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Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

Telefone e WhatsApp (11) 99118-5007


São Paulo, 09 de dezembro de 2018

Atualizado às 18h40

online


A notícia mais importante desta atualização

Em eleição para presidente da Câmara, Luis Pereira desponta como favorito

Todos os detalhes, logo abaixo...




Legislativo e Executivo estão em crise. Em sua opinião, quem são os responsáveis por esta situação, que pode culminar com a falta de ônibus na cidade?
Prefeito Municipal e seus secretários.
Câmara Municipal e vereadores.
Unicamente o prefeito.
Os vereadores da oposição.
Nenhum dos dois, isso faz parte da política.
Ambos. Prefeito e vereadores.
Não tenho opinião sobre o assunto.
Vou de táxi....




A notícia não tem hora para acontecer...

GRUPOS DE WHATSAPP PASSANDO A LIMPO

EM 09/12/2018 - 224 VAGAS

Os leitores do site Passando a Limpo que tiverem o aplicativo WhatsApp podem receber em primeira mão as notícias mais importantes do dia. Política, cotidiano, esportes, prestação de serviços, utilidade pública, administração, enfim, tudo isso em seu aparelho celular.

Estamos com os "grupos de WhatsApp", os canais mais ágeis e rápidos para receber a notícia. São quatro grupos, com 256 vagas cada.

No momento, estamos preenchendo o 4º grupo.

Acompanhe praticamente em cima da hora o fato, as repercussões, as opiniões. Saiba antes de todo mundo aquela notícia que será a discussão do dia seguinte.

Para participar é fácil.

É só clicar no link abaixo, ou encaminhar seu nome e número de telefone para o Whatsapp (11) 99118-5007 ou ainda pelo e-mail arthur007@uol.com.br

Diariamente informaremos o número de lugares disponíveis.

Afinal, a notícia não tem hora para acontecer...

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Arthur,

enquanto o prefeito dá uma maquiada no centro da cidade, olha a situação do Jardim Borgonovi.

Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.


Bebedouros do parque localizado no Aeroporto são os novos enfeites natalinos da cidade. Afinal, servem apenas para enfeitar, pois não funcionam. A SAEC - com orçamento milionário - não consegue proporcionar às pessoas que ali caminham e correm um bebedouro.

Usuários também reclamam que os bebedouros instalados no Conjunto Esportivo não têm mais água gelada.

Com o verão se aproximando - e parece que já chegou - seria ótimo se alguém na autarquia providenciasse os reparos necessários para que os catanduvenses tivessem o mínimo ao lado de pistas esportivas.

Você, amigo leitor, pode colaborar enviando imagens para arthur007@uol.com.br ou para o WhatsApp (11) 99118-5007.


- Na próxima terça-feira, 11, acontece a eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal. Neste domingo, pelas informações de bastidores, o tucano Luis Pereira seria eleito presidente do Legislativo para o próximo biênio.

- Ele tem apoio da base governista - Amarildo Davoli, Nilton Cândido, Ivan Bernardi e Cidimar Porto. Pereira agora trabalha para o apoio de alguns vereadores que seriam da oposição. Há informação que Gaúcho, Wilson Paraná e até Ditinho Muleta estariam propensos a aceitar o nome de Pereira. Segundom uma fonte, Luis Pereira estaria convencendo a chamada oposição que não iria entregar o legislativo ao prefeito Afonso Macchione, além de argumentar que seria o seu último mandato com o peso das redes sociais. Assim, pela lógica, gostaria de terminar sua trajetória no legislativo marcando seu nome como presidente.

- Nos últimos três dias, várias reuniões foram realizadas. Onofre Baraldi não teria interesse em ser presidente no segundo biênio. Enfermeiro Ari não pode participar da reeleição. Wilson Paraná e Gaúcho não teria votos suficientes. André Beck teria que se afastar da advocacia. Maurício Gouvêa chegou a se apresentar como candidato, mas não está conseguindo angariar votos que possam lhe eleger.

- Ditinho Muleta seria outro que não tem votos fechados dentro do legislativo.

- Para vereadores ouvidos pelo site Passando a Limpo, tudo está indefinido.

- Vale lembrar que Luis Pereira esteve no grupo que elegeu Enfermeiro Ari como presidente da Câmara. Na época, o meio político chegou a pensar que Luis Pereira pudesse liderar a oposição, mas com o passar do tempo assumiu toda a liderança de Macchione na Câmara.

- A proximidade com o prefeito é tão grande que no início de 2019 deverá deixar o PSDB para se filiar ao PSB.

- Poderá ser uma verdadeira dança das cadeiras. Políticos que estão nas legendas já articulam mudanças.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

Mary Poppins

Arthur Godoy Júnior

Neste domingo, Pedro Macchione publica no jornal do governo extenso artigo onde ataca tudo e todos da oposição. Diz que o prefeito Afonso Macchione - desde o primeiro dia do governo - vem sendo alvo de todo o tipo de ataques. Pedro Macchione, aquele que só joga a favor da cidade quando o irmão está no poder. Fora isso, desaparece. Ou vamos esquecer que era um dos maiores defensores do basquete catanduvense, chegando a ser presidente, e com a proximidade do fim de um dos mandatos do irmão, pulou fora e na gestão Vinholi não dirigiu sequer uma mesa de jogo de futebol de botão?

E quem traiu quem? Quem fez promessas e não as cumpriu? Quem tenta mandar na cidade com a força bruta, acusando tudo e todos?

Para Pedro, Pedrinho, Catanduva era uma cidade "risonha e feliz, alegre e acolhedora". Mas depois que o prefeito deixou o descanso de seu lar, graças às forças do mal, a cidade está triste. Pela lógica, o prefeito é uma Mary Poppins, com seu guarda-chuva encantado, passando e distribuindo felicidade pelos quatro cantos da cidade. O resto é a nuvem negra que não dá a chance do catanduvense ser feliz. As três CEIs que responde, além da condenação por improbidade administrativa - em duas instâncias - não entraram na memória seletiva do médico.

Faltou dizer que o cidadão era risonho, feliz, alegre, acolhedor e tolo. No Brasil, os governantes adoram transformar o contribuinte em pessoa cordata, aquele que aceita tudo. O sorriso do cidadão é a gargalhada do político.

Para eles, sempre são os bonzinhos da história, que pensam unicamente na cidade, claro, enquanto o resto são os vilões, perdedores, invejosos. Diz ainda que nunca jamais se viu ferocidade nos ataques. Então, deve ter hibernado no período em que seus soldados na Câmara desciam a lenha de forma pessoal, com palavrões e ofensas, não apenas no prefeito de outrora, mas também nas pessoas que trabalhavam como secretariado. Pessoas sérias e honestas, que foram chamadas de "ladras", por aqueles que hoje lambem as botas do poder.

Sobre os "pseudo informadores pagos outrora com dinheiro público", onde faltou-lhe coragem de dizer o meu nome, quero dizer que graças ao empenho e fiscalização do meu trabalho, e também de vereadores, muitas das mazelas vergonhosas que são tramadas dentro do gabinete estão chegando ao contribuinte.

Os tempos são outros. Esta história de vitimismo não engana mais ninguém. Ninguém pediu para que o prefeito, irmão de Pedro Macchione, deixasse o conforto de seu lar. Se alguém quiser acreditar que foi por amor a Catanduva, que acredite. Quando eu vir, com meus próprios olhos, Pedro Macchione atuando em prol da comunidade, sem interesses, sem vínculo com o poder, numa outra gestão que não seja a do irmão, talvez eu o reconheça como alguém que mereça crédito.

No momento eu o vejo como um bom irmão, um excelente médico e alguém que pensa que o catanduvense é tolo.

Muito pouco para os meus padrões de qualidade.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


A palavra do dr. Pedro Macchione

Arthur, boa tarde!

Acabo de ler teu comentário a respeito da minha manifestação política pessoal.

Claro que falo como cidadão e nunca deixarei de ser irmão! E irmão conhece irmão como ninguém. Se vc leu com atenção, e sei q vc o fez, notou logo no início do artigo q se trata de manifestação pessoal, de um cidadão como outro qualquer, com liberdade para expressar-se. Tento, inclusive, nAs entrelinhas, estimular que todo cidadão se manifeste. E destaco estar sujeito a chuvas e trovoadas.

Com respeito e educação .

Democraticamente.

Lamento ter que ler, após tanto empenho e tendo, à época, justificado muito detalhadamente por que estava deixando a presidência do basquete, uma manifestação tão estreita e unilateral. Tentar reduzir a glória do Catanduva Basquete Clube a mesquinharias e pretensões pessoais é muito ruim.

Passei o tempo todo de direção, junto com companheiros do mais alto gabarito e apoio total da comunidade tentando mostrar que, com credibilidade, dedicação e responsabilidade os resultados eram possíveis!

E foram!

Enfim, respeito teu juizo a respeito. E lamento que o projeto não tenha tido continuidade com os que se propuseram a isso, com apoio do poder de então. Como vc é uma pessoa muito atenta e esclarecida, vc com certeza leu, na época em que me retirei (será que, da mesma forma que assumi eu nunca poderia sair????) o artigo que escrevi, muito parecido com esse, coincidentemente explicitando dificuldades com agentes públicos que foi publicado igualmente pelo O Regional.

De resto, medir os outros por régua própria e vestir carapuça é prerrogativa de cada um.

Democrática. Universal.

Esteja certo que te acompanho desde o início e, apesar das divergências, respeito muito o teu trabalho e me refiro sempre ao PAL para exemplificar o quanto (a exemplo do basquete...) a dedicação, a determinação e a crença no próprio trabalho são capazes de produzir. Para o bem ou para o mal. Sem juizo de valor. Saudações alviverdes!



Pedro Enzo Macchione, catanduvense apaixonado, jamais omisso.



Opinião

CTV/1º. período: 1918-1927

Luiz Roberto Benatti

Às 13 horas, do dia 14 de julho de 1918 (129º. ano da Revolução Francesa), no salão nobre do Clube Recreativo 7 de Setembro, presidido por Lafayette Salles, juiz de Direito de São José do Rio Preto, instalou-se, pelo custo de mil e setenta réis, o município de CTV, ocasião também da posse dos primeiros vereadores:Ernesto Ramalho, Joaquim Delfino Ribeiro da Silva, José Pedro da Motta, Adalberto Bueno Netto, Nestor Sampaio Bittencourt e Francisco de Araújo Pinto. Seis ao todo. A data da Revolução francesa não surgiu do nada, muito menos do acaso. Eram elas criaturas maçônicas, socialistas e republicanas. No Largo do Jardim/Praça da República (terreno doado por Rufino Benito, cujo gesto enterrou-se no fundo do baú da desmemória), à noite, o povo assistiu ao concerto da Banda Municipal SP Norte, de Araraquara, seguido de concorrido baile.

No dia seguinte, a câmara elegeu Ernesto Ramalho prefeito inaugural. Até 1930, o sistema de escolha de prefeito fazia-se à moda republicanoparlamentarista, quer dizer, a indicação do nome do administrador era atributo da câmara e o escolhido foi um dentre os 6 vereadores.Ernesto Ramalho arregaçou a manga da camisa e foi à luta: pela resolução no. 3, alugou prediozinho modesto na Avenida 3/Rua Alagoas, ao lado do futuro Cinetheatro São Domingos, na Praça da República, onde instalou o paço municipal (o caminhãozinho e a bandeira hasteada estão em frente da prefeitura): em 6 de setembro de 1921, Minguta foi velado nesse local, onde, muitas décadas depois, localizou-se o escritório de compra e venda de automóveis de José Antônio Borelli.

Dois fatos importantes acerca da localização da prefeitura nesse lugar: 1º.)era ponto alto e bem protegido das febres palustres e dos alagamentos do Rio Japurá/São Domingos; 2º.) localizava-se na Praça da República o órgão republicano por excelência da província, e não na Praça Francisco Matarazzo, fascista da primeira hora. A resolução no. 4 criou 10 escolas e, em 10 de maio, a lei no. 8 autorizou a administração a firmar contrato com a companhia elétrica para o fornecimento de energia. Instalou-se, em 15 de junho, o nosso mais antigo cinema, na Rua Rio de Janeiro, ao lado do café da Marina. Prefeitura, escola, luz elétrica e cinema: a cabeça, o recheio da cachola, a lâmpada de leitura e o imaginário. Desses aparatos, qual deles não se acha sitiado em nossos dias por propugnadores de mundos imaginários?

Nessa época, as pessoas tinham gosto e tempo para pensar, ainda que o fizessem segundo a prática,mas nem sempre conforme a gramática. Em fevereiro de 1919 (os mandatos, muitas vezes, eram curtíssimos), Adalberto Bueno Netto deu início à construção do Primeiro Grupo Escolar da Rua Pará/Paraíba e, em maio, discutiu-se a questão do saneamento do Rio Japurá/São Domingos.Os caioás chamaram de Japurá o rio, porque ele mente: promete não transbordar e o faz de modo acintoso; espraia-se de maneira deselegante e bastante espaçosa; destrói sem dó nem piedade. O Japurá foi nosso primeiro grande complicador e, como se vê, deverá ser o último. Em 22 de junho, lançou-se a pedra fundamental de construção da igrejinha de São Domingos, concluída em 1926 e, em 11 de outubro, com ímpeto e coragem, Aristides Procópio de Oliveira (pai do prof. Brasil Procópio de Oliveira) à frente, um grupo de rapazes aguerridos, dentre os quais Carlos Machado, desceram a Rua 3 ou Rua da Estação/Brasil, a pé, ao som dA Marselha, dita a plenos pulmões em Francês, rumo ao prédio da estação ferroviária para dinamitá-lo.A Marselhesa, Revolução francesa?

Bons tempos aqueles em que conseguíamos pensar dois palmos à frente do nariz. Como a engenhoca não funcionou, queimaram o prédio. O processo foi tumultuado, Ruy Barbosa foi contratado pela Railway & Co. como advogado de acusação contra os amotinados. Nas eleições presidenciais, demos-lhe bem dado o troco: Ruy recebeu 63 votos contra os 247 dados a Epitácio Pessoa. Ruy perdeu as eleições. Nessa época, sabíamos brigar por causas nobres, hoje votamos em candidatos pobres de espírito. Em 9 de dezembro, o presidente do Estado Altino Arantes assinou a lei 1675B de instalação da comarca de CTV. Em fevereiro de 1923, ER doou ao Estado o terreno do quadrilátero das ruas Maranhão, Cuiabá, 13 de Maio e Recife, adquirido de Anália Franco, para a construção do futuro Liceu Rio Branco.

Em 7 de junho, inaugurou-se a agência do Banco do Brasil da Rua Brasil/Sergipe e, em 8 de dezembro, em razão da epidemia de malária que grassava em Palmares/Cordão Escuro, a Congregação presbiteriana transferiu-se para cá. Nessa época, a cidade tinha 25 mil almas (18500 na zona rural), orçamento magérrimo de 360 contos de réis e 14 milhões de pés de café. Em 1924, o São Domingos transbordou provocando o isolamento do centro e os bairros do S.Francisco e Higienópolis.Pela lei no. 100, Nestor Sampaio Bittencourt mandou fazer o passeio público da Rua Brasil. 24 foi o ano da maior revolução paulista ocorrida em SP e quem a comandou foi Isidoro Dias Lopes.Em 26 de junho de 1926, inaugurou-se a Santa Casa de Misericórdia/Hospital Padre Albino e, no ano seguinte, iniciou-se a construção por José Rodrigues Martins do Colégio Nossa Senhora do Calvário, o mais competente de todos os edifícios da cidade, juntamente com o Nossa Senhora da Ressurreição, o prédio central do Hospital Padre Albino e o Cinetheatro República, demolido, todos eles da lavra do Sr. Martins, avô paterno do engenheiro José Nélson Machado, criatura totalmente desconhecida dos catanduvenses.

Cidade sem memória é como indivíduo que não sabe onde descalçou os sapatos na véspera.

Adoramos caminhar por aí, descalços, como Minguta e Chaim.






Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

- Vou de táxi, cê sabe? Tava morrendo de saudade... Oi gente, tudo very well? Mais uma vez este colunista mais que social ocupa as páginas do Pastando a Limpo para apresentar a verdade dos fatos e combater os factóides e mentiras deslavadas que são publicados por aqui. O editor do Pastando a Limpo, o Muito Gordo Godoy, usa a internet como distribuir a desavença entre os homens de bens. Mas como a balança universal é correta, posso - por aqui - comprovar por A mais B que o nosso reino vive a plena paz e amor.

- Polêmica desnecessária surgiu na semana passada onde senhores desalmados da Câmara dos Lords simplesmente decidiram deixar nossos pachalenses de menor poder aquisitivo sem os confortáveis ônibus que atendem nossa comunidade. Ou seja, a turma do pé rapado vai ficar a pé. Já vejo aquela multidão caminhando e cantando e seguindo a canção, vindo de todos os cantos da periferia. Como já está mais que comprovado que caminhar faz bem, é uma grande oportunidade para nossos roliços pachalenses fazerem um exercício logo pela manhã. Imagino, com ternura, aquela caminhadinha entre o Imperial e o Bom Pastor.

- Rei Fonsinho, que Deus sempre o proteja e guarde, trabalhou com afinco para que nosso povo mais humilde, conhecido também como "pobre" pudesse andar de ônibus. Para você, leitor desta coluna, que não sabe o significado desta palavra estranha, ônibus é um veículo grande, onde as pessoas ficam se esfregando para lá e para cá, se divertindo enquanto chacoalham pela cidade. Vamos dizer assim que é uma forma de divertimento local. Tem o simpático apelido de "busão". Dizem até que o divertimento é tamanho que os pachalenses precisam pagar, o que acho justo.

- Rei Fonsinho queria um pequeno contrato de 240 anos, renováveis por mais 240. Coisa simples, bom para todo mundo. Claro que a oposição ingrata, autoritária, inconsequente e salafrária manobrou para que nosso monarca não conseguisse o contrato. E o que vai acontecer agora, senhores? Nosso povo, quase amado, quase reconhecido como gente, terá que caminhar no deserto, como nossos antepassados judeus fizeram há seis mil anos. Resta saber quem será o Moisés que conduzirá o povo....

- Mas nem tudo está perdido. Pessoas da nata mais que social continuarão dentro de seus carros particulares, com ar condicionado, e de preferência com vidro fumê. Pois a verdade é que ver pobre caminhando além de não trazer qualquer benefício, ainda pode trazer depressão.

- Como este colunista mais que social registra, caminhar sob a luz do Sol (nossa, parece uma canção), fará bem para o espírito natalino de nossos pachalenses menos afortunados. Quem sabe desistam de atrapalhar o trânsito na cidade e permaneçam nos guetos. Pois este colunista mais que social ainda torce para que pequenos aglomerados populacionais localizados nas bordas da comunidade (conhecidos como periferia e bairros distantes) sejam anexados às comunidades vizinhas.

- Pois já imaginaram se Catiguá - Melhor Lugar não há - assumisse de vez a Nova Pachalândia I e II? Que maravilha seria?

- Well, well, well. O Natal está se aproximando e o momento de é de paz e amor. De preferência com dinheiro no bolso. Por isso, vamos indo pois tenho que montar minha pequena árvore de Natal. Minhas odaliscas estarão aqui do meu lado, para ajudar a colocar as bolas.

- Beijos no coração de todos. (Arlindo Gutemberg, dentro de um táxi, ouvindo Angélica).

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04/11/2018




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