar os profissionais para qualquer atividade, em recesso, até mesmo para serviços burocráticos que sejam "de interesse da Secretaria da Educação". Para muitos, seria o fim do recesso dos professores e descanso.


- A prefeitura municipal terá 30 dias para apresentar as planilhas de cálculos para pagamento do dissídio atrasado dos municipiários. A decisão foi assinada na última terça-feira, 11, pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças.

- Na decisão, o presidente do TJ ainda aplicou uma multa de 5% no valor da causa (5% de R$ 20 mil, ou seja, R$ 1.000,00).

- Ao contrário do que o Simcat sugeriu há alguns dias, não há conflitos de quem vai realizar os cálculos. Inclusive, sequer isso foi analisado pelo TJ já que a ação foi impetrada pela prefeitura e como perdeu, deverá apresentar os números para a execução da sentença.

- O desembargador também não abriu brechas para "negociação". No documento, estão claros os prazos para apresentação dos números e que tão logo sejam indicados haverá a execução do que está na sentença.

- Segundo Pedro Cerose, do Simcat, os advogados da entidade vão analisar a decisão e ver os próximos passos que serão tomados.

- O prefeito Afonso Macchione já disse em entrevistas que não tem dinheiro para pagar o atrasado dos municipiários e que defende um acordo - com parcelamento - da dívida com os funcionários.

- Os municipiários são contra este parcelamento.

- Para a decisão do presidente do Tribunal de Justiça não cabe qualquer recurso.

- O prefeito Afonso Macchione não desistiu de sua intenção de derrubar o viaduto da Rua Sete de Setembro e atender os interesses da empresa Rumo Logística, concessionária da Malha Ferroviária Paulista (que vai de Santos a Santa Fé do Sul). Desta vez, o prefeito encaminhou para a Rumo um projeto elaborado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (Comdu), que em linhas gerais segue as mesmas intenções da empresa: a derrubada do viaduto da Rua 7 de Setembro.

- Em informações oficiais, o governo diz que foram propostas mudanças que reduziriam o impacto urbanístico. Mas no projeto, a rua 7 de Setembro seria completamente interditada, e com uma passarela de pedestres. Para atravessar a passarela o pedestre teria que subir caminhando aproximadamente quatro metros, em espiral, atravessar a linha do trem e descer a mesma distância do outro lado.

- O projeto do Comdu também utiliza a possibilidade de uma segunda ponte sobre o Rio São Domingos, paralela à existente na rua Amazonas. Esta ponte seria o início do viaduto que passaria por cima da linha de trem. Detalhe: a altura do novo viaduto teria que ter uma forte inclinação já que a intenção da RUMO é a utilização de vagões duplos.

- A prefeitura defende ainda a extensão da rua Rio Brilhante buscando desafogar o trânsito na rua São Paulo, em seu começo, nas proximidades da avenida São Domingos.

- No desenho preparado pelos arquitetos do Comdu, a passarela de pedestres do Higienópolis simplesmente desaparece. A mobilidade urbana acaba privilegiando - no final da suposta nova Rua São Paulo - o tráfego intenso de veículos.

- Ao encaminhar o projeto para a RUMO o prefeito Afonso Macchione sinaliza ignorar por completo o projeto aprovado pela Câmara Municipal que tombou o viaduto da rua Sete de Setembro e as manifestações de comerciantes e populares contrários à RUMO e ao projeto da empresa que busca derrubar o viaduto.

- Veja abaixo o projeto que foi encaminhada pelo governo Macchione à Rumo:


http://twitter.com/arthurgodoyjr



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Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

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